segunda-feira, janeiro 16, 2012
Terra média
Estamos saindo de férias novamente. Pela primeira vez tanto a Vivian quanto eu conseguimos marcar uma data de mais de uma semana juntos. E estamos indo por uns dias para a Terra Média, quero dizer, para a Nova Zelândia, um antigo sonho nosso (achou que eu torcia para os All Blacks à toa?). Portanto, acredito que pelas próximas duas semanas não vamos conseguir publicar muita coisa por aqui, talvez algumas fotos. Temos nossos queridos amigos que também nos ajudam com o blog e é possível que alguém se sinta inspirado e publique alguma coisa.
Estejam orando pela gente, pelos nossos embarques (viajando stand by, quem é da aviação sabe o que é isso) e por um tempo bom de descanso. Voltaremos prontos para muito trabalho e evangelismo em 2012.
Até a volta! Kia ora!
domingo, janeiro 15, 2012
Ofensa pela internet?
quinta-feira, janeiro 12, 2012
Dica de livros cristãos para 2012
Ano novo, novas metas.
Já falamos semana passada sobre boas resoluções cristãs para esse
novo ano que ainda está em seu começo. Gostaria também de
recomendar uma lista de livros para esse ano. Alguns deles com
certeza estarão na minha lista. Eu copiei essa lista de KennethSamples, do Reasons to Believe. São seis clássicos cristãos que
devem fazer parte da sua biblioteca, especialmente se você deseja ir
mais fundo na teologia, filosofia e apologética cristã.
“Confissões” por
Santo Agostinho. Uma obra autobiográfica. Agostinho confessa seus
pecados, fala de sua nova fé e a grandeza de Deus.
“A Encarnação do
Verbo” por Santo Atanásio. É uma excelente obra sobre a pessoa e
a natureza de Cristo, escrita por uma das mais sábias e heroicas
figuras da história do cristianismo.
“Cur Deus Homo”
(Latim: Por que Deus se fez homem?) por Santo Anselmo. Essa poderosa
obra teológica explica porque Jesus Cristo precisava ser tanto Deus
quanto homem para poder redimir os pecados da humanidade.
“A Escravidão da
Vontade” por Martinho Lutero. Esse é um dos mais importante
trabalhos da Reforma.
“Pensamentos” por
Blaise Pascal. Escrita por um dos fundadores da ciência moderna,
esse livro é considerado uma obra prima do pensamento cristão.
“Cristianismo Puro e
Simples” por C.S. Lewis. Uma clara e poderosa apresentação
apologética das doutrinas cristãs. Um livro básico para todo
apologista.
E você? Quais são os
seus livros recomendados para 2012? Ou mesmo qual você leu em 2011
que lhe foi útil em seu crescimento cristão? Lembre-se que a Bíblia
é o mais básico de todos e nenhum crescimento verdadeiro haverá se
você se negar o alimento principal.
quarta-feira, janeiro 11, 2012
terça-feira, janeiro 10, 2012
Tem problema quem não conhece Jesus?
Um dos papeis de todo
cristão é pregar o evangelho. Levar a palavra de salvação para o
mundo. Isso é bem estabelecido na igreja, poucos disputam a validade
de tal papel. Mas algo que pouca gente dá atenção é como isso
deve ser feito. Menos ainda se fala sobre as ferramentas para esse
trabalho e nada sobre as formas táticas de se apresentar o
evangelho. E por conta disso, temos por aí algumas frases que na
minha opinião fazem mais mal do que bem à causa de Cristo.
Leia com atenção a
frase do adesivo acima: "Tem problema quem não conhece Jesus”. Em
um primeiro momento, essa frase não parece ter problema algum. E eu
concordo. Existe até uma verdade bíblica embutida nesse texto. A
propósito, tirei essa foto de um carro estacionado quando saíamos
da academia. Não resisti. Também não conheço os donos, não sei
qual linha protestante (se são protestantes) eles fazem parte nem
com qual intenção eles colocaram isso aí. Estou analisando o texto
em si mesmo, não as intenções deles (parece que hoje precisamos
escrever isso toda vez que vamos fazer qualquer análise ou crítica
da igreja).
Antes de falar sobre a
verdade que existe nesse texto e o quanto é necessário de
conhecimento para entendê-la, quero primeiro dizer o que acho de tão
perigoso nessa frase.
