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sexta-feira, abril 29, 2011

David Wilkerson – 1931 – 2011


Acabo de saber que o reverendo David Wilkerson morreu na quarta feira 27 de Abril, em um acidente de carro no Texas. Ele perdeu o controle do carro, entrou na contramão e bateu de frente com um caminhão. Ele foi declarado morto na hora. Sua mulher está no hospital, mas não temos notícias dela.
Wilkerson é bastante conhecido por seu livro “A Cruz e o Punhal”, onde ele relata seu trabalho de evangelismo com gangues e drogados em Nova Iorque. Ele é também o fundador da Times Square Church, também em Nova Iorque.
Eu me lembro de ouvir falar sobre Wilkerson logo após minha conversão. Seu livro foi um dos primeiros livros cristãos que eu li. Eu também vi o filme, de mesmo nome, nessa época. Eu me lembro de ficar admirado com a coragem desse pastor e com o seu amor por aqueles jovens que estavam perdendo suas vidas em brigas e drogas. Tudo isso foi muito marcante, especialmente anos depois quando eu estive com o pessoal da Jocum na Cracolândia e outros lugares do país pregando o evangelho.
Wilkerson também foi um dos grandes responsáveis pela propagação da mensagem “O Maior Segredo do Diabo”, de Ray Comfort. Quando Wilkerson ouviu a mensagem de Ray, entrou em contato com ele e o convidou para ir para Nova Iorque (Ray estava no sul da Califórnia) para compartilhar essa mensagem com vários pastores.
Sempre que um irmão em Cristo morre, uma mistura de tristeza e alegria toma conta do nosso coração. Tristeza porque somos privados de ter em nosso meio um homem com tanta coragem de levar o evangelho para aqueles que muitos temem até chegar perto! E a alegria, como não poderia deixar de ser, é de saber que nesse momento ele está com o Senhor.
Estejamos orando pela recuperação da esposa de Wilkerson, que continua no hospital. E especialmente, para que o legado desse nosso querido pastor continue e que muitos outros homens corajosos se levantem para proclamar as boas novas de Cristo.

domingo, janeiro 23, 2011

Diário de um evangelista: Por que evangelizar?




Sair de casa, ir para a rua, abordar um completo estranho para falar sobre um dos assuntos mais controversos do mundo: religião... Não parece uma idéia muito agradável não é verdade? Bom, pelo menos para a maioria das pessoas, certamente não é.
Então a pergunta que se faz é: por que eu deveria fazer isso? Por que sair de casa, do meu conforto, de estar somente entre os meus amigos e irmãos, em um lugar seguro, para colocar minha fé à prova?
Eu gostaria de oferecer alguns “por ques”, três pensamentos que juntos podem te motivar a sair de sua zona de conforto, pegar sua varinha e se prontificar para pescar almas. Mas antes, só quero deixar bem claro que essa não é a única forma de evangelismo. Não somente o sair especificamente para isso. Mas também trazer o evangelismo para seu dia-a-dia. No trabalho, na família, na escola, na internet, na igreja (tem muita gente não salva frequentando as igrejas, não se esqueça disso).
Por que evangelizar?

domingo, maio 02, 2010

Uma super oferta para super pastores!!!

Não perca essa oferta!!!!!

Felipe, o evangelista pós moderno


Era uma vez um homem chamado Felipe. Ele era um guia espiritual de uma comunidade emergente. Um dia ele decidiu ir em uma viagem. Então, ele o fez. Como ele estava caminhando ao longo da estrada, concentrando-se mais na viagem do que no destino, ele se encontrou ao lado da carruagem de um oficial africano. O homem na carruagem estava fazendo a leitura de um pergaminho. Ele estava lendo em voz alta, tanto que Felipe foi capaz de ouvir o que o homem lia.

"Foi levado como a ovelha ao matadouro,
e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia,
assim ele não abre a sua boca.
Na sua humilhação foi tirado o seu julgamento;
quem contará a sua geração?
porque a sua vida é tirada da terra."

Felipe se juntou a carruagem e disse: "Você leu o texto lindamente. Isso me fez sentir importante e ligado a tradições antigas ao ouvir-lo ler.”

"Eu só desejo poder entendê-lo", respondeu o homem.

"Entendê-lo? Você não precisa entender. Só precisa experimentar. Leia-o novamente, desta vez mais lentamente. Quero ouvir as formas poéticas e imaginar-me no contexto da antiga tradição", disse Felipe.

"De quem ele está falando?" O homem insistiu. "O profeta escreve sobre si mesmo ou sobre algum outro?"

"Acho que ele está escrevendo sobre todos nós", disse Felipe. "Acho que todos nós somos parte de uma história maior."

"Mas que história?", perguntou o oficial. "Parece-me que o escritor está falando de algo em particular, e eu sinto que é importante. Eu só gostaria de saber sobre o que. O que exatamente significa isso? "

"O que você acha que isso significa?", perguntou Felipe.

"Eu não sei. É por isso que estou perguntando."

"Bem, é verdade que sou um seguidor de Cristo, e a minha tradição impõe certos significados sobre este texto. Mas eu não quero forçar a minha afirmações a respeito da verdade sobre você. Suas afirmações sobre a verdade seriam igualmente válidas. Como você vê, estamos ambos em uma viagem, e nós dois nos encontramos na mesma estrada. Assim, conclui-se que o nosso destino também é o mesmo. Então, vamos aproveitar este tempo de comunidade e evitar nos dividirmos, discutindo sobre significados e dogmas", disse Felipe.

Depois de algum tempo, chegaram a um local onde havia água ao lado da estrada. Havia também uma bifurcação na estrada neste ponto, e o oficial escolheu o caminho da direita. Felipe, planejando pegar a estrada para a esquerda, primeiro se sentou à beira do lago para escrever suas experiências do dia em seu diário. Ele ficou muito contente que teve uma oportunidade única para iniciar um diálogo com a pessoa de uma cultura tão diversa da sua.

Enquanto isso, o funcionário Africano continuou no seu caminho, ainda buscando o significado do texto que poderia ter lhe trazido a vida eterna.

Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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