domingo, setembro 30, 2012

Todos os caminhos levam à Deus


Quando alguém te disser: todos os caminhos levam à Deus, concorde. Isso é verdade. Todos os caminhos levam à Deus. Mas apenas um o leva como filho. Todos os outros o levam como réu.
Agradecimentos à André Gava pelo pensamento.

terça-feira, setembro 25, 2012

Até aqui...

Intraduzível, mas engraçado. Muito engraçado.


sábado, setembro 22, 2012

Pausa nas postagens


Como vocês devem ter percebido, não conseguimos publicar muitas coisas nas últimas semanas. A parte do ótimo texto escrito pelo nosso amigo Lucas Fava (leia, é muito bom), já faz algumas semanas que não temos nada novo no blog.
Vamos voltar a postar novos textos em breve. Com toda a correria das últimas semanas, não temos tido tempo para novos textos. Mas em breve voltaremos com tudo.
Enquanto isso, aproveite para ler os outros textos que já publicamos. Temos mais de 800 textos no blog. Tenho certeza que você vai encontrar algo interessante.
À esquerda desse texto, você vai encontrar uma caixa de pesquisa do Google que faz pesquisa exclusivamente no site. Digite uma palavra ou um grupo de palavras e veja o que pode encontrar por aqui.

Mas não vá longe. Em breve estaremos de volta.

segunda-feira, setembro 17, 2012

Por que evangelizar?



Por que evangelizar? Claro, devemos evangelizar, em primeiro lugar, porque Jesus nos manda (Marcos 16:15). Hoje em dia não gostamos da idéia de autoridade e não aceitamos de forma alguma fazer algo em simples obediência. Porém, Cristo é Senhor, e senhores têm o poder de mandar e desmandar em seus servos. Servos de Cristo o obedecem, e evangelizam.

Mas não é disso que quero falar. Quero falar da motivação por trás de evangelismo. Afinal, Cristianismo é sobre amor, e o que nos leva a obedecer a Cristo é amor (João 14:15), e não somente a questão de autoridade.


domingo, setembro 02, 2012

8 dicas de evangelismo


Evangelismo é uma coisa relativamente simples. Na maioria das vezes, nós é que tornamos o evangelismo algo de outro mundo quando achamos que é uma atividade totalmente a parte de nossa vida, como se fosse um momento em que deixamos todas as coisas e nos concentramos nessa atividade extracurricular chamada evangelismo. Na verdade, nós somos evangelistas de um jeito ou de outro. Por exemplo, eu vejo meus amigos no Facebook espalhando as boas novas sobre seus times de futebol, mostrando como seu time é superior aos outros. Isso de uma certa forma é evangelismo, só que de futebol.

Greg Koukl, de Stand to Reason, que passa bastante tempo viajando de avião entre uma palestra e outra, compartilha conosco uma de suas histórias de suas viagens, onde podemos tirar 8 dicas para o evangelismo. Veja abaixo a lista das 8 dicas. Se você quiser ler o artigo (em inglês), clique aqui.
  1. Procure por oportunidades.
  2. Quando conseguir uma oportunidade, não complique demais as coisas.
  3. Evite utilizar de linguagem religiosa, terminologia religiosa e o jeitão religioso.
  4. Fique focado na verdade, não nos benefícios pessoais do cristianismo.
  5. Apresente evidências.
  6. Fique calmo.
  7. Deixe que a pessoa vá embora, se quiser.
  8. Deixe que a pessoa vá embora com alguma coisa para ler (como o Evangelho de João, por exemplo).

E você, tem alguma dica de evangelismo para compartilhar?

quinta-feira, agosto 30, 2012

A marca de Caim: a cor negra?



De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar.
Atos 17:26

Os mórmons crêem que Deus amaldiçoou Caim com a pele negra e com o nariz achatado. Entretanto, a “marca” foi colocada sobre Caim antes do dilúvio. Durante o dilúvio, toda a carne pereceu, à exceção de Noé, sua esposa, seus três filhos e as esposas deles. Se a maldição que fora lançada sobre Caim fosse a pele negra, a única maneira de tal aspecto físico ter sobrevivido seria se Noé fosse um descendente direto de Caim. Todavia, de acordo com sua genealogia, ele descende de Sete (Gn 5:3, 6-32).

