segunda-feira, janeiro 16, 2012

Terra média


Estamos saindo de férias novamente. Pela primeira vez tanto a Vivian quanto eu conseguimos marcar uma data de mais de uma semana juntos. E estamos indo por uns dias para a Terra Média, quero dizer, para a Nova Zelândia, um antigo sonho nosso (achou que eu torcia para os All Blacks à toa?). Portanto, acredito que pelas próximas duas semanas não vamos conseguir publicar muita coisa por aqui, talvez algumas fotos. Temos nossos queridos amigos que também nos ajudam com o blog e é possível que alguém se sinta inspirado e publique alguma coisa.
Estejam orando pela gente, pelos nossos embarques (viajando stand by, quem é da aviação sabe o que é isso) e por um tempo bom de descanso. Voltaremos prontos para muito trabalho e evangelismo em 2012.

Até a volta! Kia ora!

domingo, janeiro 15, 2012

Ofensa pela internet?


Esse a gente viu no Facebook. Como sempre rola uns debates aqui no blog, e alguns deles são bem animados, achei que vinha a calhar. Dei muita risada quando a Vivian me mostrou.



quinta-feira, janeiro 12, 2012

Dica de livros cristãos para 2012



Ano novo, novas metas. Já falamos semana passada sobre boas resoluções cristãs para esse novo ano que ainda está em seu começo. Gostaria também de recomendar uma lista de livros para esse ano. Alguns deles com certeza estarão na minha lista. Eu copiei essa lista de KennethSamples, do Reasons to Believe. São seis clássicos cristãos que devem fazer parte da sua biblioteca, especialmente se você deseja ir mais fundo na teologia, filosofia e apologética cristã.

“Confissões” por Santo Agostinho. Uma obra autobiográfica. Agostinho confessa seus pecados, fala de sua nova fé e a grandeza de Deus.

“A Encarnação do Verbo” por Santo Atanásio. É uma excelente obra sobre a pessoa e a natureza de Cristo, escrita por uma das mais sábias e heroicas figuras da história do cristianismo.

“Cur Deus Homo” (Latim: Por que Deus se fez homem?) por Santo Anselmo. Essa poderosa obra teológica explica porque Jesus Cristo precisava ser tanto Deus quanto homem para poder redimir os pecados da humanidade.

“A Escravidão da Vontade” por Martinho Lutero. Esse é um dos mais importante trabalhos da Reforma.

“Pensamentos” por Blaise Pascal. Escrita por um dos fundadores da ciência moderna, esse livro é considerado uma obra prima do pensamento cristão.

“Cristianismo Puro e Simples” por C.S. Lewis. Uma clara e poderosa apresentação apologética das doutrinas cristãs. Um livro básico para todo apologista.

E você? Quais são os seus livros recomendados para 2012? Ou mesmo qual você leu em 2011 que lhe foi útil em seu crescimento cristão? Lembre-se que a Bíblia é o mais básico de todos e nenhum crescimento verdadeiro haverá se você se negar o alimento principal.

terça-feira, janeiro 10, 2012

Tem problema quem não conhece Jesus?



