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sábado, junho 08, 2013

Culto em inglês: a ressurreição de Cristo


Olá pessoal. Após um tempo longe do blog, voltamos para anunciar que vamos compartilhar uma mensagem sobre a veracidade histórica da ressurreição de Cristo na Igreja Batista da Amizade, em São Paulo. O mais interessante é que a mensagem será toda em inglês! Então, se você quiser aprender sobre a ressurreição de Cristo, ou praticar um pouco de inglês ou ambas as coisas, será muito bem vindo.

Veja o endereço abaixo:

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sábado, janeiro 07, 2012

Dia da Liberdade de Culto


A Primeira Missa no Brasil, quadro de Victor Meireles, 1860.


Hoje, dia 7 de Janeiro, comemora-se o Dia da Liberdade de Culto (eu sei disso porque comprei uma agenda nova para 2012 que vem com todas as datas comemorativas). Esse não é um dia muito lembrado, não temos também como lembrar de todas as datas, já que temos comemoração praticamente todos os dias do ano. Alguns dias temos mais de uma. Mas eu quero chamar a nossa atenção nessa data para dois ponto esquecidos mas importantes. Pelo menos, gostaria que fizéssemos uma reflexão sobre eles.
O primeiro ponto é que nós não valorizamos a liberdade de culto. Já temos isso como algo garantido, como algo que não pode ser abalado e que, como tudo aquilo que vem fácil (para nossa geração, já que gerações anteriores sofreram mais ou menos por causa disso) não damos o devido valor a essa conquista. Muitos dos nossos irmãos são perseguidos ao redor do mundo, especialmente em países islâmicos e nos poucos de governos ateus, como a Coreia do Norte. Para informações mais detalhadas sobre a perseguição que a igreja sofre ao redor do mundo, veja o site do Portas Abertas.
Valorize a sua liberdade de culto, se você a tiver. Pense em quantas Bíblias talvez você tenha em casa, mas nunca leu nenhuma delas? Quantos de nossos irmãos não dariam tudo o que tem para ter uma Bíblia inteira em suas mãos e nós temos várias? Posso ver cinco na estante em minha frente, fora as outras que estão nos outros cômodos.
Podemos nos reunir em cultos de adoração a Deus de forma pública e aberta, sem nos preocuparmos com uma invasão por parte da polícia prendendo todo mundo por uma reunião ilegal. Essa não é a realidade para muita gente.
Deus presenteou o nosso país com essa liberdade de culto. Não devemos desperdiçá-lo.
O segundo ponto, tão importante quanto o primeiro, é que nossa liberdade de culto encontra-se sim ameaçada, mas de uma forma muito sutil. Indiretamente, temos um movimento trabalhando pelos cantos para impor seu estilo de vida, com aprovação do governo e para alterar nossas crenças, com aprovação do governo, em relação à questões morais. Estou falando sobre as novas leis ditas “homofóbicas”.
Uma regulação do governo sobre até onde pode ir nossa liberdade de culto é normal. Por exemplo, se uma religião diz que adora Baal e quer sacrificar crianças de colo em adoração ao seu deus (como faziam os cananeus), o governo irá intervir e não permitirá tal coisa. Isso não é limitar a liberdade de culto, mas sim proteger a vida. Mas esse caso não pode ser análogo com a crença cristã em relação à homossexualidade. De acordo com as Escrituras, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, o homossexualismo é pecado (Levítico 18:22, 20:13; Romanos 1:25-27; 1 Coríntios 6:9-10), um grande desvio do padrão natural estabelecido por Deus para o relacionamento sexual do ser humano, uma ofensa direta contra a criação. Assim como outros comportamentos humanos (mentir, roubar, matar, adulterar, desonrar os pais), o homossexualismo é pecado, uma comportamento pecaminoso, que deve ser abandonado por todos aqueles que se tornarem salvos em Jesus Cristo (assim como os outros comportamentos pecaminosos). Estamos falando sobre comportamentos. A igreja, como qualquer outro grupo, tem o direito de estabelecer quais comportamentos são ou não aceitáveis entre os seus seguidores. Um grupo de vegetarianos pode estabelecer que só aceitará em seu grupo aqueles que não comem carne. Isso não é descriminação. Assim como a igreja declarar que o homossexualismo é pecado e um comportamento desviante, também não é descriminação. Não estamos limitando ninguém baseado em suas origens (judeus, gentios), nacionalidade (você pode ser de qualquer país), cor da pele (todas as tonalidades são bem vindas) ou sexo (homens e mulheres). Estamos falando sobre comportamentos.
Mas alguns grupos de defesa da causa homossexual não enxergam a coisa assim. Eles estão em uma cruzada para impor seu estilo de vida como aceitável para a sociedade, toda a sociedade e estão dispostos a criminalizar aqueles que não concordarem com eles. Um novo tipo de ditadura se aproxima no horizonte, uma ditadura das ideias. E um dos principais alvos dessa ditadura é a igreja de Cristo.
Enfim, vamos valorizar a nossa liberdade de culto e lutar por ela. Eu sei que muitos de nós achamos que uma boa perseguição faz bem para a igreja, já que sob perseguição severa a igreja costuma prosperar e crescer. Se a perseguição vier, que venha, mas que não seja por nossas mãos ou por nossas falhas. E enquanto tivermos a liberdade de culto, devemos usá-la, assim como a perseguição, para a glória de Deus.
Feliz Dia da Liberdade de Culto!