Quando vamos comunicar
o evangelho, devemos nos preocupar como a outra pessoa vai entender
aquilo que estamos comunicando. Já falamos sobre o uso do “crentês”no evangelismo, mas estou nesse momento falando sobre como uma frase
assim pode ser entendida por quem não é do meio cristão. Várias
mensagens podem ser transmitidas. Por exemplo, que a pessoa que não
conhece Jesus tem algum problema, pois pra não conhecer Jesus, algo
de errado está acontecendo com você. Pode parecer pejorativo: eu
sou melhor que você porque eu conheço Jesus, você não. Pode
também transmitir a perigosa ideia que, se você vier pra Jesus,
todos os seu problema serão resolvidos. Sua vida irá de vento em
pompa, benção atrás de benção. Essa mensagem perigosa é a
apresentada pelas várias igrejas da teologia da prosperidade, que
enganam as pessoas em sua maioria gananciosas que estão ansiosas
para serem enganadas com um tipo de evangelho que é bem diferente do
bíblico. Não devemos e não podemos proclamar o evangelho dessa
maneira.
Uma outra coisa que me
incomoda nessa mensagem é que ela no máximo deixa a pessoa com um
problema, mas sem uma dica de direção. Eu sou a favor de as vezes
deixar uma pedra no sapato da pessoa e deixar que ela corra atrás da
resolução. Quando fazemos evangelismo, dificilmente levamos a
pessoa a fazer a famosa “oração do pecador pra aceitar Jesus”.
Preferimos deixar o Espírito Santo trabalhar no coração daquele
que recebe o evangelho e Deus irá cuidar da conversão. Mas acredito
que só podemos deixar pedras nos sapatos quando estamos sendo claros
sobre as coisas, não quando estamos transmitindo uma mensagem
ambígua.
Agora, vamos falar
sobre o componente de verdade que existe nesse adesivo. Quando
conhecemos Jesus, o conhecemos de forma salvífica, nosso maior
problema vai embora. A condenação que estava sobre nós é retirada
e nos tornamos filhos de Deus. Esse é o grande problema que a pessoa
que não conhece Jesus de forma salvífica tem. Mas reflita comigo. É
isso que vem a mente do não cristão quando ele lê essa frase? É
possível, mas pouco provável. Esse tipo de conclusão só pode ser
acessada por aqueles que possuem um conhecimento mínimo de teologia
cristã. A pessoa precisa saber que Deus é santo, que ela é uma
pecadora, que o seu destino eterno seria o inferno por causa de seus
pecados, que Jesus morreu na cruz por nós e ressuscitou ao terceiro
dia e que ela precisa se arrepender de seu pecados e colocar sua fé
em Cristo para sua salvação. Nenhuma dessas mensagens são
transmitidas pelo adesivo, não temos como saber o quanto a pessoa
sabe e o que ela vai pensar sobre o texto. Por isso, sejamos claros
na transmissão do evangelho, usando nossa mente para pensarmos um
pouco mais sobre o que queremos com o nosso evangelismo.
“Espere um pouco”,
você pode estar pensando. “Mesmo que tudo o que você escreveu
seja verdade, as pessoas ainda podem se converter lendo esse
adesivo”. Isso é verdade. As pessoas podem ser converter lendo
esse adesivo e não lendo esse adesivo. As pessoas são salvas nos
lugares e nas situações mais inesperadas. A salvação vem do
Senhor (Salmo 3:8). Mas isso não é desculpa para fazermos um
trabalho ruim na transmissão do evangelho. Temos uma
responsabilidade na nossa obra evangelística. Nossa responsabilidade
é transmitir o evangelho e devemos fazer essa tarefa da melhor
maneira possível. Converter é o trabalho de Deus.
Ainda bem que Ele
converte as pessoas apesar das nossas falhas.
segunda-feira, janeiro 09, 2012
Segundas terminológicas: atributos de Deus
Atributo, atributos de Deus:
Em geral, atributo é uma característica ou qualidade usada para descrever um objeto ou uma pessoa. Quando se trata dos atributos de Deus, os teólogos chamam atenção para as características ou qualidades essenciais ao nosso entendimento dele, à medida que ele se relaciona conosco como seres criados. Entre os atributos que a teologia clássica estabelece estão santidade, eternidade, onisciência, onipotência, onipresença e bondade. Para alguns teólogos, o amor também é um atributo de Deus, enquanto para outros o amor se relaciona mais com o próprio se de Deus.
Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.
domingo, janeiro 08, 2012
Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis? - Podemos Saber o que os Manuscritos Originais dos Evangelhos diziam?
Parte
2 – Podemos Saber o que os Manuscritos Originais dos Evangelhos
diziam?
