terça-feira, maio 19, 2009
Mensagem para Obama sobre aborto
Programa de leitura da Biblia

sábado, maio 16, 2009
Craig e o delirio de Dawkins
William Lane Craig e o delirio de Dawkins
Já foi dito e muitas e muitas vezes que Dawkins pode ser um ótimo showman, mas é um péssimo filósofo. Veja uma explicação bastante sólida sobre as falácias de Dawkins em seu best-seller.
Com vocês, Dr. William Lane Craig:
Moscas mais inteligente que evolucionistas

segunda-feira, abril 13, 2009
Uma vida com propositos por John MacArthur
Com vocês, o grande Jonny Mac;
sexta-feira, abril 10, 2009
Rick Warren - eu não sou contra casamento gay
quarta-feira, abril 08, 2009
Richard Dawkins e a arte do raciocinio circular

Mais uma vez, com a chegada de datas religiosas, revistas como SuperInteressante ou Galileu se lançam a desvendar artigos da fé. Nessa empreitada, a Super lançou uma revista especial sobre Deus, sendo esse aliás o título.
Em um artigo intitulado “Ele está acima de nós?”, uma citação de Richard Dawkins (The Alien Man, para quem viu Expelled) chamou minha atenção, por ser um primor do pensamento circular.
Quando falava sobre a impossibilidade da existência de Deus, ele diz que Deus não poderia existir porque a evolução do cérebro humano levou milhões de anos para acontecer e para que o universo tivesse um arquiteto, ele teria de ter um cérebro tão desenvolvimento ou mais quanto o humano, sendo assim, não teria tido tempo para desenvolver esse cérebro e criar o universo. Não sei se retiraram essa citação de alguma entrevista ou de Deus, um Delírio, onde ele repete essa pérola da lógica.
Dawkins acredita piamente que a única grande verdade do universo é o processo evolutivo conforme descrito por Darwin. Para ele, absolutamente tudo o que existe só veio a existência por esse processo, que é um fato em si e que nenhuma outra explicação cabe. Portanto, para ele, se um Deus existir, ele só pode existir por um processo Darwiniano.
Ora, isso é raciocínio circular. Eu fundamento minha conclusão na própria conclusão em si. Em momento algum os cristãos (principal alvo de Dawkins, declarado por ele mesmo) alegam que Deus foi criado, ou que é dependente desse universo. A crença clássica do cristianismo sobre Deus é que ele é transcendente ao universo. Ele criou o universo. Já existia antes mesmo desse último existir. Portanto, mesmo que um processo evolutivo tenha desenvolvido a vida em nosso planeta, nada, absolutamente nada obriga Deus a se limitar por essa regra. É como dizer que o autor de um livro só pode existir se ele tiver vindo a existência pelo mesmo processo que seus personagens em seu livro. Não faz sentido.
É interessante notar que Dawkins diz que a chance de Deus existir é “tão improvável quanto uma rocha se transformar em uma pessoa”. Mas não é exatamente isso que ele acredita? Que através de bilhões de anos, a vida se formou do nada (abiogênese, alguém poderia chamar Pasteur por favor???) e através de algum ato mágico (mas não sobrenatural) a primeira célula se formou. O resto é história, como conta a música de abertura do “The Big Bang Theory”. Fechando o raciocínio, Dawkins acredita na possibilidade da existência de Deus, já que ele acredita que uma pedra (sem vida) se transformou no ser humano (ser vivente). A única diferença é que ele acrescenta um montão de tempo para disfarçar.
Dawkins é um péssimo filósofo, isso já é notório. Mas mesmo sabendo disso, ele não para de me surpreender com suas pérolas. E pensar que ele é o considerado o mais brilhante dos ateus… também, depois que perderam Anthony Flew, o que sobrou?
domingo, abril 05, 2009
Fé e A Cabana – Objeto ou intensidade?

