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domingo, setembro 02, 2012

8 dicas de evangelismo


Evangelismo é uma coisa relativamente simples. Na maioria das vezes, nós é que tornamos o evangelismo algo de outro mundo quando achamos que é uma atividade totalmente a parte de nossa vida, como se fosse um momento em que deixamos todas as coisas e nos concentramos nessa atividade extracurricular chamada evangelismo. Na verdade, nós somos evangelistas de um jeito ou de outro. Por exemplo, eu vejo meus amigos no Facebook espalhando as boas novas sobre seus times de futebol, mostrando como seu time é superior aos outros. Isso de uma certa forma é evangelismo, só que de futebol.

Greg Koukl, de Stand to Reason, que passa bastante tempo viajando de avião entre uma palestra e outra, compartilha conosco uma de suas histórias de suas viagens, onde podemos tirar 8 dicas para o evangelismo. Veja abaixo a lista das 8 dicas. Se você quiser ler o artigo (em inglês), clique aqui.
  1. Procure por oportunidades.
  2. Quando conseguir uma oportunidade, não complique demais as coisas.
  3. Evite utilizar de linguagem religiosa, terminologia religiosa e o jeitão religioso.
  4. Fique focado na verdade, não nos benefícios pessoais do cristianismo.
  5. Apresente evidências.
  6. Fique calmo.
  7. Deixe que a pessoa vá embora, se quiser.
  8. Deixe que a pessoa vá embora com alguma coisa para ler (como o Evangelho de João, por exemplo).

E você, tem alguma dica de evangelismo para compartilhar?

domingo, maio 08, 2011

Tradando iguais de forma igual



A chave para se responder as alegações dos defensores do casamento entre pessoas do mesmo sexo é entender uma regra básica da justiça: trate iguais de forma igual. Se os lados não são iguais de forma relevante, então não existe nenhuma obrigação da justiça de tratá-los da mesma forma.

Quando alguém exigir o mesmo reconhecimento das uniões heterossexuais para a uniões homossexuais, lembre-o da regra básica da justiça. Depois, pergunte se os relacionamentos homossexuais são realmente iguais às relações heterossexuais. Ele realmente acredita que não existe nenhuma diferença essencial entre os dois? Se existem diferenças essenciais, então os dois não são iguais e não existe obrigação moral de tratá-los como se fossem iguais.

Além do mais, já que o casamento legal não é nada mais do que respeito público garantido oficialmente e a aprovação da união de dois indivíduos, e você como membro do público não aprova nada de fato, então você não tem obrigação de apoiar o “casamento” homossexual e pode até mesmo se opor a isso.

sexta-feira, março 26, 2010

Quem criou Deus?


De Edgar Andrews Who Made God?: Searching for a Theory of Everything (Quem criou Deus? Buscando uma teoria do todo).

Andrews é Professor Emérito de Materiais da Universidade de Londres e um perito internacional em grandes moléculas. Seu livro é perspicaz, envolvente e alegre para um assunto tão profundo. É cientificamente e filosoficamente astuto. Andrews não tem medo dos ateus, como Richard Dawkins, que tentam exercer a ciência como uma arma contra o teísmo.

... Existe uma resposta para a pergunta que os ateus ficam felizes em aceitar - a resposta "Nós criamos Deus".

Nesse momento ... deixe-me salientar três pequenos problemas com a hipótese “nós criamos Deus”. Primeiro, ele cai na mesma armadilha que o ateu habilmente define quando ele pergunta: “Se Deus criou tudo, quem criou Deus?” Porque quando ele declara confiante que criamos Deus, deve então ser perguntado: “Se nós criamos Deus, quem nos criou?” Já que a resposta: “Deus nos criou” é, obviamente, excluída, ab initio, a pergunta “Quem nos criou?” não é mais fácil de responder que “Quem criou Deus?” Só para repetir, “a evolução nos criou” simplesmente não vai servir. Como Scott Adams observou, "a evolução não é a causa de qualquer coisa; é uma observação, uma forma de colocar as coisas em categorias. Evolução não diz nada sobre as causas. “Ou, de uma forma mais simples, se a evolução nos criou, quem criou a evolução?”