Bíblia Evangelismo em Ação, Editora Vida, página 1102

quarta-feira, agosto 29, 2012

Lição de vida 8 - A vida tem muitos perdedores. Você pode ser um deles!




Por RickThomas 

Lição de Vida 8: A sua escola pode ter se livrado com os vencedores e perdedores, mas a vida não. Em algumas escolas, chegaram a abolir com as notas e eles vão te dar quanto tempo quanto necessário para acertar a resposta. Isso não se parece nem um pouco com a vida real.

Você sabia que a infância é um teste para a vida adulta? É um teste. Você não vai ser um adulto maduro se você também não for uma criança madura. Não existe uma linha mágica que você cruza e de repente, bang, você é maduro.
É como o casamento. A certidão de casamento não é uma coisa que muda quem você é. A pessoa que você tem sido é a pessoa que você trará para o casamento. O seu cônjuge será da mesma forma.
Igualmente, a pessoa que você tem sido como criança será a pessoa que você trará para a idade adulta. As duas diferenças serão (1) você vai estar em um corpo muito maior, (2) e os seus erros terão punições muito maiores.
A infância é um laboratório para que você experimente, falhe, tente de novo. Quando você aprender a suceder, você estará pronto para a vida adulta. Mas não se engane. A vida adulta não irá esperar até você descobrir tudo isso.
A vida adulta e as responsabilidades não esperam por ninguém. Ou você nada ou você afunda. Se você errar, errou. Existem perdedores por ai. De uma volta pela sua cidade ou assista o jornal da noite para ver como os perdedores vivem.

terça-feira, agosto 28, 2012

Como a igreja reconheceu a canonicidade dos livros da Bíblia?





Existe um entendimento errado, popularizado por livros como O Código Da Vinci, que a forma como os livros da Bíblia foram escolhidos era através de concílios da igreja infundidos em política e votando contra os livros que eles não gostavam. No entanto, uma cuidadosa leitura da história da igreja desaprova esse entendimento.
Como visto no posto anterior, a igreja entendeu o seu papel em reconhecer os livros que Deus, ele mesmo, havia inspirado. Esse trabalho de reconhecimento era algo que a igreja primitiva realmente levou a sério, mas como eles fizeram isso? Quais critérios eles usaram?
Sabemos que a profeticidade era uma condição necessária para a canonicidade, mas algumas vezes os pais da Igreja que estavam tentando verificar a profeticidade de um livro estavam longe por décadas, ou mesmo séculos, da composição original do livro. Então, o que eles fizeram?
Norman Geisler e William Nix, em seu livro Um Introdução Geral à Bíblia, descreve o critério que foi na verdade utilizado pela igreja primitiva no processo.
O livro foi escrito por um profeta de Deus? Esse era o critério mais fundamental. Uma vez que isso havia sido estabelecido, a inspiração do livro era reconhecida.
O autor havia sido confirmado por atos de Deus? Se havia alguma dúvida sobre o autor ser um verdadeiro profeta de Deus, milagres serviam como confirmação divina.
A mensagem transmitia uma verdade sobre Deus? De acordo com Geisler e Nix, “qualquer ensino sobre Deus contrário aquilo que seu povo já sabia ser verdade deveria ser rejeitada. Mais ainda, qualquer predição feita sobre o mundo que falhassem em se tornar verdade deveria ser rejeitada”.
Ele vem com o pode de Deus?  Geisler e Nix explicam, “outro teste de canonicidade era o efeito edificador do livro. Ele possuía o poder de Deus? Os Pais acreditavam que a Palavra de Deus é “viva e ativa” (Hb. 4:12), e consequentemente deve ter uma força transformadora para edificação (2 Tm. 3:17) e evangelização (1 Pedro 1:23).”
O que é aceitável para o povo de Deus? Geisler e Nix afirmam que “a aceitação inicial de um livro pelo o povo a quem havia sido endereçado era crucial. Paulo disse sobre os tessalonicenses, ‘Por isso também damos, sem cessar, graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como palavra de Deus’ (1 Ts 2:13). Qualquer debate subsequente que possa ter existido sobre o lugar de um livro no cânon, as pessoas na melhor posição para saber a sua credencial profética eram aqueles que conheciam o profeta que o havia escrito. Assim, apesar dos debates posteriores sobre a canonicidade de alguns livros, a evidência definitivo é aquela que atesta para a sua aceitação original pelos crentes contemporâneos ao livro”.
Geisler e Nix resumem:
A mais importante distinção a ser feita nesse ponto é entre a determinação e a descoberta da canonicidade. Deus é unicamente responsável pela primeira, e o homem é meramente responsável pela segunda. Que um livro é canônico é devido à inspiração divina. Como isso é conhecido como verdade é um processo de reconhecimento humano. O homem descobriu aquilo que Deus havia determinado olhando para as “marcas de inspiração”.
Perguntava-se se o livro (1) havia sido escrito por um homem de Deus, (2) havia sido confirmado por um ato de Deus, (3) falava a verdade sobre Deus, o homem e assim por diante, (4) vinha com o poder de Deus e (5) era aceito pelo povo de Deus. Se um livro tivesse a primeira marca, as outras eram normalmente pressupostas. É claro que os contemporâneos do profeta (apóstolo) conheciam as suas credenciais e aceitavam os seus livros imediatamente. Mas mais tarde os Pais da Igreja separaram a profusão de literatura religiosa, descobriram e deram um reconhecimento oficial para os livros que, pela virtude da inspiração divina, haviam sido determinados por Deus como canônicos e originalmente reconhecidos pela comunidade contemporânea ao qual ele primeiramente havia sido apresentado.