Quando
nós abrimos uma Bíblia e procuramos pelos evangelhos, nós os
encontramos traduzidos para o português, ordenadamente ajuntados no
início do Novo Testamento, completos com nome do livro, número dos
capítulos e versículos, pontuação, parágrafos e hoje em dia,
normalmente com título nos capítulos e notas de referência. Nada
disso estava presente nos manuscritos originais dos escritos que
conhecemos como Mateus, Marcos, Lucas e João (sim, mesmo a pontuação
não estava presente nos documentos originais). O que encontramos em
nossas Bíblias é o resultado do processo de preservação, tradução
e publicação. Faz sentido perguntarmos se o que lemos carrega
qualquer semelhança com o que os autores dos evangelhos redigiram
quase 2000 anos atrás. Podemos saber o que os manuscritos originais
dos evangelhos diziam?
Não
é incomum atualmente para algumas pessoas responderem “não”
para essa pergunta, apesar de quase inevitavelmente, esses céticos
não terem a menor ideia do que estão falando. Os críticos do
cristianismo muita vezes alegam que os evangelhos como os conhecemos
carregam pouca semelhança com os originais. Esse criticismo aparece
nos lábios de Sir Leigh Teabing, um historiador fictício em O
Código Da Vinci, de Dan Brown. Teabing "revela" a verdade
sobre Jesus e o cristianismo primitivo para Sophie, uma ingênua e
disposta aprendiz no romance e seu “aprendizado” também reflete
o aprendizado dos leitores. Dessa forma tipicamente condescendente,
Teabing começa a iluminar Sophie sobre a verdadeira natureza da
seguinte forma:
sábado, janeiro 07, 2012
Dia da Liberdade de Culto
![]() |
| A Primeira Missa no Brasil, quadro de Victor Meireles, 1860. |
Hoje, dia 7 de Janeiro,
comemora-se o Dia da Liberdade de Culto (eu sei disso porque comprei
uma agenda nova para 2012 que vem com todas as datas comemorativas).
Esse não é um dia muito lembrado, não temos também como lembrar
de todas as datas, já que temos comemoração praticamente todos os
dias do ano. Alguns dias temos mais de uma. Mas eu quero chamar a
nossa atenção nessa data para dois ponto esquecidos mas
importantes. Pelo menos, gostaria que fizéssemos uma reflexão sobre
eles.
O primeiro ponto é que
nós não valorizamos a liberdade de culto. Já temos isso como algo
garantido, como algo que não pode ser abalado e que, como tudo
aquilo que vem fácil (para nossa geração, já que gerações
anteriores sofreram mais ou menos por causa disso) não damos o
devido valor a essa conquista. Muitos dos nossos irmãos são
perseguidos ao redor do mundo, especialmente em países islâmicos e
nos poucos de governos ateus, como a Coreia do Norte. Para
informações mais detalhadas sobre a perseguição que a igreja
sofre ao redor do mundo, veja o site do Portas Abertas.
Valorize a sua
liberdade de culto, se você a tiver. Pense em quantas Bíblias
talvez você tenha em casa, mas nunca leu nenhuma delas? Quantos de
nossos irmãos não dariam tudo o que tem para ter uma Bíblia
inteira em suas mãos e nós temos várias? Posso ver cinco na
estante em minha frente, fora as outras que estão nos outros
cômodos.
Podemos nos reunir em
cultos de adoração a Deus de forma pública e aberta, sem nos
preocuparmos com uma invasão por parte da polícia prendendo todo
mundo por uma reunião ilegal. Essa não é a realidade para muita
gente.
Deus presenteou o nosso
país com essa liberdade de culto. Não devemos desperdiçá-lo.
O segundo ponto, tão
importante quanto o primeiro, é que nossa liberdade de culto
encontra-se sim ameaçada, mas de uma forma muito sutil.
Indiretamente, temos um movimento trabalhando pelos cantos para impor
seu estilo de vida, com aprovação do governo e para alterar nossas
crenças, com aprovação do governo, em relação à questões
morais. Estou falando sobre as novas leis ditas “homofóbicas”.
Uma regulação do
governo sobre até onde pode ir nossa liberdade de culto é normal.