O ateu, sem dúvida irá dizer que a evolução é simplesmente a forma como a natureza trabalha; é apenas parte do “todo” que os teístas erroneamente atribuem a Deus. Mas a lógica desta afirmação nos leva em uma direção inesperada - que eu escrevi em uma diminuta peça teatral para o provar.

[No palco três pessoas: "teísta", "ateu um" e "ateu dois" se envolvem em uma discussão. Entra o questionador vestindo uma jaqueta e com uma expressão perplexa.]

Questionador: Desculpe-me interromper, mas vocês podem me dizer quem criou tudo?
Teísta: Sim, Deus criou tudo.
Ateu um: Oh? Então, quem criou Deus?
Ateu dois: Nós criamos Deus.
Teísta: Então, que nos criou?
Ateu um: Evolução nos criou.
Teísta: Quem criou a evolução?
Ateu dois: Ela faz parte do “todo”, o “todo” criou a evolução.
Questionador: Desculpe-me interromper ... mas quem criou tudo? Oh, deixa pra lá...

[O questionador sai pela esquerda (pelo caminho que entrou) com uma expressão ainda mais confusa.]

... A argumentação filosófica que acaba onde começou é ainda mais inútil - e, tal como o pequeno drama indica, é a afirmação de que “nós criamos Deus”.

O segundo problema com este argumento é que ele é desprovido de qualquer base probatória, como veremos no devido tempo. Não é, de fato, uma explicação. Ele não explica conceitos religiosos, a experiência religiosa ou o instinto religioso quase universal da humanidade, antiga ou moderna. Pelo contrário, é uma cortina de fumaça que encobre a ignorância, um dar de ombros especulativo sobre o fenômeno substancial da crença religiosa. Como muitos argumentos ateístas, é em essência uma tautologia. Começando com a premissa oculta que Deus não existe objetivamente, ele procura (e encontra) uma explicação alternativa para a fé e experiência religiosa completamente dentro de nós. Em seguida, raciocina o seguinte: já que Deus definitivamente existe na mente daqueles que acreditam, e já que Deus não existe de outra maneira, então Deus deve existir apenas na mente daqueles que acreditam. Bingo! Criamos Deus.

Em terceiro lugar, sempre que A cria B (o que quer que seja A e B), é razoável supor que A (o criador) é maior do que B (a criação). Beethoven era maior do que qualquer de suas composições e Rembrandt, Picasso ou Turner maiores do que qualquer um de seus retratos. Quando minha esposa faz um bolo, não importa quão bom fique o bolo, logo ele acaba - uma coisa da transitoriedade e insignificância em comparação com quem o fez. Mas se o homem cria um Deus transcendente e todo-poderoso de sua própria imaginação, a criação é maior que o criador - que, enquanto não provar a existência de Deus, tem um monte de coisas para explicar. Eu aceito que meu raciocínio aqui é de caráter ontológico, mas continua a ser válido eu acho, como uma refutação da hipótese de “Quem criou Deus”. Afinal, Richard Dawkins afirma com veemência que um Deus que fez o universo extremamente complexo deve ser ainda mais complexo do que a sua criação .... Eu suponho que eu estou autorizado a dizer a mesma coisa quando se é um caso do homem alegadamente criando Deus.

