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domingo, novembro 17, 2013

Evolução versus Deus



Veja abaixo o vídeo Evolução vs Deus, que traduzimos com autorização da Living Waters.
As legendas para o vídeo estão dentro do canal oficial deles no YouTube. Se a legenda não ativar automaticamente, é só escolher no ícone legenda (uma caixinha de texto ao lado de um reloginho).
Assisitimos hoje novamente o vídeo e vimos alguns pequenos erros. Estamos enviando para o webmaster a correção então acredito que em breve teremos uma versão melhor da tradução.

Estamos trabalhando para formar uma parceria com a Living Waters, que é o ministério que nós nos espelhamos, com o intuito de trazer para o português o vasto material de evangelismo que eles possuem.

Enquanto isso, espero que esse vídeo seja benção na sua vida e te anime a divulgar o evangelho de Jesus Cristo.

domingo, junho 17, 2012

Dando um tiro no próprio pé: Por que a evolução ateísta é auto-refutável




Eu ainda fico atônita que tantos ateus falham em perceber a falência intelectual de suas próprias crenças – quando as mesmas são levadas às suas conclusões lógicas. Isso é um problema particularmente evidente naqueles que fizeram carreira espalhando o “evangelho” da evolução naturalista – a visão que todas as coisas são o resultado de um processo natural cego e leis agindo sobre a matéria.

Dr. Alvin Plantinga

Em 1994, Dr. Alvin Plantinga da Universidade de Notre Dame escreveu um trabalho intitulado "Naturalism Defeated" (Naturalismo Derrotado). Seu argumento (e eu estou simplificando e parafraseando aqui) era que se as nossas mentes humanas são o produto de uma evolução naturalista, então não podemos confiar em nossas mentes para produzir verdades confiáveis a respeito do mundo exterior. O máximo que poderíamos esperar, Plantinga afirma, é que nossas mentes são confiáveis o bastante para promover sobrevivência e reprodução. Portanto, a afirmação que o naturalismo é verdade está sendo feita por uma mente que não é confiável.

Plantinga não foi o primeiro pensador a apontar esse enigma do ateísmo. Em um artigo intitulado “Religion Without Dogma?” (Religião sem dogma?) o falecido C.S. Lewis disse:

C.S. (vulgo Jack) Lewis
Seria impossível aceitar o naturalismo em si mesmo se realmente e consistentemente acreditássemos nele. Pois o naturalismo é um sistema de crenças. …se o naturalismo fosse verdadeiro então todo pensamento seria o completo resultado de causas irracionais. Assim, todo pensamento seria igualmente sem valor. Portanto, o naturalismo seria sem valor. Se for verdadeiro, então não podemos conenhecer nenhuma verdade. É como se o naturalismo cortasse a própria gartanta.

Lewis continua:
Eu me lembro de uma vez me mostraram um tipo de nó que era feito de uma forma que se você adicionasse um embaraço extra para garantir o nó, você de repente descobriria que a coisa toda se desfez em suas mãos e tudo o que você tem é um pedaço de fio. É o mesmo com o naturalismo. Ele continua reclamando território após território: primeiro o inorgânico, então os organismos menores, então o corpo do homem e então suas emoções. Mas quando dá o passo final e tenta uma explicação naturalista para o pensamento em si, de repente a coisa toda se desmancha.

Bem dito, Jack, bem dito!
A natureza auto-refutável do naturalismo é uma inconsistência séria para a visão de mundo ateísta. Apenas pela direção com um propósito de um agente inteligente, responsável pela mente do homem, podemos ter confiança nas verdades que averiguamos sobre nós mesmos ou sobre o mundo. A verdadeira racionalidade não pode vir de um processo natural irracional. A inteligência não pode vir daquilo que não é inteligente. O efeito não pode ser maior do que a sua causa.

terça-feira, maio 29, 2012

Questões evolucionárias!


Qual darwinista muito conhecido tem tanta crença na evolução que ele está feliz em acreditar mesmo sem evidências?
               
                (A)   Richard Dawkins.
                (B)   Charles Darwin.
                (C)   Dr. Gary Parker.

domingo, novembro 20, 2011

Criacionistas combatem a ciência com argumentos científicos?


O Espaço Aberto a Ciência e Tecnologia conversa sobre evolucionismo e até a autodestruição da raça humana com um dos maiores especialistas do Museu de História Natural de Washington. Não perca, nesta segunda-feira (21), às 21h30.

Mais de 200 anos depois do nascimento de Darwin, o pai da teoria da evolução continua provocando discussões ferozes. No Espaço Aberto Ciência e Tecnologia desta semana, você vai ver que, em pleno século XXI, os criacionistas - aqueles que acreditam que todas as formas de vida foram criadas exclusivamente por Deus - estão cada vez mais fortes. Hoje, eles chegam a combater a ciência com argumentos científicos. Vamos conversar sobre evolucionismo e até a autodestruição da raça humana com um dos maiores especialistas do Museu de História Natural de Washington.
(...)