quarta-feira, novembro 30, 2011

Como ter uma reunião de oração na igreja




Há pouco mais de um ano nossa igreja começou a dedicar um culto de domingo à noite por mês para oração. Honestamente, eu não tinha certeza se ia funcionar. Mas passado um ano do início eu acredito que nosso pessoal está crescendo em apreciação pelo culto de oração mais e mais. Não conseguimos que todos voltem para a oração, mas é praticamente o mesmo número de pessoas que recebemos para nosso culto regular do domingo à noite (cerca de 125 ou ¼ do número dos cultos no domingo pela manhã*).

Aqui estão sete coisas que eu aprendi sobre ter uma reunião de oração na igreja:
1. Ore. Não torne a sua “reunião de oração” em um momento para cantar 5 hinos, uma pequena mensagem, pessoas compartilhando pedidos e 10 minutos finais de oração. Ponha a mão na massa e ore.

2. Comece no horário e termine no horário. Isso pode não ser verdade para todas as culturas, mas nos Estados Unidos a pontualidade ajuda. As pessoas sabem o que esperar. Nós oramos por uma hora.

3. Planeje-se. Se você está orando com alguns irmão mais maduros, acostumados com a oração, você talvez conseguirá seguir com a reunião com pouca preparação. Mas liderar uma reunião de oração para a igreja como um todo exige liderança. Você precisa pensar naquilo que vai fazer. Recentemente eu planejei uma reunião de oração em torno dos frutos do espírito. Em outros momentos oramos pelos diferentes ministérios da igreja. Nós usamos livros de oração e muita Bíblia. Nós tomamos emprestado antigos padrões de oração. Nós até andamos ao redor do prédio enquanto orávamos. A questão é: você não pode enrolar 100 pessoas. Você deve se preparar.
E uma vez na reunião, você precisa liderar também. Dirija as pessoas. Coloque o grupo de volta nos trilhos. Mostre para o seu pessoal que esse é um evento importante que tem garantido a sua atenção, a sua paixão e a sua preparação. Se vocês começaram a reunião de oração porque o seu pastor estava cansado de pregar todo domingo à noite, as pessoas vão perceber. Faça da reunião de oração uma prioridade e aja de acordo.

4. Varie e separe a noite em pedaços menores. A nossa reunião de oração passa bem rápido porque fazemos várias coisas pela noite. Podemos cantar uma canção (uma ou duas) como uma oração. Podemos usar um formulário de oração. Podemos ler uma oração de forma responsiva. Podemos ter um tempo de silêncio. Podemos ter uma pessoa dirigindo a oração do púlpito. Podemos nos separar em pequenos grupos para oração. Fazemos diferentes coisa ao curso de 60 minutos. Normalmente cada parte tomar de 5 a 10 minutos.

5. Faça com que seus lideres estejam lá. A reunião de oração não irá vingar se o pastor não estiver por trás dela. Isso não significa que o pastor precisa estar em cada reunião de oração. Mas se você quer começar, aumentar ou reviver uma reunião oficial de oração as pessoas precisam ver que ela importa para os pastores e líderes. Eu geralmente lidero nossas reuniões de oração.

6. Fique com as crianças. Eu sei que deixar as crianças em um culto, ainda mais em um culto de oração, é desafiador. Nós temos um berçário para os recém-nascidos e bebês de colo nos domingos à noite. Mas uma das coisas mais legais sobre a nossa reunião de oração é que muitas crianças estão presente. Eles ficam nos grupos pequenos (quando separamos em grupos) e muitas vezes contribuem com os adultos. Eu não tenho palavras para descrever minha alegria quando um dos meus filhos ora em nosso círculo. Eu também me alegro que eles estão vendo a oração como modelo por outros crentes de fora de sua família e de todas as faixas etárias. Eles ouvem confissões, louvores e súplicas assim como todo mundo. Nós estamos ensinando nossos filhos a orar através do culto de oração. Também estamos mostrando que a oração realmente importa.

7. Seja persistente. Oração é trabalho duro. Oração é um dom, mas também uma habilidade para se aprender e desenvolver. Não desista se parecer estranho no começo ou se as pessoas não aparecerem. Seja fiel e ore continuamente.

*Nota do tradutor: nas igrejas cristãs nos Estados Unidos, o principal culto da semana é o culto do domingo pelas manhãs, que costuma receber o maior número de pessoas, diferentemente do Brasil, onde o principal culto acaba sendo o de domingo à noite.

Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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