segunda-feira, agosto 27, 2012

Segundas terminológicas: busca pelo Jesus histórico

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Busca pelo Jesus histórico:

Movimento do século 19 que buscava separar o homem Jesus de Nazaré do Cristo da fé proclamado pela igreja, estabelecendo assim uma distinção entre essas duas visões acerca de Cristo. Os defensores dessa busca concluíram que o Jesus "histórico"(não-sobrenatural) nunca fez nenhuma alegação messiânica, nunca predisse sua morte ou ressurreição e nunca instituiu os sacramentos adotados pela igreja. Em vez disso, as histórias bíblicas que atribuem esses atos a Jesus são "mitos" não históricos que, junto com certas afirmações filosóficas e teológicas apresentadas nos documentos do NT, foram projetados pelos discípulos, pelos escritores dos evangelhos e pela igreja primitiva. O verdadeiro Jesus histórico, em contrapartida, pregou uma mensagem simples, profundamente ética, resumida no princípio da "paternidade de Deus" e da "fraternidade dos homens".

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

quarta-feira, agosto 22, 2012

Lição de Vida 7: seus pais eram legais




Por RickThomas 



Lição de Vida 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão chatos quanto são agora. Eles ficaram assim pagando as duas contas, limpando a sua roupa e ouvindo você falar o quanto você acha que é legal. Portanto, antes de se lançar para salvar a floresta amazônica das mazelas da geração dos seus pais, tente primeiro arrumar o seu quarto.

Seus pais costumavam a ter uma vida. Acredite. Eles tinham. Antes de você nascer eles podiam escolher serem irresponsáveis, espontâneos e livres. Então eles decidiram se casar e ter filhos. Isso mudou o mundo deles para sempre.
Talvez seus pais ainda sejam irresponsáveis, espontâneos e um pouco livres demais. E você? Você é diferente? Se eles ainda são dessa maneira, isso significa que você também deve ser assim? Se eles não te guiaram corretamente, então, e se você fosse radical e se tornasse o responsável da família?
Apesar de comportamentos indesculpáveis possam gerar comportamentos indesculpáveis, isso não quer dizer que você deve agir dessa maneira. Nenhum de nós pode se desculpar por nosso mau comportamento não importa quanto tentamos nos desculpar.
Eu gastei muito tempo da minha vida com um peso nos ombros porque eu me sentia enganado e traído pelos outros. Eu me sentia ludibriado e minha resposta era raiva, ressentimento, amargura e falta de perdão. Levou muito tempo pra eu perceber que eu não era diferente dos meus pais. Somos todos depravados – podres até o fundo e necessitados de um Salvador.
Eu proclamava as falhas deles sem nunca perceber as minhas. Um dia seus pais terão ido embora e não haverá desculpas para as escolhas que você fez, exceto afirmar que foram suas escolhas

Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.  
Mateus 7:2

Talvez a vida deles seja desorganizada, caótica e sem ordem. Ok, mas e a sua vida? Com o que a sua vida se parece? Se você aprender a crescer em situações difíceis, você terá aprendido uma das maiores lições da vida.
Nada dissuadiu o Salvador de Seu propósito, não importava qual era a distração ao redor Dele. Não espere até você ter trinta anos para aprender essa lição valiosa.

terça-feira, agosto 21, 2012

Poderoso como Moisés



Moisés foi educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras.
Atos 7:22

Não se preocupe se você não tem o “dom da palavra” quando o assunto foi testemunhar aos não salvos. Veja o caso de Moisés, que foi “educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras”, mas Deus o usou para liberta o povo de Israel somente quarenta anos mais tarde. O caráter gentil de Moisés só foi produzido depois de longo tempo em que ele trabalhou como pastor de ovelhas. A Bíblia nos diz: “Conduz os humildes na justiça e lhes ensina o seu caminho” (Sl 25:9). A “sabedoria” que Moisés adquiriu no Egito não era sabedoria do alto. Quando ele viu a injustiça, fez justiça com as suas próprias mãos e cometeu um assassinato. Deus não precisa da sabedoria deste mundo. Ele deseja simplesmente que tenhamos alma pura, humilde, amorosa e cheia de compaixão, pois assim ele poderá nos usar para propagar o seu evangelho. Ele deseja que sejamos como “faróis” do seu amor no mar revolto do mundo. No momento em que recebemos o Espírito de Cristo, também recebemos o dom dessas virtudes. Não precisamos apascentar ovelhas durante quarenta anos, pois já temos o caráter do Bom Pastor manifesto em nós.

Bíblia Evangelismo em Ação, 2005, Editora Vida, página 1081.

segunda-feira, agosto 20, 2012

Segundas terminológicas: Rudolf Bultmann

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Bultmann, Rudolf (1884 - 1976):

Catedrático da Universidade de Marburg, na Alemanha, Bultmann foi um dos mais importantes estudiosos do NT do século XX. Foi o pioneiro em estudar os evangelhos valendo-se da crítica da forma (Formgeschichte), que buscava descobrir pronunciamentos e fatos da igreja primitiva subjacentes à forma definitiva do texto dos evangelhos. Também é conhecido pela demitização, i.e., a tentativa de identificar os antigos "mitos" pressupostos pelos autores bíblicos e traduzi-los em termos modernos. Para Bultmann, isso significa interpretar o NT utilizando as categorias desenvolvidas pelo filósofo existencialista Martin Heidegger. Por exemplo, Bultmann redefiniu as "idéias primitivas" de pecado como "existência inautêntica" e salvação como "existência autêntica".

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

domingo, agosto 19, 2012

O que é apologética




A apologética é como um campo. No centro desse campo existe um jardim. O jardim possui uma porta e essa porta é Jesus. Existe um único caminho que leva até essa porta. Dentro do jardim existe vida eterna na presença de Deus. Fora do campo, no entanto, existem pedras, pedregulhos, espinhos, cardos, depressões, montes e vários falsos caminhos que não levam a lugar algum.
O apologista vive nesse campo e aponta as pessoas para o verdadeiro caminho para que eles possam achar o jardim. O apologista busca remover os espinhos intelectuais e as pedras emocionais que impedem as pessoas de encontrar o verdadeiro caminho para Deus. Também existem muitas pessoas que estão caminhando por falsos caminhos (cultos, filosofias, etc.) que nunca irão atingir o jardim. O apologista gentilmente guia essa pessoa, remove os obstáculos e aponta na direção do jardim. Quando a pessoa atinge o jardim, é entre ela e Deus se a pessoa vai entrar ou não.
Imagine-se como um trabalhador no campo. Não é o seu trabalho salvar ninguém. O seu trabalho é apontar para o caminho. Você não é único no campo. Não é seu trabalho levá-los até o jardim. Eles mesmos chegam lá. Você simplesmente deve ajudá-los.