Por exemplo, se uma religião diz que adora Baal e quer sacrificar
crianças de colo em adoração ao seu deus (como faziam os
cananeus), o governo irá intervir e não permitirá tal coisa. Isso
não é limitar a liberdade de culto, mas sim proteger a vida. Mas
esse caso não pode ser análogo com a crença cristã em relação à
homossexualidade. De acordo com as Escrituras, tanto no Velho quanto
no Novo Testamento, o homossexualismo é pecado (Levítico 18:22,
20:13; Romanos 1:25-27; 1 Coríntios 6:9-10), um grande desvio do
padrão natural estabelecido por Deus para o relacionamento sexual do
ser humano, uma ofensa direta contra a criação. Assim como outros
comportamentos humanos (mentir, roubar, matar, adulterar, desonrar os
pais), o homossexualismo é pecado, uma comportamento pecaminoso, que
deve ser abandonado por todos aqueles que se tornarem salvos em Jesus
Cristo (assim como os outros comportamentos pecaminosos). Estamos
falando sobre comportamentos. A igreja, como qualquer outro grupo,
tem o direito de estabelecer quais comportamentos são ou não
aceitáveis entre os seus seguidores. Um grupo de vegetarianos pode
estabelecer que só aceitará em seu grupo aqueles que não comem
carne. Isso não é descriminação. Assim como a igreja declarar que
o homossexualismo é pecado e um comportamento desviante, também não
é descriminação. Não estamos limitando ninguém baseado em suas
origens (judeus, gentios), nacionalidade (você pode ser de qualquer
país), cor da pele (todas as tonalidades são bem vindas) ou sexo
(homens e mulheres). Estamos falando sobre comportamentos.
Mas alguns grupos de
defesa da causa homossexual não enxergam a coisa assim. Eles estão
em uma cruzada para impor seu estilo de vida como aceitável para a
sociedade, toda a sociedade e estão dispostos a criminalizar aqueles
que não concordarem com eles. Um novo tipo de ditadura se aproxima
no horizonte, uma ditadura das ideias. E um dos principais alvos
dessa ditadura é a igreja de Cristo.
Enfim, vamos valorizar
a nossa liberdade de culto e lutar por ela. Eu sei que muitos de nós
achamos que uma boa perseguição faz bem para a igreja, já que sob
perseguição severa a igreja costuma prosperar e crescer. Se a
perseguição vier, que venha, mas que não seja por nossas mãos ou
por nossas falhas. E enquanto tivermos a liberdade de culto, devemos
usá-la, assim como a perseguição, para a glória de Deus.
Feliz Dia da Liberdade
de Culto!
quarta-feira, janeiro 04, 2012
terça-feira, janeiro 03, 2012
Resoluções bíblicas para 2012!
Pelos segundo ano
consecutivo tivemos o privilégio de estarmos juntos aos nossos
queridos irmão na passagem do Ano Novo. Esse ano, como de costume,
ouvimos uma maravilhosa mensagem* bastante relevante ao tema:
resoluções de Ano Novo para o cristão, de acordo com a Bíblia. A
mensagem é baseada no texto de Mateus 6:9-13, a famosa oração do
Pai Nosso. Apesar de ser um texto bem conhecido, vamos lê-lo
novamente:
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;O pão nosso de cada dia nos dá hoje;E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Podemos listar cinco
resoluções de Ano Novo para o cristão:
- Santificar o nome de Deus obedecendo seus mandamentos, defendendo a Verdade e zelando por seu povo (v.9).
- Reconhecer a autoridade de Deus cumprindo sua vontade (v.10).
- Confiar na provisão de Deus deixando de lado toda ansiedade, e ser grato por aquilo que suficientemente me é dado (v.11).
- Arrepender-me prontamente de meus pecados e buscar imediatamente o perdão e restauração de Deus (v.12) [e estar pronto a perdoar aqueles que me me ofenderam].
- Evitar toda tentação revestindo-me da proteção que Deus oferece (v.13).
Agradecimentos ao meu
irmão Isaac Araújo pela compilação dos pontos!
É bem possível que
você tenha suas resoluções para esse ano de 2012 que se inicia.
Entre eles podemos ter emagrecer, comprar um carro, estudar ou
qualquer outra coisa (esses eram os meus do ano passado, na
verdade...). Mas sejam quais forem as suas resoluções, os cincos
pontos da oração do Pai Nosso devem estar na sua lista. Nenhuma
resolução de Ano Novo jamais poderá ser completa na vida de um
cristão se ela não começar e terminar com Aquele que é o motivo e
a razão de nossa existência: Jesus Cristo. Não devemos jamais nos
esquecer que o nosso Senhor nos prometeu mais pra frente nesse mesmo
capítulo de Mateus:
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Mateus 6:33
*Mensagem do Pr. Marcos
Granconato, da Igreja Batista Redenção.
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Segundas Terminológicas: ateísmo
Ateísmo:
Sistema de crenças cuja afirmação categórica é a inexistência de Deus. O ateísmo também afirma em geral que a única forma de existência é o universo material, sendo ainda mero produto do acaso ou do destino.
Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.
domingo, janeiro 01, 2012
Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?
Parte 1 Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?