Fonte: Site Globo News

O programa acima irá ao ar amanhã (21 de Novembro) na Globo News. Eu estou curioso para ver a reportagem, apesar de imaginar mais ou menos o que virá. Provavelmente, irão chamar o criacionismo de pseudo-ciência, que não encontra revisão de suas premissas em revistas científicas e coisas do tipo. Também acho que não vão chamar um criacionista para apresentar sua posição, mas provavelmente um evolucionista. Mas enfim, já estamos acostumados com esse tipo de tratamento da mídia.
Mas o que me chamou a atenção foi o título da chamada, que já deixa bem claro duas coisas: os criacionistas são contrários à ciência e,para que algo possa ser considerado científico deve estar submisso à evolução darwiniana. Ou seja, o prumo para a empreitada científica é a própria evolução darwiniana e não o contrário.
Eu conheço vários criacionistas e nunca encontrei um único que diz que combate a ciência. Muito pelo contrário. Todos afirmam que não possuem problema nenhum com a ciência. O que eles combatem é a evolução darwiniana, que é uma teoria científica sobre a diversificação das espécies como as vemos hoje. Mais especificamente a neo-síntese darwiniana, que afirma que, através de mutações no DNA de seres primitivos que existiram milhões de anos atrás, atingimos toda a diversidade de vida que vemos no planeta.
É engraçado que esse comprometimento filosófico ao darwinismo demonstra um total desconhecimento sobre o que é ciência. A ciência está acima do darwinismo, não o contrário.
A teoria da evolução de Darwin, assim como toda e qualquer teoria sobre como as coisas aconteceram, deve ser testada e sabatinada. O método científico pode nos dizer se a teoria de Darwin é plausível ou não. Existem evidências para ela ou não? Ela pode ser testada, reproduzida em seus detalhes ou não? Ela pode ser observada? Ou ela é um ponto de partida para tentar explicar a si mesma? Quanto de raciocínio circular existe em tudo isso? Recomendo que o leitor pesquise sobre o método científico.
Mas tem muita gente que quer transformá-la em dogma, na teoria que não deve ser questionada ou testada. Ela deve ser aceita com fé cega. É a partir dela que todos determinamos aquilo que é ciência, aquilo que é científico. Ou seja, é uma determinação do que é ciência a partir de um dogma quase religioso.
Muita gente que tem debatido a teoria da neo-síntese darwiniana discorda de suas premissas baseado única e exclusivamente em questões científicas. A teoria de Darwin falha em explicar como a vida se originou na terra, falha em explicar como as primeiras mutações ocorreram, falha em explicar como essas mutações “decidiram” o que era benéfico ou não. Ou seja, dois pilares do darwinismo (abiogéneses e transição de formas mais simples para mais complicadas) simplesmente não foram comprovados ainda. Some-se ainda o fato que toda a vida, em seus menores detalhes parece projetada e que existe informação digital nas células, que pode ser lida, como um livro e a conclusão mais lógica e científica é que existe uma inteligência por trás de tudo isso.
É triste ver um canal de televisão, que diz fazer jornalismo sério, ser tão preconceituoso e partidário na hora de apresentar um tópico. Já esperamos isso. Mas eu acho que, a maneira mais respeitosa de apresentar o assunto seria dizer: “criacionistas combatem a teoria da evolução usando a ciência”. Mas aí já seria demais. Isso poderia mostrar que existe uma possibilidade da teoria evolucionista de Darwin não ser científica. Mesmo uma pequena possibilidade como essa não pode ser aceita. Não deve ser mencionada. Vai contra o dogma. Vai contra a crença. Coloca a fé evolucionista em dúvida. Podemos aceitar todas as conclusões, menos a que existe um Criador. Não, isso é demais. Isso é anti-cientifico.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Termos úteis na evolução?




Eu quero dar uma olhada em um par de termos que tem sido adicionados ao vocabulário evolucionista mas que tem sido ardentemente contestados:

Microevoluçãomudanças evolucionárias que resultam em diferenças dentro de uma espécie ou gênero.

Macroevoluçãosérie de mudanças microevolutivas que resultam em um novo gênero, família, ordem, etc...

Outro dia, um naturalista afirmou que essa distinção não é necessária. O argumento é que existe uma longa linha de mudanças microevolutivas de espécies para espécies, de gênero para gênero, família para família, etc... assim, mudanças macroveolutivas são na verdade a mesma coisa que mudanças microevolutivas ao longo de um período de tempo. Já que no final das contas são a mesma coisa, não existe necessidade de se distinguir entre os dois termos. Essa pessoa mais tarde afirmou que mesmo que se permitisse a distinção em termos, o fato que as pequenas mudanças ao longo do tempo são incontestadas, isso significa que grandes mudanças ao longo do tempo estaria provado; microevolução é incontestada, portanto muita microevolução (macroevolução) está provada.