Um dos papeis de todo cristão é pregar o evangelho. Levar a palavra de salvação para o mundo. Isso é bem estabelecido na igreja, poucos disputam a validade de tal papel. Mas algo que pouca gente dá atenção é como isso deve ser feito. Menos ainda se fala sobre as ferramentas para esse trabalho e nada sobre as formas táticas de se apresentar o evangelho. E por conta disso, temos por aí algumas frases que na minha opinião fazem mais mal do que bem à causa de Cristo.
Leia com atenção a frase do adesivo acima: "Tem problema quem não conhece Jesus”. Em um primeiro momento, essa frase não parece ter problema algum. E eu concordo. Existe até uma verdade bíblica embutida nesse texto. A propósito, tirei essa foto de um carro estacionado quando saíamos da academia. Não resisti. Também não conheço os donos, não sei qual linha protestante (se são protestantes) eles fazem parte nem com qual intenção eles colocaram isso aí. Estou analisando o texto em si mesmo, não as intenções deles (parece que hoje precisamos escrever isso toda vez que vamos fazer qualquer análise ou crítica da igreja).
Antes de falar sobre a verdade que existe nesse texto e o quanto é necessário de conhecimento para entendê-la, quero primeiro dizer o que acho de tão perigoso nessa frase.
Quando vamos comunicar o evangelho, devemos nos preocupar como a outra pessoa vai entender aquilo que estamos comunicando. Já falamos sobre o uso do “crentês”no evangelismo, mas estou nesse momento falando sobre como uma frase assim pode ser entendida por quem não é do meio cristão. Várias mensagens podem ser transmitidas. Por exemplo, que a pessoa que não conhece Jesus tem algum problema, pois pra não conhecer Jesus, algo de errado está acontecendo com você. Pode parecer pejorativo: eu sou melhor que você porque eu conheço Jesus, você não. Pode também transmitir a perigosa ideia que, se você vier pra Jesus, todos os seu problema serão resolvidos. Sua vida irá de vento em pompa, benção atrás de benção. Essa mensagem perigosa é a apresentada pelas várias igrejas da teologia da prosperidade, que enganam as pessoas em sua maioria gananciosas que estão ansiosas para serem enganadas com um tipo de evangelho que é bem diferente do bíblico. Não devemos e não podemos proclamar o evangelho dessa maneira.
Uma outra coisa que me incomoda nessa mensagem é que ela no máximo deixa a pessoa com um problema, mas sem uma dica de direção. Eu sou a favor de as vezes deixar uma pedra no sapato da pessoa e deixar que ela corra atrás da resolução. Quando fazemos evangelismo, dificilmente levamos a pessoa a fazer a famosa “oração do pecador pra aceitar Jesus”. Preferimos deixar o Espírito Santo trabalhar no coração daquele que recebe o evangelho e Deus irá cuidar da conversão. Mas acredito que só podemos deixar pedras nos sapatos quando estamos sendo claros sobre as coisas, não quando estamos transmitindo uma mensagem ambígua.
Agora, vamos falar sobre o componente de verdade que existe nesse adesivo. Quando conhecemos Jesus, o conhecemos de forma salvífica, nosso maior problema vai embora. A condenação que estava sobre nós é retirada e nos tornamos filhos de Deus. Esse é o grande problema que a pessoa que não conhece Jesus de forma salvífica tem. Mas reflita comigo. É isso que vem a mente do não cristão quando ele lê essa frase? É possível, mas pouco provável. Esse tipo de conclusão só pode ser acessada por aqueles que possuem um conhecimento mínimo de teologia cristã. A pessoa precisa saber que Deus é santo, que ela é uma pecadora, que o seu destino eterno seria o inferno por causa de seus pecados, que Jesus morreu na cruz por nós e ressuscitou ao terceiro dia e que ela precisa se arrepender de seu pecados e colocar sua fé em Cristo para sua salvação. Nenhuma dessas mensagens são transmitidas pelo adesivo, não temos como saber o quanto a pessoa sabe e o que ela vai pensar sobre o texto. Por isso, sejamos claros na transmissão do evangelho, usando nossa mente para pensarmos um pouco mais sobre o que queremos com o nosso evangelismo.
“Espere um pouco”, você pode estar pensando. “Mesmo que tudo o que você escreveu seja verdade, as pessoas ainda podem se converter lendo esse adesivo”. Isso é verdade. As pessoas podem ser converter lendo esse adesivo e não lendo esse adesivo. As pessoas são salvas nos lugares e nas situações mais inesperadas. A salvação vem do Senhor (Salmo 3:8). Mas isso não é desculpa para fazermos um trabalho ruim na transmissão do evangelho. Temos uma responsabilidade na nossa obra evangelística. Nossa responsabilidade é transmitir o evangelho e devemos fazer essa tarefa da melhor maneira possível. Converter é o trabalho de Deus.
Ainda bem que Ele converte as pessoas apesar das nossas falhas.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Segundas terminológicas: atributos de Deus

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Atributo, atributos de Deus:



Em geral, atributo é uma característica ou qualidade usada para descrever um objeto ou uma pessoa. Quando se trata dos atributos de Deus, os teólogos chamam atenção para as características ou qualidades essenciais ao nosso entendimento dele, à medida que ele se relaciona conosco como seres criados. Entre os atributos que a teologia clássica estabelece estão santidade, eternidade, onisciência, onipotência, onipresença e bondade. Para alguns teólogos, o amor também é um atributo de Deus, enquanto para outros o amor se relaciona mais com o próprio se de Deus.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

domingo, janeiro 08, 2012

Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis? - Podemos Saber o que os Manuscritos Originais dos Evangelhos diziam?




Parte 2 – Podemos Saber o que os Manuscritos Originais dos Evangelhos diziam?