Na minha série Unmasking the Jesus Seminar (Desmascarando o Seminário de Jesus, em inglês), eu mostrei que o Jesus Seminar, basicamente um ajuntamento de estudiosos do Novo Testamento, parecia ser uma tentativa objetiva para determinar o que Jesus realmente disse (e fez). Mas, de fato, era parte da visão geral de seu fundador, Robert Trunk, para diminuir o cristianismo ortodoxo e especialmente seu entendimento e fé em Jesus. O ajuntamento de Professores do Seminar, combinado com a metodologia que eles seguem em seus trabalhos, predeterminaram os resultados do Seminar. Começando com um extremo ceticismo em relação à confiabilidade dos evangelhos como fontes históricas sobre Jesus, o Jesus Seminar concluiu – surpreendentemente! - que os evangelhos nos dizem relativamente pouco sobre o Jesus histórico. Eu não quero afirmar que cada um dos eruditos do Jesus Seminar era um erudito ruim (alguns eram muito bons), ou que qualquer coisa que o Seminário produziu era lixo. Mas no todo, o impulso principal do trabalho do Seminar foi tanto academicamente suspeito quanto prejudicial para a ortodoxia cristã.
Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis? - Capa
![]() |
| Manuscrito P52, considerado o mais antigo, de cerca 125 d.C. Evangelho de João 18:31-33 |
Um das ideias mais comumente e primeiramente atacadas quando se fala em cristianismo é a questão da confiabilidade das Escrituras, especialmente dos relatos encontrados nos Evangelhos. Podemos confiar nesses textos? Eles são frutos de testemunhas oculares ou foram escritos centenas de anos depois do suposto acontecimento dos fatos? História ou ficção? Essas são perguntas importantes que a igreja precisa estar preparada para responder.
É por isso que ao longo desse ano de 2012, vamos postar 30 artigos escritos pelo Reverendo Dr. Mark D. Roberts, que graciosamente nos autorizou a traduzir o seu material para o português. Semanalmente, vamos postar cada um dos textos que poderão se tornar um e-book ao final desse período, que servirá como uma ferramente importante na defesa da confiabilidade dos Evangelhos.
A cada nova postagem, o link será atualizado nessa página, que servirá como capa para os artigos.
Esperamos que esses textos sejam benção na sua vida, assim como foram nas nossas e sejam como um presente de Ano Novo para todos aqueles que desejam sinceramente saber se os Evangelhos são confiáveis ou não.
Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?
Por Rev. Dr. Mark D. Roberts
Parte 1 – Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?
Parte 2 – Podemos Saber o que os Manuscritos Originais dos Evangelhos diziam?
Parte 3 – Quando os Evangelhos do Novo Testamento Foram Escritos?
Parte 4 – Que Fontes os Autores dos Evangelhos Usaram? Secção A: Fontes Escritas
Parte 5 – Que Fontes os Autores dos Evangelhos Usaram? Secção B: Fontes Orais
Parte 6 – Os Autores dos Evangelhos Conheceram Jesus Pessoalmente? Secção A
Parte 7 – Os Autores dos Evangelhos Conheceram Jesus Pessoalmente? Secção B
Parte 8 – Os Autores dos Evangelhos Conheceram Jesus Pessoalmente? Secção C
Parte 9 – O que São os Evangelhos? História? Ficção? Biografia? Ou . . . ?
Parte 10 – Que Diferença Faz que Existam Quatro Evangelhos? Secção A
Parte 11 – Que Diferença Faz que Existam Quatro Evangelhos? Secção B
Parte 12 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção A
Parte 13 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção B
Parte 14 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção C
Parte 15 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção D
Parte 16 – Se os Evangelhos são Teológicos, Podem Ser Históricos? Secção A
Parte 17 – Se os Evangelhos são Teológicos, Podem Ser Históricos? Secção B
Parte 18 – Se os Evangelhos são Teológicos, Podem Ser Históricos? Secção C
Parte 19 – Os Relatos de Milagres Denigrem a Confiabilidade dos Evangelhos? Secção A
Parte 20 – Os Relatos de Milagres Denigrem a Confiabilidade dos Evangelhos? Secção B
Parte 21 – As Fontes Históricas do Período dos Evangelhos dão Suporte à sua Confiabilidade? Secção A
Parte 22 – As Fontes Históricas do Período dos Evangelhos dão Suporte à sua Confiabilidade? Secção B
Parte 23 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção A
Parte 24 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção B
Parte 25 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção C
Parte 26 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção D
Parte 27 – Os Evangelhos Refletem a Agenda Política da Igreja Primitiva? Secção A
Parte 28 – Os Evangelhos Refletem a Agenda Política da Igreja Primitiva? Secção B
Parte 29 – Os Evangelhos Refletem a Agenda Política da Igreja Primitiva? Secção C
Parte 30 – Pensamentos Finais: Sobre os Evangelhos e a Fé
Copyright © 2005 by Mark D. Roberts
sábado, dezembro 31, 2011
Feliz 2012!!!!