Esse argumento parece sólido. Cada premissa é verdade, e a lógica é válida. Mas existe uma premissa não declarada. As mudanças macroevolutivas são uma junção de muitas mudanças microevolutivas, mas elas estão em uma série específica que seguem um caminho específico. A premissa faltante nesse argumento é que o caminho do antecessor para a chamada descendência (muitas gerações depois) é claramente um obstáculo.

Em seu livro, "The Edge of Evolution" / O limite da Evolução / Michael Behe mostra que os cientistas tem observado tal obstáculo no laboratório. O obstáculo não é o tempo, mas é o caminho genético que deve ser cruzado para que as mudanças macroevolutivas possam acontecer na realidade. Já que um obstáculo foi observado, nós temos agora uma premissa falsa no argumento. Existe uma diferença entre micro e macroevolução. Muitas mudanças microevolutivas são necessárias para a macroevolução, mas não são suficientes. A outra condição necessária (um caminho genético claro) ainda precisa ser satisfeita. Já que ambas as condições necessárias para macroevolução não foram satisfeitas, estas também não foram ainda demonstradas. E já que mudanças ao longo do tempo foram demonstradas, existe uma necessidade de se distinguir entre os dois. Para prevenir o que confusão entre o que sabemos e o que não sabemos, essa distinção deve ser feita.

Só existe uma maneira que isso pode ser superado pelos naturalistas: encontrar um caminho que seria claro por padrão na natureza. Perceba que eu adicionei adicionei mais uma peça para a premissa faltante: “...claro por padrão na natureza”. Eu tive que adicionar essa última qualificação porque enquanto os cientistas estão procurando por maneiras de superar esse obstáculo, eles estão introduzindo seu próprio processo inteligente de ajuste fino, e então “permitindo que a natureza siga se curso”. Sua conclusão da macroevolução naturalística vai depender em uma premissa que é fundamentada na inteligência. Isso iria minar todo o argumento por uma (macro)evolução naturalística. Mesmo que os cientistas encontrem essa caminho “claro por natureza” no laboratório, vai sempre estar infectado com inteligência. Eu acredito que essa última afirmação será mais bem investigada no contexto de vida artificial pelo próximo livro do bioquímico Dr. Fazale Rana "Creating Life in the Lab: How New Discoveries in Synthetic Biology Make a Case for the Creator" / Criando Vida no Laboratório: Como Novas Descobertas em Biologia Sintética são um Defesa do Criador /.

A questão é que mesmo que os cientistas afirmem ter encontrado um caminho claro natural (superando o obstáculo), devemos investigar essa afirmação mais atenciosamente. Quanto mais os cientistas estão envolvidos em evitar o obstáculo, mais inteligência é necessária para se evitar o obstáculo. Quanto mais inteligência estiver envolvida em evitar o obstáculo, menos os processos naturais estão envolvidos no obstáculo. Quanto menos os processos naturais estiverem envolvidos em evitar o obstáculo, mais o obstáculo se mantem naturalmente. Se o obstáculo se mantém naturalmente, a macroevolução vai continuar sem ser observada e deve continuar a ser distinguida da microevolução.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

A evolução darwiniana mina o pensamento racional



Primeiro, podemos confiar em nossas mentes se não somos nada mais do que produtos da evolução naturalista, tentando lutar, se alimentar, fugir e reproduzir? Charles Darwin tinha uma “inquietante dúvida”, pois se a mente humana se desenvolveu de animais inferiores, por que alguém iria confiar nela? Por que confiar nas convicções da mente de um macaco? O processo evolutivo naturalístico tem interesse em adaptação e sobrevivência – não em crenças verdadeiras; portanto não somente a moralidade objetiva é minada, o pensamento racional também é. Nossas crenças – incluindo as crenças morais – podem nos ajudar a sobreviver, mas não existem motivos para acreditar que sejam verdade. A crença em moralidade objetiva ou dignidade humana podem nos ajudar a sobreviver, mas podem ser totalmente falsos. O problema com o ceticismo (incluindo ceticismo moral) é que eu estou presumindo um processo de raciocínio confiável para chegar a conclusão que eu não posso confiar em minha razão! Se nós confiamos em nosso raciocínio e faculdades morais, nós presumimos uma perspectiva teísta: criados à imagem de um Ser confiável, racional e bom dá sentido ao porque confiamos em nossos sentidos e intuições morais.
Evidence for God: 50 Arguments for Faith from the Bible, History, Philosophy, and Science / Evidência para Deus: 50 Argumentos para a fé da Bíblia, História, Filosofia e Ciência / por Michael Licona, William A. Dembski


Resumindo, usar a razão para chegar ao processo evolutivo da mente simplesmente nos leva a conclusão que a mente não pode ser confiável. Ela não pode reconhecer verdade. Somente instintos de sobrevivência. Portanto, a própria crença na evolução mina a possibilidade de qualquer crença ser verdadeira. É um pensamento auto-destrutivo.