sexta-feira, março 19, 2010

Michael Shermer e o estado final do homem - Mateus 12:45


Eu estou lendo o debate entre Greg Koukl, do Stand do Reason e Michael Shermer, da Skeptics Magazines, sobre a influência dos novos ateus na década que acabou. Sim, eu leio debates e meus favoritos são do William Lane Craig, mas também gosto muito dos do Greg (quando acho transcrição) pois ele sempre trabalha um raciocínio justo em suas respostas, abrindo mão das frases de efeito e slogans para se focar na verdade. Esse debate aconteceu no dia 31 de Dezembro de 2009, no programa de Hugh Hewitt e o nome do debate é “O fim da década dos ateus”.
Michael Shermer é ateu (apesar de as vezes se apresentar como agnóstico (talvez da escala 1 de Dawkins). Greg é um dos cristãos mais inteligentes que eu conheço.
Ambos os debatedores compartilharam uma versão resumida de suas biografias. A de Michael Shermer foi emblemática. E o pouco que ele revelou abre espaço para uma reflexão.
Shermer não cresceu em uma família religiosa, mas que também não era anti-religião. Na adolescência, quando tinha alguns amigos cristãos, acabou indo em uma igreja e “aceitou a Jesus”. Quando chegou na escola e contou com toda alegria para um de seus amigos cristãos que tinha “aceitado Jesus”, ficou decepcionado quando seu amigo ficou com raiva disso, pois esse amigo era uma Testemunha de Jeová e esperava que Shermer fosse para sua seita, não a dos evangélicos. Shermer ficou pensando “não é tudo a mesma coisa”?
Assim ele passou sua juventude, sempre cercado de cristãos por todos os lados, até chegar na faculdade. Ele pensou em estudar teologia, mas por várias questões, resolveu estudar psicologia. Foi desse momento em diante que ele pela primeira vez passou a se envolver de forma mais continua com não cristãos. E ele simplesmente abandonou a fé. Em sua curta biografia, Shermer não explica de uma forma mais completa o porque deixou de ser cristão. Simplesmente diz que deixou de ser.
O que posso aprender com isso? Duas coisas.
Primeiro, o famoso “aceitar Jesus” não é prova nenhuma de salvação. É apenas um jargão evangélico que pode fazer sentido para nós depois de algum tempo de casa, mas nada quer dizer para o novo convertido e a gente não gasta tempo explicando. Paul Washer desenvolve muito bem essa idéia em sua “mensagem chocante”. Veja o vídeo e entenda o ponto.
A segunda coisa e a que mais se pode perceber pela breve biografia de Shermer é que ele nunca foi preparado para apresentar sua fé e conviver junto aos não cristãos. Desde sua conversão, ele sempre esteja cercado por cristãos por todos os lados. Portanto, sempre esteve em um ambiente seguro, que não apresentava riscos nem necessidade de firmar suas crenças, pois elas provavelmente nunca foram desafiadas. E o resultado é o “desviado” (não que ele tenha se convertido de verdade, mas isso é outra coisa).
Eu freqüentei durante muito tempo uma igreja que era assim. Havia por parte dos líderes uma preocupação enorme de manter os jovens sempre dentro da igreja, ou em atividades da igreja ou somente saindo com os irmãos da igreja. Tinham (e ainda tem) um medo enorme que seus jovens se desviem ou se percam em contato com os não cristãos.
Interessante que esses jovens não são ensinados sobre sua fé. No máximo eles aprendem como ser um filho melhor, um aluno melhor, um funcionário melhor. Aprendem como obter o máximo de sua vida agora. Quanto as verdades das Escrituras, aquelas que realmente fazem a diferença, o aprendizado sobre uma fé madura, com evidências e fundamentos, tudo isso é ignorado. Não tem serventia no dia a dia. Desde que, é claro, nossos jovens estejam isolados e hermeticamente fechados no ambiente seguro e “estéril” da igreja. Sem perguntas. Sem respostas.
Eu me lembro de uma conversa com um querido irmão em Cristo daquela igreja sobre como um Deus amoroso permite que exista tanto sofrimento no mundo. Ele não queria falar sobre isso! Ele me disse, e aqui eu cito exatamente suas palavras “eu não quero pensar sobre isso porque se fico muito tempo pensando sobre isso, tenho medo de me desviar”. Ele estava com medo de refletir sobre um dos desafios mais comuns dos ateus mas também um dos mais fáceis de ser respondido. A filosofia moderna já abandonou esse questionamento à muito tempo. Essa é fácil! E ainda assim, para ele, representava um perigo. Como se fé fosse contrária à razão.
Mas é essa a postura que vemos na Bíblia? A igreja se fechando, fugindo do mundo, com medo de perder suas ovelhinhas? Despreparada para apresentar a verdade? Pior ainda, não aprendendo sobre o que é a verdade?
Nós somos o sal da terra (Mateus 5:13). Luz do mundo (versículo 14). Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte (versículo 14). Nem uma lâmpada acessa fica debaixo da cama (versículo 15). Mas podemos esconder um bando de jovens cristão dentro da igreja com medo que eles se percam? Ou seria melhor ensiná-los sobre a fé e treiná-los para mostrar a razão de sua salvação (1 Pedro 3:15 ). Resplandeça a vossa luz! (Mateus 5:16).
“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas” Mateus 10:16.
A igreja aparentemente não quer ser enviada, mas quer se esconder dentro de seus templos e talvez esperar que tudo passe. Enquanto isso, o mundo vai cada dia mais propagando suas doutrinas e o cristianismo vai cada vez mais ficando marginal, perdendo a relevância.
Paulo deixou uma instrução para o jovem Timóteo que todos faríamos bem em seguir.
“Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” 2 Timóteo 2:15.
Caso sua igreja, por qualquer motivo que for, não providencie o que você precisa para estar bem preparado, para se apresentar aprovado diante de Deus, manejando bem a palavra, não fique sentado esperando. Busque. Aprenda. Estude. Você mais do que ninguém é responsável pelo seu amadurecimento espiritual.