Um Feliz 2012 para todos os nossos queridos amigos (e os que não são tão amigos assim).
Que nesse ano que se inicia o foco da sua vida possa ser um só: Jesus Cristo, Deus. Lembre-se do quanto Ele ama você, a ponto de humilhar para te salvar.
De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8
quarta-feira, dezembro 28, 2011
Fogo amigo ou, como fazemos propaganda ruim de nós mesmos
Uma das coisas legais
de se envelhecer é ver todo o processo de crescimento que tanto nós
quanto aqueles ao nosso redor passam. Houve a época do namoro,
depois do noivado e enfim o casamento. A Vivian e eu fomos uns dos
primeiros entre os nossos amigos de igreja a casar, cinco anos atrás
e depois disso, vários deles foram noivando e casando, garantindo
para nós alguns casamentos a cada ano para ir. E no último que
fomos, passei um bom tempo conversando com um irmão e amigo sobre a
atual situação da igreja. Entre os vários tópicos que tratamos no
tempo que tivemos, falamos sobre um que me pareceu interessante: como
nós cristãos representamos a nós mesmos.
Uma das coisas que meu
amigo disse é que na internet, existe muita coisa boa. Muitos blogs
e sites bons com material legal e que têm feito um bom trabalho de
admoestação. Mas às vezes, a admoestação se torna pura e simples
maledicência e o motivo e razão para existência de certos
ministérios é falar mal. Concordando com ele, eu disse que nós
estamos entre os primeiros a falar mal e fazer propagando ruim sobre
nós. Esse é uma prática comum no meio cristão e tem se tornado
ainda mais intensa com o advento da internet.
Não me entendam mal,
eu acho que devemos ser os primeiros a notar e reportar os erros
dentro de nossa própria comunidade. Várias vezes aqui em nosso blog
já falamos sobre os erros que se tem cometido no meio cristão. Não
acho que a prática em si seja ruim. O problema aparece quando nosso
ministério como um todo possui apenas essa enfase, somente falar mal
sem apresentar o que deveria ser a verdade pelos padrões bíblicos,
falar mal pelo falar mal. É como me amigo disse: ministério da
maledicência.
Engraçado que
estávamos conversando sobre isso na mesma semana que estava lendo um
livro chamado “Christians are hate-filled hypocrites... and otherslies you've been told” (Os cristão são hipócritas cheios de
ódio... e outras mentiras que te contaram), do sociologista Bradley
R. E. Wright. Nesse livro, o autor trabalha a questão de como
estatísticas publicadas em livros e artigos cristãos mostrando que
a igreja cristã está em um estado deplorável muitas vezes apenas
servem para aumentar a venda de livros e de ministérios que querem
vender conferências. Wright, que é um sociologista com
especialidade em pesquisas estatísticas, nos apresenta um quadro
interessante de como nós cristãos somos os primeiros a fazer
propaganda ruim sobre a nossa fé. Um dos casos apresentados por
Wright é de uma pesquisa famosa nos EUA que dizia que a taxa de
divórcios entre os evangélicos era igual à taxa dos não
evangélicos. Essa é uma notícia muito ruim; se fosse verdadeira. O
que muita gente não sabe é que o estudo fazia uma diferenciação
entre aqueles que se diziam evangélicos mas nunca iam à igreja,
conhecidos como nominais e aqueles que realmente frequentavam as
igrejas. Os evangélicos nominais tinham a mesma taxa de divórcio
dos não evangélicos. Entre os evangélicos que frequentavam a
igreja, a taxa de divórcios era substancialmente menor, cerca de um
terço da média. Esse ainda é um número alto dentro da igreja, mas
apresenta um cenário muito mais positivo do que o que temos ouvido
por ai.
Resumidamente,
precisamos tomar um pouco de cuidado, especialmente nós que
trabalhamos no mundo virtual, para não apresentarmos um cenário da
igreja pior do que ele é. O Evangelho de Cristo já é ofensivo por
si mesmo (Romanos 9:33), não precisamos aumentar as ofensas que ele
já possui. Não devemos também esquecer nossa história como
igreja, das grandes contribuições que o cristianismo trouxe e ainda
traz ao mundo (universidades, hospitais, liberdade, caridade, melhor
tratamento das mulheres e tantas e tantas outras coisas). Temos um
passado incrível pelo qual nos orgulhar.
Claro, ainda está pela
nossa frente muito trabalho para ser feito. Muitos lobos estão se
infiltrando no meio do rebanho e esses devem ser denunciados. Mas não
devemos tornar nossa vida uma eterna reclamação sobre o estado da
igreja, vendo defeitos onde não existem ou simplesmente dizendo que
o céu vai cair sobre a nossa cabeça, como faziam os gauleses.