Quando nós abrimos uma Bíblia e procuramos pelos evangelhos, nós os encontramos traduzidos para o português, ordenadamente ajuntados no início do Novo Testamento, completos com nome do livro, número dos capítulos e versículos, pontuação, parágrafos e hoje em dia, normalmente com título nos capítulos e notas de referência. Nada disso estava presente nos manuscritos originais dos escritos que conhecemos como Mateus, Marcos, Lucas e João (sim, mesmo a pontuação não estava presente nos documentos originais). O que encontramos em nossas Bíblias é o resultado do processo de preservação, tradução e publicação. Faz sentido perguntarmos se o que lemos carrega qualquer semelhança com o que os autores dos evangelhos redigiram quase 2000 anos atrás. Podemos saber o que os manuscritos originais dos evangelhos diziam?

Não é incomum atualmente para algumas pessoas responderem “não” para essa pergunta, apesar de quase inevitavelmente, esses céticos não terem a menor ideia do que estão falando. Os críticos do cristianismo muita vezes alegam que os evangelhos como os conhecemos carregam pouca semelhança com os originais. Esse criticismo aparece nos lábios de Sir Leigh Teabing, um historiador fictício em O Código Da Vinci, de Dan Brown. Teabing "revela" a verdade sobre Jesus e o cristianismo primitivo para Sophie, uma ingênua e disposta aprendiz no romance e seu “aprendizado” também reflete o aprendizado dos leitores. Dessa forma tipicamente condescendente, Teabing começa a iluminar Sophie sobre a verdadeira natureza da seguinte forma:

sábado, janeiro 07, 2012

Dia da Liberdade de Culto


A Primeira Missa no Brasil, quadro de Victor Meireles, 1860.


Hoje, dia 7 de Janeiro, comemora-se o Dia da Liberdade de Culto (eu sei disso porque comprei uma agenda nova para 2012 que vem com todas as datas comemorativas). Esse não é um dia muito lembrado, não temos também como lembrar de todas as datas, já que temos comemoração praticamente todos os dias do ano. Alguns dias temos mais de uma. Mas eu quero chamar a nossa atenção nessa data para dois ponto esquecidos mas importantes. Pelo menos, gostaria que fizéssemos uma reflexão sobre eles.
O primeiro ponto é que nós não valorizamos a liberdade de culto. Já temos isso como algo garantido, como algo que não pode ser abalado e que, como tudo aquilo que vem fácil (para nossa geração, já que gerações anteriores sofreram mais ou menos por causa disso) não damos o devido valor a essa conquista. Muitos dos nossos irmãos são perseguidos ao redor do mundo, especialmente em países islâmicos e nos poucos de governos ateus, como a Coreia do Norte. Para informações mais detalhadas sobre a perseguição que a igreja sofre ao redor do mundo, veja o site do Portas Abertas.
Valorize a sua liberdade de culto, se você a tiver. Pense em quantas Bíblias talvez você tenha em casa, mas nunca leu nenhuma delas? Quantos de nossos irmãos não dariam tudo o que tem para ter uma Bíblia inteira em suas mãos e nós temos várias? Posso ver cinco na estante em minha frente, fora as outras que estão nos outros cômodos.
Podemos nos reunir em cultos de adoração a Deus de forma pública e aberta, sem nos preocuparmos com uma invasão por parte da polícia prendendo todo mundo por uma reunião ilegal. Essa não é a realidade para muita gente.
Deus presenteou o nosso país com essa liberdade de culto. Não devemos desperdiçá-lo.
O segundo ponto, tão importante quanto o primeiro, é que nossa liberdade de culto encontra-se sim ameaçada, mas de uma forma muito sutil. Indiretamente, temos um movimento trabalhando pelos cantos para impor seu estilo de vida, com aprovação do governo e para alterar nossas crenças, com aprovação do governo, em relação à questões morais. Estou falando sobre as novas leis ditas “homofóbicas”.
Uma regulação do governo sobre até onde pode ir nossa liberdade de culto é normal. Por exemplo, se uma religião diz que adora Baal e quer sacrificar crianças de colo em adoração ao seu deus (como faziam os cananeus), o governo irá intervir e não permitirá tal coisa. Isso não é limitar a liberdade de culto, mas sim proteger a vida. Mas esse caso não pode ser análogo com a crença cristã em relação à homossexualidade. De acordo com as Escrituras, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, o homossexualismo é pecado (Levítico 18:22, 20:13; Romanos 1:25-27; 1 Coríntios 6:9-10), um grande desvio do padrão natural estabelecido por Deus para o relacionamento sexual do ser humano, uma ofensa direta contra a criação. Assim como outros comportamentos humanos (mentir, roubar, matar, adulterar, desonrar os pais), o homossexualismo é pecado, uma comportamento pecaminoso, que deve ser abandonado por todos aqueles que se tornarem salvos em Jesus Cristo (assim como os outros comportamentos pecaminosos). Estamos falando sobre comportamentos. A igreja, como qualquer outro grupo, tem o direito de estabelecer quais comportamentos são ou não aceitáveis entre os seus seguidores. Um grupo de vegetarianos pode estabelecer que só aceitará em seu grupo aqueles que não comem carne. Isso não é descriminação. Assim como a igreja declarar que o homossexualismo é pecado e um comportamento desviante, também não é descriminação. Não estamos limitando ninguém baseado em suas origens (judeus, gentios), nacionalidade (você pode ser de qualquer país), cor da pele (todas as tonalidades são bem vindas) ou sexo (homens e mulheres). Estamos falando sobre comportamentos.
Mas alguns grupos de defesa da causa homossexual não enxergam a coisa assim. Eles estão em uma cruzada para impor seu estilo de vida como aceitável para a sociedade, toda a sociedade e estão dispostos a criminalizar aqueles que não concordarem com eles. Um novo tipo de ditadura se aproxima no horizonte, uma ditadura das ideias. E um dos principais alvos dessa ditadura é a igreja de Cristo.
Enfim, vamos valorizar a nossa liberdade de culto e lutar por ela. Eu sei que muitos de nós achamos que uma boa perseguição faz bem para a igreja, já que sob perseguição severa a igreja costuma prosperar e crescer. Se a perseguição vier, que venha, mas que não seja por nossas mãos ou por nossas falhas. E enquanto tivermos a liberdade de culto, devemos usá-la, assim como a perseguição, para a glória de Deus.
Feliz Dia da Liberdade de Culto!