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Notícia importante: acharam o elo perdido

Notícias fresquinhas do Mito da Evolução!!!!!

E não é que acharam o Elo Perdido entre o homem e o macaco? Ou entre o homem e o Gorila? Ou alguma coisa assim...
Macacão esperto.



Isso me lembrou o outro Elo Perdido que eu conheci na Amazônia... Sir Godfrey! Ele quase fez o King Kong da versão de Peter Jackson na Nova Zelândia.

sábado, janeiro 22, 2011

O naufrágio da Evolução



A evolução Darwiniana com sua tese do relojoeiro cego me faz pensar em um grande navio de batalha no oceano da realidade. Seus lados estão fortemente armados com barreiras filosóficas às críticas, e o seu convés está empilhado com grandes armas retóricas para intimidar qualquer possível atacante. Em aparência, é tão inconquistável quanto a antiga União Soviética parecia ser alguns anos atrás. Mas fendeu-se no navio um vazamento e os oficiais mais perceptivos do navio começaram a sentir que todo o poder de fogo do navio não poderá salvá-lo se o vazamento não for fechado. Haverá esforços heróicos para salvar o navio, é claro, e talvez alguns socorristas convidarão os oficiais a encontrar refúgio em botes salva vidas eletrônicos equipados com equipamento de alta tecnologia como séries autocatalíticas e modelos de computador de sistemas auto-organizáveis. O espetáculo será fascinante e a batalha continuará por um bom tempo. Mas no final, a realidade irá vencer.

Phillip E. JohnsonDarwin no Banco dos Réus

domingo, setembro 19, 2010

O Cristianismo é Verdadeiro? A Complexidade Ortogonal


A Complexidade Ortogonal por Peter Grice

(Áudio em MP3 aqui em breve)

Algo parecido com o cristianismo deve ser verdadeiro, na minha opinião, devido a um fenômeno difuso que eu gostaria de chamar de complexidade ortogonal. É diferente de dois conceitos relacionados, a complexidade irredutível e a complexidade específica, conforme descrito em seguida.

Todos os três conceitos se enquadram na categoria geral da teleologia. Telos é um modo de explicação descrito por Aristóteles1, onde um objeto físico ou sistema tem um objetivo que existe em uma relação causal anterior as suas características de forma e função. Em outras palavras, os seus traços servem os interesses de seu propósito.

Por exemplo, nós entendemos que uma faca é para cortar bife. Seu próprio fim teleológico ajuda a explicar por que tanto a faca existe (a função de cortar o bife) e porque tem características particulares (tais como a sua borda serrilhada e o equilíbrio apropriado quando segurado por mãos humanas). Embora uma faca possa ser totalmente mensurada e descrita cientificamente sem invocar a sua finalidade conhecida, esta seria uma redução e uma explicação incompleta.2

Dada a inabilidade das facas de se intencionar e fabricar si mesmas, a implicação clara é que elas são artefatos de seres com inteligência suficiente e poder criativo. Enquanto isso não é contestado em relação a facas de bife, é certamente controversa quando se trata de seres humanos e outros sistemas biológicos, por razões óbvias.

No entanto, parece muito fácil abandonar a discussão contemporânea sobre o tema como "apenas uma forma atualizada" do argumento de William Paley3 – seja lá o que for que isso signifique em detalhes. É justamente o detalhe que importa, pois o argumento de design não é irracional. Pelo contrário, sua aplicação é disputada. Nosso conhecimento da complexidade biológica percorreu um longo caminho nos últimos 200 anos, tornando-se mais aplicável do que nunca para a questão do telos no mundo orgânico.

Complexidade Irredutível4 é a noção de que todas as partes constituintes são necessárias para um determinado sistema biológico manter a sua função em relação ao organismo.5 Complexidade Específica6 refere-se a sistemas que são ambos específicos, como uma única letra do alfabeto, e complexas, como acontece com uma seqüência de letras. Se verificado, qualquer um destes conceitos mostraria que qualquer meandro gradual, de tentativas e erros da evolução naturalista é de fato transcende por inteligência.

