quarta-feira, maio 08, 2013
Por que os evangélicos são tão obcecados com o homossexualismo?
terça-feira, dezembro 18, 2012
A verdadeira questão sobre o casamento gay
segunda-feira, agosto 06, 2012
Casamento bíblico: pode tudo? - Parte 2
domingo, agosto 05, 2012
Casamento bíblico: pode tudo? - Parte 1
domingo, abril 01, 2012
Facebook, Bíblia, homossexualismo e uma conversa entre amigos
sábado, janeiro 07, 2012
Dia da Liberdade de Culto
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| A Primeira Missa no Brasil, quadro de Victor Meireles, 1860. |
quarta-feira, novembro 23, 2011
Os Homossexuais nascem assim?
quinta-feira, agosto 04, 2011
Direitos iguais?
domingo, julho 31, 2011
Homossexualismo e intolerância: o nascer de uma ditadura
sábado, julho 09, 2011
Hillary Clinton e a ditadura gay
A Secretária de Estado Hillary Clinton fala na celebração do Mês do Orgulho GLBT no Departamento de Estado. (CNSNews.com/Penny Starr)
(CNSNews.com) – A Secretária de Estado Hillary Clinton disse na segunda que o Departamento de Estado teve um papel importante para “fechar o acordo” para a performance da estrela do pop-rock Lady Gaga na parada do orgulho gay em Roma, Itália
Clinton apontou especificamente uma carta que David Thorne, embaixador americano para a Itália, enviou para Lady Gaga persuadindo-a para participar do evento.
“E tem também o trabalho que nossa equipe da embaixada tem feito,” disse Clinton. “Duas semanas atrás eles tiveram um papel importante para trazer Lady Gaga para a Itália para um concerto Euro Pride.”
terça-feira, junho 14, 2011
A falta de lógica na defesa de Ricardo Godim do "direito" homossexual
Ricardo Gondim é dispensado da Ultimato por suas declarações sobre união entre homossexuais
Ricardo Gondim informou em seu blog que os diretores da Revista Ultimato se reuniram com ele nesta semana para avisá-lo que sua participação como colaborador da revista seria descontinuada.
O líder da Igreja Betesda escreveu para a publicação por quase 20 anos e, de acordo com ele, essa decisão foi tomada por causa de suas declarações polêmicas dadas à Revista Caros Amigos apoiando a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
“Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis”, escreveu.
Além dessa declaração outras manifestações do pastor trouxeram certo desconforto para a redação da revista, diante da tragédia causada por um terremoto do Japão, Gondim postou mensagens no Twitter dizendo que Deus não teria o controle do mundo. Sobre esse aspecto o pastor escreveu: “Jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos corolários que faço: amor e controle se contradizem.”
Há tempos que Gondim se mostra mais a favor do humanismo do que do estilo “calvinista” que predomina as igrejas evangélicas do Brasil e esse foi outro ponto apresentado por uma das editoras da revista.
Fonte: Notícias Gospel
domingo, maio 08, 2011
Tradando iguais de forma igual
sábado, fevereiro 19, 2011
Passeata pela defesa da Lei da Homofobia
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Casamento entre pessoas do mesmo sexo
terça-feira, novembro 18, 2008
Homofobia
Alguns assuntos são delicados pela sua natureza, não importando o tempo. Outros, são delicados por um tempo, ou pela visibilidade que ganham, mas depois se tornam algo comum. Mas existem assuntos que além de serem delicados por natureza, ganham uma enorme visibilidade, o que os torna ainda mais difíceis de serem abordados. Homossexualismo é um desses assuntos e acredito que o mais proeminente de todos.
E para nós cristão é ainda mais complicado porque temos a Bíblia (ou deveríamos) como nossa palavra definitiva sobre os assuntos tangíveis ao homem 2 Tim 3:16,17.
Acrescente a isso o trabalho de evangelismo nas ruas, abordando homossexuais, como aconteceu conosco na parada gay ou mesmo pessoas que defendem o homossexualismo, sendo ou não.
O grande tema do momento é o da homofobia, especialmente leis que pretendem proteger aqueles que sofrem de discriminação por serem homossexuais.
Antes de continuar sobre o assunto, quero deixar claro uma coisa. A discriminação é algo horrível que deve ser combatida. Se alguém é privado de um emprego por uma questão de etnia (lembre-se que não existem raças entre os seres humanos, só etnias), religião, sexo ou qualquer outra característica que não seja competência, temos aí um caso de preconceito, discriminação. E isso não deve acontecer. Já trabalhei com pessoas que eram homossexuais e eram extremamente competentes. Também já trabalhei com homossexuais que eram péssimo funcionários. Como em todos os grupos, temos os mais diferentes tipos de pessoas. É importante ressaltar que eu imagino o quanto é difícil passar anos de sua vida escondendo algo, mentindo sobre si mesmo e em um momento, poder se livrar de tudo isso e se assumir. Eu entendo que tudo isso leva a uma busca apaixonada por aceitação. Mas isso tudo esconde um grande perigo, o qual o movimento da criminalização da homofobia está caindo.