domingo, março 14, 2010

A tática Columbo

Um dos nossos filósofos preferidos é Greg Koukl, do ministério americano Stand to Reason.
Greg tem se dedicado por mais de 30 anos ao treinamento de cristão na defesa do cristianismo.
Mas o mais interessante é que o trabalho de Greg não é simplesmente treinar as pessoas na arte da apologética de qualquer maneira. Existe um componente interessante que ele sempre tem focado em seu trabalho que é o uso tático e gracioso do conhecimento. Um trabalho de formação de embaixadores mais do que de guerrilheiros. Assim como Paulo diz que somos em 2 Corintios 5:20. E entre as característica de um embaixador está conhecimento, caráter e sabedoria.
Uma das ferramentas utilizadas por Greg que nós temos experimentado com sucesso é a tática Columbo. Ele é perfeita para compartilhar suas convições cristãs e desafiar as convições de outras pessoas.
Abaixo nós postamos um resumo do que é essa tática com uma explicação do próprio Greg. Você pode saber mais visitando seu site (o link se encontra abaixo) e também lendo seu livro Tactics, que pode ser comprado no site do Amazon.


A tática Columbo
por Greg Koukl

Você pode direcionar as conversas em uma maneira não-ofensiva, usando estas três perguntas cuidadosamente selecionadas:

Para saber mais sobre o que a pessoa acredita, pergunte: O que você quer dizer com isso?
• Esclarece as afirmações que a pessoa está fazendo.
• Nos diz o que a pessoa pensa.
• Fornece uma boa partida para conversa.

Para fazê-los defender os seus próprios pontos de vista pergunte: Como você chegou a essa conclusão?
• Esclarece as razões para as idéias da pessoa.
• Nos diz como a pessoa pensa.
• Faz com que a outra pessoa tenha o “ónus da prova” para suas próprias reivindicações.

Para descobrir uma falha no pensamento, começa a sua pergunta com: Você pode esclarecer isso para mim?
• Use esta opção quando as razões não suportam adequadamente a alegação da pessoa.
• Desafia uma fraqueza ou contradição na sua opinião.
• Descobre a falha com uma pergunta ao invés de uma declaração, e os incentiva a pensar no que eles acreditam.

Também use a tática Columbo para sair do banco "quente".
• Mude do modo de argumentação para o modo de busca dos fatos
• Tire a pressão, usando as duas primeiras questões Columbo.
• Finalize com “deixe-me pensar sobre isso” e faça uma pesquisa sobre o assunto no seu templo livre, antes de continuar a conversa.

Lembre-se, não há necessidade de marcar “gols de placa” cada vez que você trouxer alguém para a conversa. Você pode ser eficaz e respeitoso, aprendendo mais sobre as opiniões das outras pessoas sem ser argumentativo com algumas perguntas simples.

Stand to Reason - Treinando embaixadores cristãos nas áreas de conhecimento, sabedoria e caráter - www.str.org

domingo, fevereiro 07, 2010

Uma boa frase contra o aborto


Para refletir sobre o aborto. Eu aprendi sobre isso com o pessoal do Stand to Reason:

“Se aquilo que está dentro do útero da mulher não é um ser humano, então nenhuma justificativa é necessária para defender o aborto. Agora, se aquilo que está dentro do útero da mulher for um ser humano, nenhuma justificativa tornará o aborto um ato defensável”.

No final das contas, é nisso que se resume toda essa história.
Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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