O que quero dizer com complexidade ortogonal7 é a confluência de várias vias de desenvolvimento linear, de forma coordenada, resultando em uma estrutura emergente ou um padrão de dimensionalidades diferentes. Esse padrão, tais como o leque impressionante de "olhos" na cauda de um pavão, seria caracterizado como epifenomenal, complexo, especificado e também digital em termos de estruturas descontínuas cruzadas (como pixels em uma tela de computador). O feito deve ser realizado através de cálculos avançados e de uma fusão conceitual muito além que a capacidade de processos lineares indiretos podem obter. Embora estritamente redutível a componentes físicos, a presença de um efeito é real. Ela se dissipa ao invés de participar de uma redução física, então, nesse sentido também é irredutível.

Imagine uma lindo tapete - seu intrincado design adornado é a marca de uma determinada família de artesãos, juntamente com o conhecimento de informações precisas sobre a tecelagem de fios por cima e por baixo para sua reprodução. Reflita um pouco sobre a necessidade de se ter um artesão para o processo.8 Alguém poderia tentar explica-lo desmontando a trama, um fio de cada vez, para mostrar que o tapete é composto inteiramente de fios lineares. No entanto, isso é inadequado como uma explicação completa, pois exclui dados genuínos - o telos do arranjo.

A tapeçaria apresenta complexidade ortogonal na forma de entrelaçamento de suas teias "verticais" com as “tramas” horizontais de fios. Há mais de ortogonalidade em cada ponto de intersecção virtual, com seu cálculo para referenciar o design sobreposto. A tela é um conjunto de segmentos lineares e não uma superfície plana contínua, e aí reside o desafio.

Assim é com a cauda de um pavão, só que aqui a tela "física" abrange uma miríade de filamentos lineares de diferentes escalas, em uma configuração fractal, fixadas em posições precisas no espaço para facilitar o arranjo geral. Assim como um monte de fios pareceria uma má escolha para se pintar uma obra-prima, assim também é afunilar as penas do pavão a uma imagem bidimensional totalmente não condutiva. No entanto, é fácil vê-las sobrepostas.9

No caso do "olho” redondo de uma única pena, isso envolve uma cor requerida abruptamente começar, continuar e parar ao longo de um filamento ou bárbula - todas em locais precisos e comprimentos específicos que só fazem sentido no âmbito do esquema geral. Elementos adjacentes do desenho são justapostos em dígitos adjacentes, com um espaço vazio no meio.

Os mapeamentos envolvidos são análogos aos transformações matemáticas entre dimensões inferiores e superiores. As próprias cores são efeitos de complexas estruturas 3D microscópicas conhecidas como cristais fotônicos,10 introduzindo mais uma outra transformação complexa. Na verdade, toda a panóplia se desenrola a partir de uma codificação linear de informações dentro do DNA.

Se isso confunde a mente dos seres humanos,11 é preciso desconfiar que tudo decorre de forma direta uma vez que a pavoa conspira humildemente com a natureza para simular um tecelão mestre. Somos solicitados a acreditar que as preferências de acasalamento das pavoas são em grande parte responsáveis por esta fenomenal proeza complexa, apesar do caráter disputável de qualquer evidência para isso.12 Mesmo as mais brilhantes mentes humanas não poderiam produzir tal obra-prima, sem ceder à imitação.

Múltiplos níveis interpostos de complexidade ortogonal clamam por uma explicação adequada. Assim como uma tapeçaria relativamente simples, necessita de um tecelão, então parece que ortogonalidade da natureza requer um agente causal transcendente, inteligente, e criativo.

Eu iniciei implicando que isso é parte de um caso cumulativo. Pessoalmente, considero que as provas para o cristianismo são abrangentes e convincentes, e eu encorajo os leitores a explorar isto através dos outros ensaios desta série. Espero que a minha contribuição tenha pelo menos destacado um ponto principal de partida entre explicações rivais. É legítimo que uma postura filosófica anti-sobrenatural rejeite de antemão partes inteiras de evidência potencial para o cristianismo? Parece-me que esta questão gira em torno da qualidade da complexidade que estamos descobrindo agora, o que prejudica a alegação de que telos em biologia é ilusória.