terça-feira, janeiro 03, 2012

Resoluções bíblicas para 2012!




Pelos segundo ano consecutivo tivemos o privilégio de estarmos juntos aos nossos queridos irmão na passagem do Ano Novo. Esse ano, como de costume, ouvimos uma maravilhosa mensagem* bastante relevante ao tema: resoluções de Ano Novo para o cristão, de acordo com a Bíblia. A mensagem é baseada no texto de Mateus 6:9-13, a famosa oração do Pai Nosso. Apesar de ser um texto bem conhecido, vamos lê-lo novamente:

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;O pão nosso de cada dia nos dá hoje;E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.

Podemos listar cinco resoluções de Ano Novo para o cristão:
  1. Santificar o nome de Deus obedecendo seus mandamentos, defendendo a Verdade e zelando por seu povo (v.9).
  2. Reconhecer a autoridade de Deus cumprindo sua vontade (v.10).
  3. Confiar na provisão de Deus deixando de lado toda ansiedade, e ser grato por aquilo que suficientemente me é dado (v.11).
  4. Arrepender-me prontamente de meus pecados e buscar imediatamente o perdão e restauração de Deus (v.12) [e estar pronto a perdoar aqueles que me me ofenderam].
  5. Evitar toda tentação revestindo-me da proteção que Deus oferece (v.13).

Agradecimentos ao meu irmão Isaac Araújo pela compilação dos pontos!

É bem possível que você tenha suas resoluções para esse ano de 2012 que se inicia. Entre eles podemos ter emagrecer, comprar um carro, estudar ou qualquer outra coisa (esses eram os meus do ano passado, na verdade...). Mas sejam quais forem as suas resoluções, os cincos pontos da oração do Pai Nosso devem estar na sua lista. Nenhuma resolução de Ano Novo jamais poderá ser completa na vida de um cristão se ela não começar e terminar com Aquele que é o motivo e a razão de nossa existência: Jesus Cristo. Não devemos jamais nos esquecer que o nosso Senhor nos prometeu mais pra frente nesse mesmo capítulo de Mateus:

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Mateus 6:33

*Mensagem do Pr. Marcos Granconato, da Igreja Batista Redenção.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Segundas Terminológicas: ateísmo

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Ateísmo:



Sistema de crenças cuja afirmação categórica é a inexistência de Deus. O ateísmo também afirma em geral que a única forma de existência é o universo material, sendo ainda mero produto do acaso ou do destino.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

domingo, janeiro 01, 2012

Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?



Parte 1 Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis? 