Devemos denunciar os erros, mas estar sempre prontos para oferecer a
verdade e o conforto que existem na pregação do evangelho. Esse é
o poder de Deus para a salvação do homem (Romanos 1:16).
terça-feira, dezembro 27, 2011
Poderia um universo causar a si mesmo?
Por Who Made God?
Eu esbocei o texto que
se segue a pedido da Christian Apologetics Alliance (Aliança Cristã
Apologética) que está compilando uma série de artigos de respostas
a objeções ao teísmo. Apesar de existir aqui uma sobreposição da
minha revisão do livro de coautoria de Stephen Hawking “The Grand
Design”, o presente artigo é mais adequado como uma resposta mais
sucinta e específica para qualquer um que argumente contra a criação
divina.
Objeção: “Tem sido
mostrado nos dias de hoje que o universo causou a si mesmo ao invés
de ter vindo à existência por qualquer outra coisa.”
Chaves de referência
no final do artigo.
A objeção é
necessariamente falsa já que o máximo que a ciência poderia dizer
a respeito disso é que “o universo talvez tenha causado a si
mesmo...”. Se isso aconteceu ou não, não está aberto ao
questionamento científico. No entanto, mesmo esse “talvez tenha”
afirmado permanece totalmente sem embasamento e é logicamente
incoerente, como eu vou tentar demonstrar abaixo. Mas antes, vamos
ser claros em relação aos fatos.
Até o início do
século 20 a maioria dos cientistas acreditava que o universo sempre
existiu. Mas essa visão foi destruída por duas descobertas, uma
teórica e outra experimental. O desenvolvimento experimental foi a
teoria geral da relatividade de Einstein que implicava que apenas um
universo que estivesse em expansão (ou encolhimento) poderia ser
estável. Einstein, de fato, inseriu um “fator lorota” arbitrário
em sua equação para permitir um universo estático, mas mais tarde
se retratou [WMG p.100]. A descoberta experimental foi que o universo
de fato estava se expandindo, evidenciado pela desvio gravitacional
para o vermelho nos espectros de galáxias distantes [WMG pp.
101-102]. Isso então implicou que o universo tinha de fato um começo
que pode ser representado como uma singularidade (uma situação na
qual certas grandezas físicas se tornam infinitas – nesse caso
temperatura e densidade). Esse singularidade implicada ficou
conhecida como a origem quente “Big Bang” do universo e hoje é
geralmente aceita pelos cosmologistas. Observações mais recentes da
toda presente “radiação cósmica micro-ondas de fundo” provê
evidências confirmatórias desse modelo da origem cósmica (ou
cosmogênesis) [WMG pp. 102-103].
Desde essa época,
alguns cientistas tem avançado teorias engenhosas (estritamente
hipotéticas) na tentativa de evitar a implicação teológica de uma
criação como a do big bang – mais recentemente Victor Stenger nos
EUA e Stephen Hawking no Reino Unido. Basicamente, eles afirmam que
os modelos científicos/matemáticos podem explicar como o universo
pode ter surgido espontaneamente do nada (ex-nihilo) pela operação
de leis naturais sem a intervenção de um criador natural [Stenger,
Hawking]. No entanto, seu raciocínio é seriamente falho nos
seguintes pontos:
1. É importante
entender que a ciência não pode explicar nada que não seja em
termos de leis da natureza. A ciência funciona primeiro pela
descoberta (pela observação) de leis que descrevem as ações da
natureza e então usa esse conhecimento para buscar mais explicações
– começando com hipóteses e então confirmando essas hipóteses
através de vários testes, o principal deles sempre sendo um
experimento de verificação repetível. Para se oferecer uma
explicação científica de qualquer coisa é sempre necessário
apelar à leis já existentes (ou ao menos para uma hipótese
plausível). Sem lei, sem ciência; simples assim.
2. Para explicar a
origem do universo cientificamente, portanto, requer-se um apelo as
leis da natureza (estabelecidas ou hipotéticas) que existiam
anteriormente ao universo. Mas as leis da natureza não são nada
mais do que descrições de como a natureza opera. Ninguém nunca
propôs uma lei da natureza que não envolvesse a existência de
entidades naturais, sejam elas matéria, energia, tempo-espaço ou
sistemas matemáticos (Veja que a matemática é indiscutivelmente
filosófica ao invés de científica e é apenas cientificamente
relevante quando aplicada às realidades naturais – ou seja, ao
mundo como ele existe).