1 Aristóteles atribui ao “telos” o papel de "causa final," a partir de sua doutrina das Quatro Causas expostas, em seu texto Metafísica.
2 Assim o sentido pejorativo do termo reducionismo. Dentro da gama de dados presentes para a compreensão humana, existem categorias inteiras que parecem estar fora dos limites do que somente a ciência é capaz de analisar.
3 O argumento do design de Paley, a partir sua obra de 1802, Teologia Natural, assume a seguinte forma: se por acaso encontrássemos um relógio de pulso em alguns lugar remoto, iríamos perceber sua finalidade óbvia de medir o tempo, e concluiríamos que ele tinha sido projetado. Por analogia, parece racional fazer o mesmo tipo de inferência a partir da intencionalidade aparente de sistemas biológicos, a uma causa inteligente.
4 Um primeiro conceito apresentado por Michael Behe em seu best-seller “A Caixa Preta de Darwin” (1996).
5 Meu texto é significativo, uma vez que os críticos têm sugerido que algumas partes ou subestruturas de um sistema irredutivelmente complexo proposto foram cooptados de outros contextos, mas isso parece fugir do mérito, que é sobre a função do sistema particular no seu contexto atual.
6 defendido por William Dembski em The Design Inference (1998).
7 Ao propor o meu próprio conceito, eu não quero dizer que não é subsumido pelo trabalho de Behe, Dembski e outros, ou que é rigorosamente formulado em outro lugar (eu não sou um teórico da complexidade). No entanto espero que a minha humilde observação irá provocar o leitor a refletir sobre os candidatos para a complexidade ortogonais e a sua explicação adequada.
8 Embora mais tarde ela pode ser reproduzida mecanicamente, como com um tear Jacquard, isso não teria sido possível sem a participação inicial de um agente inteligente.
9 Embora haja ortogonalidade na convergência e divergência no processo do crescimento, a ortogonalidade mais interessante e sofisticada é a sobreposição do desenho 2D familiar para a estrutura subjacente.
10 Veja, por exemplo, http://www.nnin.org/doc/2007nninREUSmyth.pdf (em inglês)
11 Não é de admirar Charles Darwin escreveu a um colega ", Pequenos elementos estruturais, muitas vezes me deixam muito desconfortável. A visão de uma pena na cauda de um pavão, sempre que eu olho para ela, me deixa doente".
12 Takahashi et al. Pavoas não preferem os pavões com caudas mais elaboradas; http://bit.ly/aK3BzL

quarta-feira, abril 14, 2010

Os 10 Mitos da Evolução


Para aqueles que viram um ou outro dos 10 mitos da evolução darwiniana (sendo a evolução um mito em si), colocamos abaixo os links para todos os 10 mitos.
Leia cada um desses mitos e esteja preparado para a próxima vez que alguém lançar alguns desses jargões evolucionistas. Saiba como responder.





Mito 5 - Design ruim





terça-feira, abril 13, 2010

Mitos da Evolução: Mito 1 - Todos os cientistas concordam


Quando tudo já foi dito e feito, a "prova final" da evolução é um apelo à autoridade humana. Nós somos muitas vezes lembrados por anti-criacionistas que praticamente todos os "verdadeiros" cientistas concordam que a evolução aconteceu.
Ao analisar esse mito, deve-se ter em mente que aqueles que fazem essa afirmação muitas vezes confiam na crença de que os verdadeiros cientistas só são aqueles que aceitam a evolução. O argumento, portanto, essencialmente se resume a isto: os evolucionistas concordam que a evolução aconteceu. Isto, naturalmente, é um argumento absurdo, e nós poderíamos facilmente dizer que os criacionistas concordam que a criação aconteceu.
O principal problema, no entanto, é que mesmo que cada pessoa aceite uma idéia, isso não torna essa idéia correta. A história da ciência (e da humanidade) esta cheia das “visões da maioria” que estavam incorretas. Evolução é uma outra idéia desse tipo. Em segundo lugar, muitos cientistas aceitam a evolução, porque a única alternativa é o design, que é contrária a suas crenças naturalistas. Eles têm um compromisso prévio para manter qualquer interação miraculosa longe de suas visões de mundo, e eles aceitam a evolução por padrão.
Finalmente, há um número crescente de cientistas, criacionistas e não criacionistas, que não veem as supostas evidências para a evolução como válidas ou aceitáveis. A verdade da questão é que enquanto alguns evolucionistas gostariam que criacionistas como nós não existissem, mas nós existimos, já passou a hora dos mitos da evolução e do próprio mito da evolução serem dispensados uma vez por todas.

segunda-feira, abril 12, 2010

Mitos da Evolução: Mito 2 - A seleção natural é a evolução em ação


A seleção natural é a força motriz por trás da evolução. Este mantra foi repetido com tanta frequência tantas vezes que as pessoas confundem as duas ideias. Mas são a evolução e a seleção natural a mesma coisa?
A resposta curta é que este é um dos mitos mais frequentemente repetidos. A seleção natural é um processo observável que certamente não foi descoberto pela primeira vez por Charles Darwin. Espécies com determinadas características sobrevivem melhor num determinado ambiente. No entanto, a seleção natural é não direcional e não leva a lugar nenhum. Ou seja, se o ambiente muda, os membros de uma espécie que anteriormente eram melhores adaptados podem agora não mais o ser. A evolução, por outro lado, é um processo inobserváveis que requer direção (dinossauros para as aves, por exemplo).
A seleção natural só pode agir de acordo com as informações que já existem. Quando certas características são selecionadas, o conjunto de informação genética diminui. As mutações não se mostraram capazes de reverter esse processo. Esta perda de informação pode tornar membros da mesma espécie criada incapazes de reproduzirem uns com os outros, mas isso apenas enfatiza quanta perda pode acontecer.
Muitos evolucionistas gostariam de dar poderes à seleção natural que ela não tem. Não deixe que eles enganem você.

