Mostrando postagens com marcador moralidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moralidade. Mostrar todas as postagens

domingo, dezembro 16, 2012

Sem Deus, não existe o bem ou o mal


Ataque em Newton, Connecticut

Sobre o atentado em Newton, Connecticut, na última sexta-feira.
É impossível construir uma sociedade ao redor da negação de um padrão dado por Deus e então, arbitrariamente, reintroduzir esse padrão conforme for conveniente, sempre que você precisar de uma palavra como “mal” para descrever o que acaba de acontecer. Essas palavras não podem apenas ser assopradas. Se nós as abolimos e também suas definições e todo fundamento possível para elas, precisamos reconhecer o fato que elas se foram. A descrença cultural, que leva inexoravelmente a um niilismo cultural e ao desespero, é completamente incapaz de responder apropriadamente a coisas como essa, enquanto é totalmente capaz de criar tais situações. Nas palavras proféticas de C. S. Lewis, “Em um tipo de simplicidade medonha nós removemos o órgão e exigimos a função. Nós criamos um homem sem peito e esperamos que eles tenham virtude e iniciativa. Nós rimos da honra e ficamos chocados ao encontrar traidores em nosso meio. Castramos e exigimos que o eunuco seja frutífero.”

quarta-feira, junho 15, 2011

Perguntas filosóficas 29


Perguntas para refletir. Uma por dia.

O que é efetivamente errado com o incesto?

Por Critical Thinking

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Como Jeffrey Dahmer definia moralidade?



Se a moralidade não está fundamentada em um padrão transcendente, um padrão que está acima de toda a humanidade, então ela colapsa para o relativismo. Esse conceito não é de forma alguma difícil de entender, mas relativismo mantém uma conotação tão negativa nos dias de hoje que os ateus, que negam um padrão objetivo transcendente para a moralidade, continuam melindrosos com essa palavra.
Jeffrey Dahmer, o assassino serial que ganhou notoriedade ao comer suas vítimas, entendia a conexão entre Deus e a moralidade muito bem. O pai de Dahmer reconta o raciocínio moral de seu filho em um documentário produzido em 1996: “Se tudo aconteceu naturalisticamente, qual a necessidade de Deus? Eu não posso criar minhas próprias regras? Quem é meu dono? Eu sou meu dono”.
Exatamente. Se Deus não existe, você não presta contas a ninguém . Você é o seu próprio dono e pode fazer consigo mesmo aquilo que o agradar.
Em uma entrevista em 1994, o próprio Dahmer explicou seu pensamento. Ele pensava que se não existe um Deus, e se todos viemos “da lama”, então “qual o propósito de tentarmos mudar nossas atitudes para que fiquem dentro de padrões aceitáveis?”
O fato que todos nós nos sentimos ultrajados com o comportamento de Dahmer em nada diminui o fato que o seu pensamento é certeiro. Ele encarnou a visão de mundo ateísta levada ao seu extremo. Você pode não gostar do que Dahmer fez, mas a não ser que você acredite em um padrão moral objetivo transcendente, ele não fez nada de errado a não ser agir de forma deselegante.

sábado, janeiro 22, 2011

Respondendo ao demônio



Hoje eu respondi a um comentário feito por um ávido leitor de nosso blog, que atende pela alcunha de “Demo”, mas nunca mostrou a cara (ou um argumento robusto em favor da sua causa). Ele sempre posta comentários espirituosos.
Ele fez o seguinte comentário em um texto do nosso blog:

Demo disse...
Suposta benevolência é algo que ficou por dizer…
18/1/11 9:36 AM

Eu não entendi bem, mas fui até o link no blog dele para ver o que era. Aliás, recomendo que visitem o blog do Demo e deixem que seus argumentos falem por si mesmo. Veja uma réplica do texto escrito pelo Demo:

18 DE JANEIRO DE 2011

Suposta benevolência…

“Misteriosos são os desígnios do Senhor”.
Esta é uma das pérolas utilizada pelos crentes para fazer passar a ideia errada, de que tudo é aceitável e de igual valor, apenas com a intenção de transmitir uma mensagem, no mínimo, duvidosa e incoerente.
Algumas justificações, além de ridículas, revelam a inexistência ou incapacidade de pensamento dos crentes que, convencidos pelas falsas virtudes de um punhado de preconceitos, acabam por aceitar e promover ideias e atitudes que ultrapassam as fronteiras do que é racionalmente aceitável.
Para quem lê Deuteronômio 13:6-10 – na interpretação católica ou evangélica –, as dúvidas, quanto á existência de uma divindade benevolente, ficam esclarecidas de imediato. Um ser superior que exige o apedrejamento até á morte, de quem ponha em causa a sua existência ou doutrina, é certamente um promotor da paz e do amor.
O Maurílo, por exemplo, justifica estes versículos afirmando que: “Se Deus é nosso dono, se Ele é uma divindade, então, Ele tem total direito sobre nós. […] Se for Deus, Ele pode ditar seus preceitos sobre nós”.
Eu não sei se ignorar a ideia sanguinária do apedrejamento foi propositado mas, mesmo assim, a ideia de termos um dono admite a aceitação da escravidão. (Sugerido no Levítico).
Escravidão é decadência, é imoralidade, é o fim da dignidade humana. Escravidão é exclusão de direitos elementares, é opressão, é extinção da vontade própria. É o princípio do fim.
Se isto faz parte do curriculum de um ser superior venerado pelos crentes então, ficamos esclarecidos.

Veja que o texto na verdade, confunde acusação com argumento. Além disso, ele cortou a parte da minha resposta que traz a legitimidade do “domínio” de Deus sobre nós.
Mas em uma coisa ele está certo. Nós somos escravos de Deus. Todos nós. Quer acreditemos Nele ou não. Nenhum cristão nega isso. Pena que a idéia de escravidão que a Bíblia nos coloca é bem diferente da escravidão moderna. Mas é mais fácil analisar o mundo por uma perspectiva pós-iluminista do que tentar ser generoso com o texto e analisá-lo em seu contexto histórico. Corre-se o risco de perceber que a legislação que Deus deu para Israel representava um enorme avanço moral em relação aos outros povos. Mas isso é coisa para outro texto.
Leiam abaixo minha resposta ao meu amigo Demo, que está postada no blog dele.

Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...