sábado, agosto 18, 2012

11 maneiras de reacender sua paixão pela leitura da Bíblia



Eu me deparei com um bom artigo sobre como reacender a paixão pela leitura da Bíblia. Eu sempre afirmei aqui no blog que uma das maiores falhas da igreja evangélica é seu desconhecimento do conteúdo da Bíblia. Milhões de evangélicos passam toda a sua vida cristã sem ter lido a Bíblia inteira pelo menos uma vez!
Abaixo você pode encontrar um resumo do artigo. No link abaixo você pode ler o texto original em inglês.


1 – Cresça em um relacionamento amoroso com o Autor das Escrituras.
Se uma jovem recebe uma carta de seu noivo, ela ansiosamente se lança na leitura da mesma. Esse é o mesmo sentimento que devemos ter pelo Autor das Escrituras, nossas cartas de amor.

2 – Tenha um relacionamento pessoal com Deus.
Além de amar a Deus, o leitor das Escrituras deve também desenvolver um relacionamento pessoal com o Autor.

3 – Aborde a Bíblia com um temor em adoração.
É importante que você tenha uma atitude mental propícia à leitura da Bíblia, em temor, oração e adoração.

4 – Considere um privilégio ler e estudar as Escrituras.
Por 1500 anos na história da humanidade as pessoas normais não tinham acesso à Bíblia e somente a pouco tempo temos a Bíblia na maioria das línguas mundiais. Considere um privilégio poder ter uma Bíblia.

5 – Desenvolva um interesse real enquanto você lê uma parte das Escrituras.
Tem gente que reclama que aquilo que estão lendo é chato. Mas não precisa ser assim. Desenvolve um interesse genuíno pela passagem. Todas elas possuem uma razão para estar lá.

6 – Peça ao Senhor para que ele lhe dê verdadeira alegria enquanto você lê as Escrituras.
Nós sabemos que a alegria espiritual é fruto do Espírito Santo. Peça a Deus para que Ele estimule essa alegria no seu coração pela leitura da Bíblia.

7 – Encontre um lugar calmo e encontre tempo de qualidade para passar lendo as Escrituras.
Não importa o horário, você não deve ser perturbado enquanto estiver lendo as Escrituras. Procure um lugar livre de distrações.

8 – Comece seu tempo de leitura da Bíblia com oração.
Antes de começar a leitura do texto bíblico, pare por um minuto e peça a Deus que abençoe o seu tempo de leitura e que limpe seus pensamentos.

9 – Examina a passagem da Bíblia cuidadosamente e em oração.
Não leia a Bíblia como você lê um jornal. Lembre-se que existe uma riqueza espiritual naquilo que é a Palavra de Deus.

10 – Determine-se a ler por benefício espiritual do Senhor.
Paulo diz: “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. Romanos 15:4. A Bíblia no encoraja, mas também nos dá avisos, todos úteis. A Escritura nos dá a sabedoria que nos leva a salvação e nos ajuda a crescer. Se você mantiver os benefícios espirituais da sua leitura bíblica em mente, você terá cada vez mais desejo de ler a Bíblia.

11 – Lembre-se que você está buscando conhecer a vontade de Deus e a obedecê-la.
Lembre-se que você não está lendo a Bíblia para cumprir um dever ou somente por curiosidade. O propósito maior da leitura das Escrituras é conhecer a Deus, conhecer Sua vontade e obedecê-la.

sexta-feira, agosto 17, 2012

Você deve nascer de novo



"Não ache que você está pessoalmente justificado aos olhos de Deus porque você teve um pai e uma mãe de Deus, ou mesmo avós cristãos. A mensagem de Cristo para todos que não foram regenerados pelo Espírito Santo é, 'você deve nascer de novo'. A religião verdadeira é pessoal: é uma coisa de preocupação para cada homem em si mesmo".
Charles Spurgeon

quarta-feira, agosto 15, 2012

Lição de Vida 6: Se você errar, não é culpa dos seus pais




Por RickThomas 


Lição de Vida 6: Se você errar, não é culpa dos seus pais, então não fique choramingando sobre seus erros, aprenda com eles.