domingo, abril 11, 2010

Mitos da Evolução: Mito 3 - Mito 3: Resistência aos Antibióticos


Mito 3: Resistência aos Antibióticos

Você pode ter ouvido este em algum momento. O desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos (e plantas e insetos resistentes a pesticidas) é proclamado aos quatro ventos como prova da evolução acontecendo "agora mesmo". As pressões seletivas forçam estes organismos a evoluir, pelo menos, esta é a forma como os evolucionistas explicam o evento.
As bactérias desenvolveram resistência aos antibióticos? Sim, isto é um fato bem documentado pela ciência. Isso prova a evolução darwiniana? Não, nem de perto. Mais uma vez, os evolucionistas tomam as observações e as passam através de seus filtros de visão de mundo. O problema (para os evolucionistas) é que as mutações que fazem as bactérias (e outros organismos) superar as pressões ambientais não são as mutações de “ganho de informações” necessárias pelo postulado de Darwin. Na verdade, estas mutações geralmente vêm com um preço exorbitante para o organismo – um preço que geralmente não aparece até que a pressão ambiental seja removida - e muitas vezes, significa a incapacidade de competir com as bactérias não-mutantes.
Bactérias, de fato, mostram a criatividade incrível de Deus na medida em que podem trocar de DNA com outras bactérias. Esta característica surpreendente revela as provisões que Deus fez por elas para sobreviverem em um mundo decaído e as rápidas mudanças dos ambientes. No entanto, elas não têm como e não podem evoluir para outra coisa. Elas foram e sempre serão bactérias.

terça-feira, abril 06, 2010

Mitos da Evolução: Mito 4 - órgãos vestigiais


Enquanto a evolução faz seu trabalho sujo, ela deixa para trás vestígios de sua maquinações, ou é assim que diz o argumento. Os evolucionistas afirmam que os seres humanos e outros animais possuem órgãos e DNA restantes que provam o poder de mutações e da seleção natural. Na verdade, isto é frequentemente apresentado como uma refutação poderosa contra os criacionistas.
Mas o mito pára aqui. Se um órgão perde a função, isto prova apenas que o órgão perdeu a função. Muitas vezes, porém, este tipo de afirmações são prematuras e com base nas expectativas da evolução. O apêndice, por exemplo, já foi um bastião do vestigialismo, mas agora sabemos qual é a sua função. Alguém pode pensar, de fato, quanto o pensamento evolucionista tem retardado a ciência, afirmando que as coisas não são mais necessárias.
No final, a perda da função (após todas as outras possibilidades terem sido eliminadas) é uma melhor evidência de um mundo que está em decadência, o que é exatamente o que a Bíblia diz sobre o universo em que vivemos.

sábado, abril 03, 2010

Mitos da Evolução: Mito 5 - Design ruim


Se olharmos à nossa volta (e até mesmo em nossos próprios corpos), veremos muitas estruturas que parecem mostrar design menos do que ótimo. O que isto significa para alguns evolucionistas é que isso prova que não há nenhum criador. Afinal, um criador inteligente como Deus não teria feito desenhos imperfeitos.
Desmistificar o mito requer muito pouco esforço. Primeiro de tudo, como pode o ser humano julgar o que é o melhor projeto? Alguns projetos requerem um equilíbrio de eficiência e eficácia, tal como encontramos no olho humano (uma estrutura perfeitamente adequada para a vida humana). Além disso, dificilmente poderíamos esperar que um universo que foi amaldiçoado com a degeneração do pecado há mais de 6.000 anos manteria o seu design de forma perfeita. O fato de continuarmos a sobreviver, no entanto, é uma evidência de quão bom o projeto original era. Por último, o crescimento do campo biomimético (copiar o design da natureza) nos mostra que a criação de Deus (mesmo em seu estado caído) oferece uma riqueza de potencial de design – e um bom design.

sexta-feira, abril 02, 2010

Mitos da Evolução: Mito 6 - homens-macaco e a licença artística


A sutil montagem macaco-para-humano que mostra um ser como macaco na esquerda lentamente se tornando um ser humano no lado direito faz tanto parte da nossa cultura que qualquer um pode reconhecê-la. Museus de história natural e programas de TV nos dão um suposto vislumbre do passado e como os ancestrais do humanos poderiam ter parecido. Pena que é tudo uma farsa.