Na minha série Unmasking the Jesus Seminar (Desmascarando o Seminário de Jesus, em inglês), eu mostrei que o Jesus Seminar, basicamente um ajuntamento de estudiosos do Novo Testamento, parecia ser uma tentativa objetiva para determinar o que Jesus realmente disse (e fez). Mas, de fato, era parte da visão geral de seu fundador, Robert Trunk, para diminuir o cristianismo ortodoxo e especialmente seu entendimento e fé em Jesus.  O ajuntamento de Professores do Seminar, combinado com a metodologia que eles seguem em seus trabalhos, predeterminaram os resultados do Seminar. Começando com um extremo ceticismo em relação à confiabilidade dos evangelhos como fontes históricas sobre Jesus, o Jesus Seminar concluiu – surpreendentemente! - que os evangelhos nos dizem relativamente pouco sobre o Jesus histórico. Eu não quero afirmar que cada um dos eruditos do Jesus Seminar era um erudito ruim (alguns eram muito bons), ou que qualquer coisa que o Seminário produziu era lixo. Mas no todo, o impulso principal do trabalho do Seminar foi tanto academicamente suspeito quanto prejudicial para a ortodoxia cristã.

Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis? - Capa


Manuscrito P52, considerado o mais antigo, de cerca 125 d.C.
Evangelho de João 18:31-33


Um das ideias mais comumente e primeiramente atacadas quando se fala em cristianismo é a questão da confiabilidade das Escrituras, especialmente dos relatos encontrados nos Evangelhos. Podemos confiar nesses textos? Eles são frutos de testemunhas oculares ou foram escritos centenas de anos depois do suposto acontecimento dos fatos? História ou ficção? Essas são perguntas importantes que a igreja precisa estar preparada para responder.
É por isso que ao longo desse ano de 2012, vamos postar 30 artigos escritos pelo Reverendo Dr. Mark D. Roberts, que graciosamente nos autorizou a traduzir o seu material para o português. Semanalmente, vamos postar cada um dos textos que poderão se tornar um e-book ao final desse período, que servirá como uma ferramente importante na defesa da confiabilidade dos Evangelhos.
A cada nova postagem, o link será atualizado nessa página, que servirá como capa para os artigos.
Esperamos que esses textos sejam benção na sua vida, assim como foram nas nossas e sejam como um presente de Ano Novo para todos aqueles que desejam sinceramente saber se os Evangelhos são confiáveis ou não.

Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?

Por Rev. Dr. Mark D. Roberts

Parte 1 – Os Evangelhos do Novo Testamento São Confiáveis?
Parte 2 – Podemos Saber o que os Manuscritos Originais dos Evangelhos diziam?
Parte 3 – Quando os Evangelhos do Novo Testamento Foram Escritos?
Parte 4 – Que Fontes os Autores dos Evangelhos Usaram? Secção A: Fontes Escritas
Parte 5 – Que Fontes os Autores dos Evangelhos Usaram? Secção B: Fontes Orais
Parte 6 – Os Autores dos Evangelhos Conheceram Jesus Pessoalmente? Secção A
Parte 7 – Os Autores dos Evangelhos Conheceram Jesus Pessoalmente? Secção B
Parte 8 – Os Autores dos Evangelhos Conheceram Jesus Pessoalmente? Secção C
Parte 9 – O que São os Evangelhos? História? Ficção? Biografia? Ou . . . ?
Parte 10 – Que Diferença Faz que Existam Quatro Evangelhos? Secção A
Parte 11 – Que Diferença Faz que Existam Quatro Evangelhos? Secção B
Parte 12 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção A
Parte 13 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção B
Parte 14 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção C
Parte 15 – Existem Contradições nos Evangelhos? Secção D
Parte 16 – Se os Evangelhos são Teológicos, Podem Ser Históricos? Secção A
Parte 17 – Se os Evangelhos são Teológicos, Podem Ser Históricos? Secção B
Parte 18 – Se os Evangelhos são Teológicos, Podem Ser Históricos? Secção C
Parte 19 – Os Relatos de Milagres Denigrem a Confiabilidade dos Evangelhos? Secção A
Parte 20 – Os Relatos de Milagres Denigrem a Confiabilidade dos Evangelhos? Secção B
Parte 21 – As Fontes Históricas do Período dos Evangelhos dão Suporte à sua Confiabilidade? Secção A
Parte 22 – As Fontes Históricas do Período dos Evangelhos dão Suporte à sua Confiabilidade? Secção B
Parte 23 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção A
Parte 24 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção B
Parte 25 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção C
Parte 26 – A Arqueologia dá Suporte à Confiabilidade dos Evangelhos? Secção D
Parte 27 – Os Evangelhos Refletem a Agenda Política da Igreja Primitiva? Secção A
Parte 28 – Os Evangelhos Refletem a Agenda Política da Igreja Primitiva? Secção B
Parte 29 – Os Evangelhos Refletem a Agenda Política da Igreja Primitiva? Secção C
Parte 30 – Pensamentos Finais: Sobre os Evangelhos e a Fé

Copyright © 2005 by Mark D. Roberts

sábado, dezembro 31, 2011

Feliz 2012!!!!