3. Isso cria um dilema;
as leis da natureza não podem existir sem a própria natureza
existir mas a origem da natureza não pode ser explicada
cientificamente sem leis pré-existentes. A conclusão lógica é que
a ciência não pode, por sua própria natureza, explicar a origem do
universo.
4. A única alternativa
é que as leis da natureza pré-existiam em relação ao universo
como um tipo de diagrama em um algum tipo de meio não material como
a “mente de Deus”.
5. Stephen Hawking
falha nesse dilema ao afirmar que o universo foi criado como
resultado de flutuações mecânicas quânticas (em um vácuo) que se
estabilizou pelas forças gravitacionais [Hawking pp. 131-135;
Hawking review]. Ele então requer que as leis da mecânica quântica
e da gravidade pré-existissem em relação ao universo (mais para
frente ele parece fazer as mesmas afirmações em relação à
chamada Teoria-M). Mas o que é a lei da gravidade se não uma
descrição da forma como os corpos materiais interagem – seja um
com o outro ou com o continuum espaço-tempo? Afirmar que tal lei
existia na ausência de matéria, energia, espaço ou tempo é forçar
a credulidade e é impossível de ser demonstrada. Apenas argumentos
do tipo “a mente de Deus” e “diagramas não materiais” sobram
no final das contas e esses são argumentos teológicos, não
científicos.
6. Victor Stenger
parece reconhecer esse problema e tenta superá-lo propondo que as
leis da natureza primeiro criaram a si mesmas do nada e então
estavam disponíveis para criar o cosmos. Suas exatas palavras são:
“Então de onde as leis da natureza vieram? Elas vieram do nada!...
[elas] se seguiram das simetrias vazias das quais o universo
espontaneamente apareceu” [Stenger p.131]. No entanto, “simetrias”
são propriedades atribuídas pelos cientistas às leis e/ou
fenômenos de ordem natural; elas não existem a parte do cosmos que
descrevem. Qualquer vazio que possui simetria, portanto, deve por
definição estar dentro do universo e não pode dar origem a ele.
Por exemplo, pode-se discutir que o espaço-tempo possui simetria
para que um vácuo dentro do cosmos também exibisse simetria. Mas
qualquer vazio que estivesse fora do espaço-tempo não poderia ter
simetria ou qualquer outra propriedade física – e não poderia ser
conhecida por fazer tal coisa
7. Conclusão: tentativas para explicar a origem do universo como um evento
espontâneo ocorrido em um “vazio” pré-existente falha tanto o
teste da ciência quanto da lógica.
Referências
- ‘Stenger’; Victor J. Stenger, God, the failed hypothesis (New York, Prometheus Books, 2007)
- ‘Hawking’; Stephen Hawking and Leonard Mlodinow, The grand design; new answers to the ultimate questions of life (London, Bantam Press, 2010)
- ‘WMG’; Edgar Andrews, Who made God? Searching for a theory of everything (Darlington, 2009)
- ‘Hawking review’; Edgar Andrews, God, black holes and Stephen Hawking (review of The grand design on www.whomadegod.org)
segunda-feira, dezembro 26, 2011
Segundas Terminológicas: Atanásio
Atanásio (296-373):
Apologista e teólogo da igreja primitiva, tendo sido bispo de Alexandria. A maior contribuição de Atanásio para a teologia cristã foi sua posição inabalável contra o ensino ariano, muito popular em sua época.
Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.
sábado, dezembro 24, 2011
sexta-feira, dezembro 23, 2011
A razão para a estação
Existe uma razão para a estação, para o Natal. Mas existe algo que talvez você não saiba.
Nessa época, não
celebre um mito criado para controlar os desejos das pessoas.
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Nós não odiamos o pecado, por isso não entendemos o que aconteceu com os cananeus
Richard Dawkins foi
recentemente desafiado a debater William Lane Craig. Ele se recusou.
Craig, de acordo com ele, é um “deplorável apologista
de genocídio” com quem ele não dividiria uma
plataforma. O genocídio em questão é aquele dos
cananeus no livro de Deuteronômio no Velho Testamento (veja o
link em inglês).
Uma das frases mais
famosas de Richard no livro “Deus, um delírio” sobre esse
assunto é:
O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.
Um dos grandes
problemas que muitas pessoas tem com Deus como detalhado na Bíblia,
como Richard tão claramente demonstrou acima, é o de
Seu julgamento contra as nações como dos cananeus. Só
é necessário ler a história bíblica para
ver Deus ordenando a matança de homens, mulheres e crianças
cananéias. Nem mesmo os animais foram poupados. O que fazemos
com isso? Deus é um monstro moral?
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Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35