Fósseis de macacos são difíceis de encontrar, mas várias espécies foram encontradas. No entanto, um fóssil de macaco novo não gera tanto interesse ou prestígio como se for chamado de ancestral "humano", razão pela qual há tanta atenção em como fósseis de macacos estão ligados com a história da evolução. O desejo de "preencher as lacunas" leva a muitas conclusões falsas. Por exemplo, algumas das supostas características “bípedes” encontradas em fósseis também são encontrados em macacos vivos que não são bípedes.
Na verdade, imaginação, ânsia e pressupostos influenciam em grande medida as “reconstruções” que encontramos em revistas, livros e na TV. Desfrute da ciência, mas não seja enganado pela ficção.

quinta-feira, abril 01, 2010

Mitos da Evolução: Mito 7 - Semelhanças DNA entre macacos e homem


Uma grande prova para a evolução humana é, segundo os evolucionistas, a alegada similaridade de 98% entre o DNA humano e o do chimpanzé e a evidência da fusão cromossômica. Livros didáticos nos dizem que isso prova a ancestralidade comum dos seres humanos e macacos com seres simiescos que viveram há milhões de anos atrás.
O que faz disso disto um mito, porém, é que os evolucionistas se esquecem de mencionar o problema com este argumento. Por um lado, a porcentagem de similaridade pode soar impressionante (dependendo da porcentagem que você encontrar), mas isso representa milhões de letras de diferença no DNA. Some a isso as muitas diferenças no DNA que não estão representadas nos 98% semelhantes (tais como deleções) e as diferenças epigenéticas e o abismo cresce. Em segundo lugar, ver a “história” dos seres humanos evoluindo a partir chimpanzés pelo DNA e cromossomos requer um compromisso prévio com a evolução. Os evolucionistas interpretam os dados para dizer o que eles querem que eles signifiquem, à luz do mito de Darwin.
Embora haja semelhanças entre macacos e seres humanos, esta também é uma forte evidência de um Designer comum, que deu a humanidade características diferentes de qualquer outra criatura que Ele fez. Mas isso não impede os evolucionistas, conscientemente ou não, de usar isso como propaganda direta, como no mito número 6.

quarta-feira, março 31, 2010

Mitos da Evolução: Mito 8 - Clara existência de transições fósseis


Darwin se desgastou com a falta deles, os paleontólogos ainda estão procurando por eles, mas eles são muitas vezes apresentados como o fundamento da teoria evolucionista. O que são eles? Fósseis de transição. De acordo com os evolucionistas, os fósseis de transição são escassos por uma série de razões: (1) fósseis, em geral, apenas nos dão um vislumbre do passado, (2) equilíbrio pontuado pode causar geologicamente “rápidas” mudanças nas espécies, e (3) que não são tão fáceis de distinguir. No entanto, muitos de nós temos visto as supostas séries fósseis do cavalo e da baleia e o novo “elo perdido” chamado Tiktaalik.
Devemos no lembrar, no entanto, que os fósseis não vêm com etiquetas dizendo quando e como o animal foi enterrado, o seu estilo de vida, e se ou como ele estava relacionado a uma outra espécie. Os cientistas devem fazer suposições razoáveis baseadas no que eles acreditam sobre o passado e extrapolações a partir dos dados. Sem uma fonte objetiva de informações, esses pressupostos são frequentemente ligados à visão subjetiva evolutiva. Cientistas criacionistas, por outro lado, veem o registro fóssil como evidência tanto para um dilúvio global e também para a incrível diversidade das espécies de animais originalmente criados.
Porque há uma falta de formas de transição (e as encontradas, incluindo “as baleias que andam” e peixes, são controversas para dizer o mínimo), os evolucionistas tem de recorrer a embaçar as linhas e afirmar que já que todas as espécies estão em transição, não devemos esperar encontrar “elos perdidos”. Talvez a razão de não encontrarmos verdadeiras formas de transição é porque uma espécie criada não vai, não pode, e nunca se transformou em outra espécie criada.

terça-feira, março 30, 2010

Mitos da Evolução: Mito 9 - Estruturas homólogas (similares) mostram evoluções passadas


É um marca de quase todos os livros de biologia no mercado: desenhos de ossos coloridos que mostram como a evolução deixou suas impressões digitais em animais de ascendência comum. Esses desenhos apontam estruturas semelhantes como prova de que todos vêm de um único ancestral. A prova, dizem, é tão evidente quanto a sua mão na frente do seu rosto.
Objetivamente, porém, o design e a função similares nada podem provar. Um iPod e um iPhone podem ter partes muito semelhantes, por exemplo, mas isso certamente não significa que o iPhone evoluiu a partir do iPod devido a falhas de hardware. Em vez disso, porque temos conhecimento objetivo da história, sabemos que a mesma empresa desenhou ambos aparelhos, o que explica o design semelhante.
Da mesma forma, as estruturas semelhantes em animais são provas muito fortes de um único designer deixando sua marca nas obras de Sua criacão. Designers humanos frequentemente usam soluções semelhantes em toda uma vasta gama de produtos. Por que achar que Deus não faria o mesmo?
Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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