Um Feliz 2012 para todos os nossos queridos amigos (e os que não são tão amigos assim).
Que nesse ano que se inicia o foco da sua vida possa ser um só: Jesus Cristo, Deus. Lembre-se do quanto Ele ama você, a ponto de humilhar para te salvar.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8

quarta-feira, dezembro 28, 2011

Fogo amigo ou, como fazemos propaganda ruim de nós mesmos



Uma das coisas legais de se envelhecer é ver todo o processo de crescimento que tanto nós quanto aqueles ao nosso redor passam. Houve a época do namoro, depois do noivado e enfim o casamento. A Vivian e eu fomos uns dos primeiros entre os nossos amigos de igreja a casar, cinco anos atrás e depois disso, vários deles foram noivando e casando, garantindo para nós alguns casamentos a cada ano para ir. E no último que fomos, passei um bom tempo conversando com um irmão e amigo sobre a atual situação da igreja. Entre os vários tópicos que tratamos no tempo que tivemos, falamos sobre um que me pareceu interessante: como nós cristãos representamos a nós mesmos.
Uma das coisas que meu amigo disse é que na internet, existe muita coisa boa. Muitos blogs e sites bons com material legal e que têm feito um bom trabalho de admoestação. Mas às vezes, a admoestação se torna pura e simples maledicência e o motivo e razão para existência de certos ministérios é falar mal. Concordando com ele, eu disse que nós estamos entre os primeiros a falar mal e fazer propagando ruim sobre nós. Esse é uma prática comum no meio cristão e tem se tornado ainda mais intensa com o advento da internet.
Não me entendam mal, eu acho que devemos ser os primeiros a notar e reportar os erros dentro de nossa própria comunidade. Várias vezes aqui em nosso blog já falamos sobre os erros que se tem cometido no meio cristão. Não acho que a prática em si seja ruim. O problema aparece quando nosso ministério como um todo possui apenas essa enfase, somente falar mal sem apresentar o que deveria ser a verdade pelos padrões bíblicos, falar mal pelo falar mal. É como me amigo disse: ministério da maledicência.
Engraçado que estávamos conversando sobre isso na mesma semana que estava lendo um livro chamado “Christians are hate-filled hypocrites... and otherslies you've been told” (Os cristão são hipócritas cheios de ódio... e outras mentiras que te contaram), do sociologista Bradley R. E. Wright. Nesse livro, o autor trabalha a questão de como estatísticas publicadas em livros e artigos cristãos mostrando que a igreja cristã está em um estado deplorável muitas vezes apenas servem para aumentar a venda de livros e de ministérios que querem vender conferências. Wright, que é um sociologista com especialidade em pesquisas estatísticas, nos apresenta um quadro interessante de como nós cristãos somos os primeiros a fazer propaganda ruim sobre a nossa fé. Um dos casos apresentados por Wright é de uma pesquisa famosa nos EUA que dizia que a taxa de divórcios entre os evangélicos era igual à taxa dos não evangélicos. Essa é uma notícia muito ruim; se fosse verdadeira. O que muita gente não sabe é que o estudo fazia uma diferenciação entre aqueles que se diziam evangélicos mas nunca iam à igreja, conhecidos como nominais e aqueles que realmente frequentavam as igrejas. Os evangélicos nominais tinham a mesma taxa de divórcio dos não evangélicos. Entre os evangélicos que frequentavam a igreja, a taxa de divórcios era substancialmente menor, cerca de um terço da média. Esse ainda é um número alto dentro da igreja, mas apresenta um cenário muito mais positivo do que o que temos ouvido por ai.
Resumidamente, precisamos tomar um pouco de cuidado, especialmente nós que trabalhamos no mundo virtual, para não apresentarmos um cenário da igreja pior do que ele é. O Evangelho de Cristo já é ofensivo por si mesmo (Romanos 9:33), não precisamos aumentar as ofensas que ele já possui. Não devemos também esquecer nossa história como igreja, das grandes contribuições que o cristianismo trouxe e ainda traz ao mundo (universidades, hospitais, liberdade, caridade, melhor tratamento das mulheres e tantas e tantas outras coisas). Temos um passado incrível pelo qual nos orgulhar.
Claro, ainda está pela nossa frente muito trabalho para ser feito. Muitos lobos estão se infiltrando no meio do rebanho e esses devem ser denunciados. Mas não devemos tornar nossa vida uma eterna reclamação sobre o estado da igreja, vendo defeitos onde não existem ou simplesmente dizendo que o céu vai cair sobre a nossa cabeça, como faziam os gauleses. Devemos denunciar os erros, mas estar sempre prontos para oferecer a verdade e o conforto que existem na pregação do evangelho. Esse é o poder de Deus para a salvação do homem (Romanos 1:16).

terça-feira, dezembro 27, 2011

Poderia um universo causar a si mesmo?