Preconceito é errado e todos concordamos. Por isso já existem leis contra o preconceito (incluindo aí o homossexualismo), que devem ser cumpridas e seus infratores punidos. Se já existe uma lei, que abrange a todos e todos são responsáveis por cumpri-la, por que devemos ter uma nova lei? É justo que uma nova lei defenda apenas um grupo da sociedade em detrimento de outro? Não seria isso preconceito, discriminação, a mesma coisa que queremos combater?
Por que “em detrimento de outro”? Porque se essa lei realmente for aprovada, ela vai impedir a expressão da opinião de qualquer um que não concorde com os homossexuais. Se eu digo para um homossexual que a Bíblia diz que homossexualismo é pecado, eu estou exercendo minha opinião. Se por conta dessa opinião eu privo essa pessoa de conseguir um emprego, de estudar, de andar por ai, de receber atendimento médico, aí sim estou sendo preconceituoso. Mas se eu simplesmente expresso o que minhas crenças religiosas afirmam, eu não estou sendo preconceituoso, estou sendo coerente com minhas crenças. Além do mais, se a Bíblia é verdadeira e 1 Cor 6:9,10 está correto, nada mais amoroso do que dizer a essa pessoa que ela deve se arrepender de todos os seus pecados. Sendo essa pessoa homossexual ou não, já que esse alerta é para todos.
Sendo assim, expressar uma opinião é bem diferente de ser preconceituoso.
Se alguém me diz: “não, você não pode dizer isso, não pode dizer que eu estou errado, isso é preconceito, você está me julgando e isso é errado”, ora, essa pessoa está fazendo a mesma coisa que me acusa de fazer. Ela está me julgando, dizendo que eu estou errado e ela está sendo preconceituoso, agora em relação à minha religião.
Nesse caso, a lei que defende o homossexual da homofobia ataca o cristão com perseguição religiosa, já que na verdade eu já não posso mais crer ou declarar aquilo que minha fé estabelece, mas sim aquilo que o Estado acha conveniente. E se o Estado entender que a cruz é ofensiva, pois algum grupo religioso se sente ofendido quando houve que não podemos nos salvar por nós mesmos, mas sim pela cruz? O Estado vai a favor desse grupo e nos impedirá de pregar a cruz de Cristo? Tudo é muito sutil, mas extremamente perigoso.
E para completar meu raciocínio, a própria palavra homofobia me parece descabida. Vamos pensar na etimologia da palavra, especificamente da parte “fobia”. Fobia é definida por um medo persistente, anormal e irracional de uma coisa em específico ou de uma situação, apesar dos avisos e garantias que é seguro. Assim sendo, fobia é um quadro clínico, uma condição médica.
Em toda a minha vida, nunca vi ninguém sofrer de um quadro de homofobia. Já vi agorafobia, aracnofobia e tantas e tantas fobias, mas nunca homofobia. E eu já fiz estágio no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo na época de faculdade. Eu nunca vi ou ouvi falar de ninguém que apresentasse suor exagerado quando chegava perto de um homossexual, ou tremedeira, ou paralisia ou disritmia cardíaca. Nunca.
Tudo isso parece ridículo e é, exatamente porque o termo homofobia denota uma condição como essa. Ou seja, o termo está errado. Não existe homofobia, ninguém apresenta esse quadro. E caso apresentasse, fobias são tratadas de forma clínica, não criminal. Ou seja, se existisse tal coisa como a homofobia, ela seria discutida em um hospital, não em um tribunal ou no legislativo.
Se é para aceitar o termo “homofobia” da forma como tem sido apresentado, eu sugiro também a criação de um novo termo “bibliofobia”, preconceito e discriminação das crenças descritas na Bíblia. Existe um enorme preconceito contra as pessoas que acreditam totalmente na Bíblia. E é bem maior do que enfrentado pelos homossexuais. Quantas vezes eu já não ouvi “nossa, você é tão inteligente e acredita na Bíblia”? Ou quantas vezes temos de suportar humilhações contra nosso Deus, contra Jesus, contra a Bíblia? Piadas de mau gosto, zombaria na televisão. Tudo porque decidimos sair do armário e assumir que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.
Se um grupo tem direito de ser protegido por uma lei contra a homofobia, eu acredito que tenho o direito de ser protegido por uma lei contra a bibliofobia, mesmo quando a Bíblia diz que homossexualismo é pecado.
O meu direito é maior do que o direito de outro?
2 Pedro 3:3 me vem à cabeça...












