quinta-feira, abril 07, 2011

Terrorista muçulmano age em escola no Rio?


Será que o maluco que matou 12 pessoas e deixou outras 13 feridas era muçulmano? Assim que a informação saiu no jornais algumas pessoas começaram a divulgar que ele poderia ser um terrorista islâmico. Será que isso era verdade?
Pelo o que foi possível ver até esse momento, muito provavelmente não. Não houve nenhuma boa evidência que indicasse que o rapaz era muçulmano ou ligado a qualquer instituição muçulmana. Além disso, a não ser que o rapaz gritasse “Allahu Akbar” no momento da morte, dificilmente ele seria um terrorista muçulmano. Graças a Deus não sofremos com esse problema no Brasil e o islamismo praticado no Brasil é uma versão mais moderada, bem diferente da praticada nos países onde eles são maioria.
Comentando sobre o assunto, o presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas do Brasil, Jamel El Bacha, comentou:
“[Em relação às informações sobre] uma possível vinculação desse cidadão com a religião islâmica, depois desmentidas [por pessoas próximas a Oliveira], reafirmamos que ele não é muçulmano e não tem qualquer vínculo com as mesquitas e sociedades beneficentes mantidas pela comunidade em todo o Brasil” e também informa que o islamismo exige dos seguidores uma “postura absolutamente diversa à que algumas pessoas querem de forma precipitada atribuir à religião e a seus adeptos”.

Infelizmente, uma leitura mais cuidadosa do Alcorão demonstra que a coisa não é bem assim. É possível encontrar mais de 160 suratas (versos) jihadistas no Alcorão. Os muçulmanos mais moderados dizem que a jihad (guerra santa) é algo interno, individual. Uma interpretação possível. Mas essa hermenêutica é difícil de defender quando se lê textos como “atai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos” 2.191; ou “Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya” 9.29; também “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível, que está registrada na Tora, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel à sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício” 9.111.
Você pode checar esses versos no site da Comunidade Islâmica da Web.
Enfim, o maluco que matou as crianças em Realengo não era muçulmano. Os muçulmanos que temos aqui no Brasil dificilmente fariam tal coisa. Ou pelo menos, não os vejo tendo mais tendência para fazê-lo do que qualquer outro grupo. Gente doida tem em toda religião. E ele era um doido. Um maluco que deixou um carta que talvez fazia sentido para ele, mas até agora, para mais ninguém.
Só não podemos negar que o Alcorão, como livro sagrado do islamismo, pode ser usado sim como justificativa para ataques terroristas, mesmo a contra gosto dos mais moderados.
Vamos orar por essas famílias e também para que o nosso país nunca mais veja uma tragédia como essa.

PS: muita gente pode chiar dizendo que a Bíblia também ordena a morte de infiéis. Esse é um ataque comum, mas sem fundamento. A Bíblia realmente ordenou a execução de alguns grupos, mas não porque eles não eram judeus, mas sim porque eles já tinham a muito tempo se revoltado contra Deus e Deus já havia os avisado que faria tal coisa. Além disso, não existe na Bíblia uma ordenança sistemática de extermínio de povos. O que existe é uma legislação para Israel que tinha como punição para alguns casos a pena de morte. Muito diferente do que se tenta representar. Além do mais, eu duvido que alguém possa encontrar nos ensinos do fundador do cristianismo, Jesus Cristo, qualquer palavra que pudesse ser usada em apoio a atos terroristas. Diferentemente do que acontece no islamismo, quando qualquer um que se diz cristão age como um assassino, ele está agindo de forma contrária aos ensinos de Cristo.

Um comentário:

marcelo disse...

de forma alguma ele era muçulmano...ele tinha em sua cabeça tudo q a midia mostra e juntou um pouco de cada ......mas no citar em sua carta a volta de Jesus a terra ja mostra clkaramente q ele nao leu nada sobre o islao.

Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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