Eu esbocei o texto que se segue a pedido da Christian Apologetics Alliance (Aliança Cristã Apologética) que está compilando uma série de artigos de respostas a objeções ao teísmo. Apesar de existir aqui uma sobreposição da minha revisão do livro de coautoria de Stephen Hawking “The Grand Design”, o presente artigo é mais adequado como uma resposta mais sucinta e específica para qualquer um que argumente contra a criação divina.

Objeção: “Tem sido mostrado nos dias de hoje que o universo causou a si mesmo ao invés de ter vindo à existência por qualquer outra coisa.”

Chaves de referência no final do artigo.

A objeção é necessariamente falsa já que o máximo que a ciência poderia dizer a respeito disso é que “o universo talvez tenha causado a si mesmo...”. Se isso aconteceu ou não, não está aberto ao questionamento científico. No entanto, mesmo esse “talvez tenha” afirmado permanece totalmente sem embasamento e é logicamente incoerente, como eu vou tentar demonstrar abaixo. Mas antes, vamos ser claros em relação aos fatos.

Até o início do século 20 a maioria dos cientistas acreditava que o universo sempre existiu. Mas essa visão foi destruída por duas descobertas, uma teórica e outra experimental. O desenvolvimento experimental foi a teoria geral da relatividade de Einstein que implicava que apenas um universo que estivesse em expansão (ou encolhimento) poderia ser estável. Einstein, de fato, inseriu um “fator lorota” arbitrário em sua equação para permitir um universo estático, mas mais tarde se retratou [WMG p.100]. A descoberta experimental foi que o universo de fato estava se expandindo, evidenciado pela desvio gravitacional para o vermelho nos espectros de galáxias distantes [WMG pp. 101-102]. Isso então implicou que o universo tinha de fato um começo que pode ser representado como uma singularidade (uma situação na qual certas grandezas físicas se tornam infinitas – nesse caso temperatura e densidade). Esse singularidade implicada ficou conhecida como a origem quente “Big Bang” do universo e hoje é geralmente aceita pelos cosmologistas. Observações mais recentes da toda presente “radiação cósmica micro-ondas de fundo” provê evidências confirmatórias desse modelo da origem cósmica (ou cosmogênesis) [WMG pp. 102-103].

Desde essa época, alguns cientistas tem avançado teorias engenhosas (estritamente hipotéticas) na tentativa de evitar a implicação teológica de uma criação como a do big bang – mais recentemente Victor Stenger nos EUA e Stephen Hawking no Reino Unido. Basicamente, eles afirmam que os modelos científicos/matemáticos podem explicar como o universo pode ter surgido espontaneamente do nada (ex-nihilo) pela operação de leis naturais sem a intervenção de um criador natural [Stenger, Hawking]. No entanto, seu raciocínio é seriamente falho nos seguintes pontos:

1. É importante entender que a ciência não pode explicar nada que não seja em termos de leis da natureza. A ciência funciona primeiro pela descoberta (pela observação) de leis que descrevem as ações da natureza e então usa esse conhecimento para buscar mais explicações – começando com hipóteses e então confirmando essas hipóteses através de vários testes, o principal deles sempre sendo um experimento de verificação repetível. Para se oferecer uma explicação científica de qualquer coisa é sempre necessário apelar à leis já existentes (ou ao menos para uma hipótese plausível). Sem lei, sem ciência; simples assim.

2. Para explicar a origem do universo cientificamente, portanto, requer-se um apelo as leis da natureza (estabelecidas ou hipotéticas) que existiam anteriormente ao universo. Mas as leis da natureza não são nada mais do que descrições de como a natureza opera. Ninguém nunca propôs uma lei da natureza que não envolvesse a existência de entidades naturais, sejam elas matéria, energia, tempo-espaço ou sistemas matemáticos (Veja que a matemática é indiscutivelmente filosófica ao invés de científica e é apenas cientificamente relevante quando aplicada às realidades naturais – ou seja, ao mundo como ele existe).