Tiago fez uma pergunta óbvia sobre a fonte da nossa raiva.
Eu acredito que a maioria dos cristãos não entende funcionalmente a resposta para essa pergunta.
Eu acho que muitos cristãos podem dar a resposta teológica correta, mas quando chega a parte funcional – a prática, eles realmente não entendem de onde a raiva se origina.

De onde vem as guerras e as brigas entre vocês? – Tiago 4:1

Uma coisa é saber em nossas cabeças o que a Palavra de Deus diz e é outra coisa totalmente diferente como você vive a Palavra de Deus em sua vida.
Somente o conhecimento não irá te ajuda. É a prática desse conhecimento que faz a diferença (Tiago 1:22).
Satanás acredita em Deus e tem mais conhecido sobre Deus do que qualquer um de nós, mas ainda assim ele é o demônio e sua condenação é certa (Tiago 2:22).
Mesmo você sabendo de onde vem a sua raiva, vamos assumir que você sabe, pouco importa até que você assuma a sua raiva e mude. É assim que Tiago responde a sua própria pergunta:

Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis. – Tiago 4:1-2

Em sua primeira pergunta, ele usa “vem” duas vezes. Ele realmente quer saber de onde vem. Se você está bravo não é porque o diabo o fez ficar assim ou que seus pais o fizeram ficar assim. Ele responde a sua pergunta com outra pergunta.
Ele usa três palavras, que são basicamente sinônimos – cobiça, inveja e guerra (por desejo). Todas essas três palavras significam ídolo. Um ídolo é algo que você quer mais do que você deseja a Deus e se você não consegue aquilo que você quer, você peca – nesse caso, você fica irritado.
Tiago coloca a causa de sua raiva nas suas paixões, desejos e/ou cobiça. Sua raiva está em você. Você é a causa da sua raiva. E ai você diz, “mas eles errarram comigo. Eles me machucaram. Você não entende.”
E eu digo, “Eu entendo”.  É por isso que eu estava falando antes sobre esse mundo e as pessoas que estão nele não são justas. A vida não é justa. Nós nos machucamos, temos feridas e somos largados. A vida é assim. Lembre-se: Adão caiu e todos nós nos machucamos.
E então você diz, “mas eu orei a Deus tantas vezes para que Ele levasse meus problemas pra longe e eles nunca vão embora”. Eu entendo essa oração também. E Tiago também. É por isso que ele acrescenta a seguinte frase ao final de sua explicação sobre a origem da raiva:

Não têm, porque não pedem. Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres. – Tiago 4:2-3

Nós oramos para que Deus faça muitas coisas, e entre elas para levar a dor embora. Algumas vezes Deus faz isso, outras Deus não faz. Algumas vezes Deus permite a dor e o sofrimento do coração em nossas vidas para nos ajudar..

terça-feira, agosto 14, 2012

A escatologia desconhecida



Eu preciso confessar uma coisa para os leitores do blog. Até essa sexta-feira teremos 800 artigos públicos em nosso blog em pouco mais de 6 anos de existência e, pelo menos que eu me lembre, nenhum deles abordou o assunto dos últimos dias, ou seja, a escatologia. E isso por um motivo simples: eu não entendo absolutamente nada sobre escatologia. É verdade, eu tenho um conhecimento que fica aquém do funcional sobre o assunto. Mas existe um motivo para isso. Acredito que tanto a Vivian quanto eu não chegamos ao momento de nos dedicarmos a estudar esse assunto.
Eu me lembro que quando me converti a escatologia era um assunto muito quente no meio evangélico. Em uma visita a uma família da igreja eu vi pela primeira vez aqueles quadros que mostravam desde a criação até o final dos tempos, com várias ilustrações e datas até os dias de hoje e um tempo mais ou menos previsto para os eventos futuros. Eu ficava me perguntando como as pessoas sabiam que tudo aquilo ia acontecer daquela forma. Mas praticamente desde a minha conversão eu já possuía um posicionamento escatológico: eu acreditava no arrebatamento da igreja, nos sete anos de tribulação que se seguiria e no reino de mil anos de Cristo, que culminaria no Armagedom. Mas esse meu posicionamento era mais fruto da crença coletiva do meio evangélico que eu vivia do que de uma análise bíblica dos fatos. Não estou dizendo que essa crença não possua fundamento bíblico, mas eu a tinha aprendido pelo comentário aqui e ali dos membros da igreja e nunca havia participado de um estudo sobre o assunto. Mas na verdade, isso nunca chegou a ser mais do que uma leve curiosidade. Eu sempre fui atraído por outras coisas, como evangelismo e apologética e o livro de Apocalipse foi ficando para trás. Eu já li alguns livros sobre o assunto, já tive aulas sobre escatologia em um curso de teologia básico que fiz, mas nada mais do que isso. Em um futuro eu acredito que irei dar um pouco mais de atenção a esse assunto, mas gostaria de apontar duas razões pelas quais a Escatologia não está nesse momento no meu foco principal:

1 – Você jamais poderá entender o livro de Apocalipse enquanto não entender o livro de Romanos.
Ou seja, a Escatologia não fará sentido se você não entender que o homem é pecador, que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, que a salvação é pela graça de Deus, através da fé. Ou seja, se você não entender o básico de doutrinas e teologia cristã, jamais entenderá corretamente a Escatologia. Isso parece óbvio, mas você se surpreenderia se soubesse a quantidade de pessoas que entendem tudo sobre Escatologia, mas não tem a menor ideia de como o homem se salva ou do que ele é salvo. O fim dos tempos está dentro da história redentiva de Deus e ele nunca fará sentido solto sem contexto. É como ler somente o fim de um livro, sem nunca ter lido o começo e o meio. E particularmente, nesse momento estamos mais focados no aprofundamento do meio dessa história redentiva.

2 – “Tudo o que você precisa saber sobre o fim dos tempos você saberá quando o fim dos tempos chegar” – Paul Washer
Essa é uma frase do Paul Washer que eu gosto muito e concordo plenamente. Milenarista, amilenarista, pós-tribulacionismo, pré-tribulacionismo, seja qual for a vertente escatológica. Não haverá mais dúvidas. Isso não quer dizer que não seja importante aprender sobre essas coisas, é importante sim, mas é o tipo de posicionamento teológico que devemos manter com certa flexibilidade e jamais deveríamos nos dividir por causa disso. Por mais bem informado que estejamos sobre o assunto, apenas na volta de Cristo teremos certeza sobre como será esse evento em seus detalhes. Fique tranquilo, você não irá perder esse espetáculo. Só espero que esteja do lado do Cordeiro nesse dia.

Essa é a minha confissão. Escatologia é o meu calcanhar de Aquiles. Eu entendo muito pouco sobre o assunto. Tenho ótimos materiais sobre isso, mas ainda não tive tempo para estudá-los. E pelos motivos acima, isso não me perturba. A minha esperança está em Cristo e eu sei que, sejam quais forem os eventos, Cristo o fará como o Pai já determinou. Isso para mim é o suficiente para acalmar meu coração sobre o futuro.

segunda-feira, agosto 13, 2012

Segundas terminológicas: Emil Brunner

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Brunner, Emil (1889 - 1966):

Teólogo suíco de grande influência, que, junto com Karl Barth, está relacionado ao movimento chamado Neo-Ortodoxia ou Teologia Dialética. Brunner rejeitou o quadro que a teologia liberal apresentou de Jesus Cristo como mero ser humano altamente respeitado. Frisava, então, que Jesus era Deus encarnado e figura central da salvação. Brunner também tentou encontrar uma posição intermediária no debate arminiano e calvinista, declarando que Cristo se pôs entre o tratamento soberano de Deus para com a humanidade e a nossa livre aceitação do dom divino da salvação. Embora Brunner tenha ressaltado corretamente a centralidade de Cristo, os teólogos conservadores mostram-se hesitantes em aceitar outros de seus ensinamentos, dentro os quais a rejeição de certos elementos "miraculosos" das Escrituras e as objeções quando à utilidade da doutrina da inspiração da Bíblia.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.
Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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