3. Isso cria um dilema; as leis da natureza não podem existir sem a própria natureza existir mas a origem da natureza não pode ser explicada cientificamente sem leis pré-existentes. A conclusão lógica é que a ciência não pode, por sua própria natureza, explicar a origem do universo.

4. A única alternativa é que as leis da natureza pré-existiam em relação ao universo como um tipo de diagrama em um algum tipo de meio não material como a “mente de Deus”.

5. Stephen Hawking falha nesse dilema ao afirmar que o universo foi criado como resultado de flutuações mecânicas quânticas (em um vácuo) que se estabilizou pelas forças gravitacionais [Hawking pp. 131-135; Hawking review]. Ele então requer que as leis da mecânica quântica e da gravidade pré-existissem em relação ao universo (mais para frente ele parece fazer as mesmas afirmações em relação à chamada Teoria-M). Mas o que é a lei da gravidade se não uma descrição da forma como os corpos materiais interagem – seja um com o outro ou com o continuum espaço-tempo? Afirmar que tal lei existia na ausência de matéria, energia, espaço ou tempo é forçar a credulidade e é impossível de ser demonstrada. Apenas argumentos do tipo “a mente de Deus” e “diagramas não materiais” sobram no final das contas e esses são argumentos teológicos, não científicos.

6. Victor Stenger parece reconhecer esse problema e tenta superá-lo propondo que as leis da natureza primeiro criaram a si mesmas do nada e então estavam disponíveis para criar o cosmos. Suas exatas palavras são: “Então de onde as leis da natureza vieram? Elas vieram do nada!... [elas] se seguiram das simetrias vazias das quais o universo espontaneamente apareceu” [Stenger p.131]. No entanto, “simetrias” são propriedades atribuídas pelos cientistas às leis e/ou fenômenos de ordem natural; elas não existem a parte do cosmos que descrevem. Qualquer vazio que possui simetria, portanto, deve por definição estar dentro do universo e não pode dar origem a ele. Por exemplo, pode-se discutir que o espaço-tempo possui simetria para que um vácuo dentro do cosmos também exibisse simetria. Mas qualquer vazio que estivesse fora do espaço-tempo não poderia ter simetria ou qualquer outra propriedade física – e não poderia ser conhecida por fazer tal coisa

7. Conclusão: tentativas para explicar a origem do universo como um evento espontâneo ocorrido em um “vazio” pré-existente falha tanto o teste da ciência quanto da lógica.

Referências
  • ‘Stenger’; Victor J. Stenger, God, the failed hypothesis (New York, Prometheus Books, 2007)
  • ‘Hawking’; Stephen Hawking and Leonard Mlodinow, The grand design; new answers to the ultimate questions of life (London, Bantam Press, 2010)
  • ‘WMG’; Edgar Andrews, Who made God? Searching for a theory of everything (Darlington, 2009)
  • ‘Hawking review’; Edgar Andrews, God, black holes and Stephen Hawking (review of The grand design on www.whomadegod.org)  

segunda-feira, dezembro 26, 2011

Segundas Terminológicas: Atanásio

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Atanásio (296-373):



Apologista e teólogo da igreja primitiva, tendo sido bispo de Alexandria. A maior contribuição de Atanásio para a teologia cristã foi sua posição inabalável contra o ensino ariano, muito popular em sua época.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

sexta-feira, dezembro 23, 2011

A razão para a estação


Existe uma razão para a estação, para o Natal. Mas existe algo que talvez você não saiba.
Nessa época, não celebre um mito criado para controlar os desejos das pessoas.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Nós não odiamos o pecado, por isso não entendemos o que aconteceu com os cananeus




Richard Dawkins foi recentemente desafiado a debater William Lane Craig. Ele se recusou. Craig, de acordo com ele, é um “deplorável apologista de genocídio” com quem ele não dividiria uma plataforma. O genocídio em questão é aquele dos cananeus no livro de Deuteronômio no Velho Testamento (veja o link em inglês).

Uma das frases mais famosas de Richard no livro “Deus, um delírio” sobre esse assunto é:
O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.

Um dos grandes problemas que muitas pessoas tem com Deus como detalhado na Bíblia, como Richard tão claramente demonstrou acima, é o de Seu julgamento contra as nações como dos cananeus. Só é necessário ler a história bíblica para ver Deus ordenando a matança de homens, mulheres e crianças cananéias. Nem mesmo os animais foram poupados. O que fazemos com isso? Deus é um monstro moral?
Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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