Navegando pelos vários blogs que falavam sobre A Cabana de William P. Young, em algum lugar (infelizmente não me lembro em qual) alguém comentava que apesar de possuir alguns deslises teológicos (????????) o livro ainda sim deveria ser lido por cristãos, pois esse pode gerar fé e paz naquele que o lê.
Para mim essa é uma afirmação muito interessante, porque nos leva a pensar sobre o que valida nossa fé. O que torna nossa fé relevante, a intensidade com que cremos ou o objeto de nossa fé?
A maior critica à obra de Young é que ela representa Deus de uma forma totalmente diferente daquela apresentada nas Escrituras. Uma leitura atenta ao livro pode mostrar a qualquer um com o mínimo de visão bíblica e apreço pela Palavra que esse livro apresenta um deus diferente do Deus das Escrituras. Assim sendo, esse deus de Young não é o mesmo que os cristãos acreditam. Qualquer dúvida em relação à isso leia outros posts sobre as heresias do livro. Além disso, Young já se declarou como universalista através de algumas entrevistas, sendo essa a crença que no final todos vão se salvar e Deus não irá julgar ninguém.
A Bíblia diz que não existe outro Deus, que ele é o único Senhor, no céu e na terra (Deut 4:39; 1 Cor 8:4). Se só existe um único Deus e ele se relevou ao homem através das Escrituras (2 Tim 3:14-17), então qualquer representação de um Deus diferente desse só pode ser considerado falso.
Se o deus da obra de Young é um deus falso, seria válida a fé e a paz proveniente desse deus? A fé, não importa seu objeto, mesmo que esse último não exista, é suficiente em si mesma?
A Bíblia repetidamente deixa claro que nossa fé deve estar em Deus e que aqueles que alcançaram seu alvo, não o alcançaram simplesmente por terem muita fé, mas sim por terem colocado sua fé em Deus, autor e consumador de nossa fé (Hebreus 12:2; Fil 3:9; Gal 3:26).
O que valida nossa fé não é a sua intensidade. Se eu subir no topo de um prédio e gritar “eu não acredito na gravidade” e de todo coração acreditar que não existe gravidade e pular, a intensidade da minha fé em nada vai me ajudar. Eu ainda vou sofrer os efeitos da gravidade.
Portanto, mesmo que A Cabana esteja gerando fé no coração daqueles que o lêem, está gerando uma fé em algo que não existe, em um deus falso, diferente do Deus dos cristãos. Ou seja, gera fé em algo que não existe.
Seria então essa fé válida? A crença no nada?
Deixo para aqueles que defendem A Cabana para que concluam esse pensamento. Mas como sei que a grande maioria deles tem uma visão pequena das Escrituras, provavelmente vão responder: sim!
Fico imaginando que algum ateu adoraria usar esse texto contra mim...
quinta-feira, março 26, 2009
1 de Abril - Dia do Evolucionismo

Comemorando o bicentenário do nascimento de Darwin e mostrando a grande influência que sua teoria teve na história (nazismo, aborto, genocídios...), convidamos a todos para celebrar o Dia Internacional do Evolucionismo. E qual data melhor para essa comemoração do que o dia 1º de Abril, também conhecido como o dia da mentira? De todas as mentiras já contadas, evolucionismo com certeza é a maior.
Portanto para todos aqueles que acreditam nesse conto de fadas, desejamos sinceramente um Feliz Dia do Evolucionismo. Que todos os seus desejos e propósitos possam se cumprir nesse dia! Opa, para você a vida é sem propósitos, já dizia o guru Richard Dawkins...
E falando nele...
...“Da próxima vez que alguém disser que algo é verdade, por que não dizer a ele: 'que tipo de evidência existe para isso?' E se ele não lhe der uma boa resposta, eu espero que você pense com muito cuidado antes de acreditar em uma palavra que ele disser”. Richard Dawkins.
“A teoria da evolução de Darwin não é nada mais nem nada menos do que o grande mito cosmogênico do século vinte”. Michael Denton, biologista molecular.
quarta-feira, março 25, 2009
Órgãos vestigiais... prova da evolução???
Ao final do século 19, Robert Wiedersheim listou 100 alegados “órgãos vestigiais”. Na época do julgamento de Scopes, essa lista aumentou para 180. Essa lista incluía: tonsilas, cóccix, timo, dedinho do pé, mamilos masculinos, nódulos da orelha, glândula pineal, adenóide, apêndice, dente do ciso, paratireóide, músculos da orelha, pêlos corporais e a membrana ocular. Desde então, descobrimos funções biológicas importantes para cada um desses chamados “orgões vestigiais”.
“A lista de órgãos vestigiais que foi criada pelo anatomista alemão R. Wiedersheim em 1895 inclui… o apêndice e o cóccix. Com o progresso da ciência, descobriu-se que todos os orgão da lista de Wiedersheim de fato possuem funções importantes. Por exemplo, descobriu-se que o apêndice, que supunha-se ser um orgão vestigial, é na verdade um orgão linfático que luta contra infecções no corpo. Esse fato se tornou claro em 1997: ‘outros órgãos e tecidos corporais – o timo, fígado, baço, apêndice, medula óssea e uma pequena coleção de tecidos linfáticos como as tonsilas na garganta e os nódulos de Peyer no intestino delgado – são todos parte do sistema linfático. Eles também ajudam o corpo a lutar contra infecções’.
Também se descobriu que as tonsilas, que eram incluídas na lista de órgãos vestigiais, possui um importante papel na proteção da garganta contra infecções, especialmente até a adolescência. Descobriu-se que o cóccix ao final da coluna vertebral sustenta os ossos ao redor da pélvis e um ponto de convergência de alguns músculos pequenos e por essa razão, não seria possível sentar confortavelmente sem o cóccix. Nos anos seguintes, descobriu-se que o timo dispara o sistema imune no corpo humano ativando as células T; que a glândula pineal está responsável pela secreção de alguns hormônios importantes; que a glândula tireóide prove crescimento continuo em bebes e crianças; e que a glândulas pituitária controla o funcionamento correto de várias glândulas hormonais.
Todos esses já foram um dia considerados ‘órgãos vestigiais’. Finalmente, a dobra semi-lunar do olho, que foi considerada por Darwin um orgão vestigial, descobriu-se na verdade que ser responsável pela limpeza e lubrificação do globo ocular”.
- Harun Yahya, Evolution Deceit (London: Ta-Ha Publishers, 1999).
terça-feira, março 24, 2009
Deborah 13 Serva de Deus
domingo, março 22, 2009
A pretura de Cristo e nossa visao de Deus
Devo começar esse texto dizendo que eu admiro muito a Bráulia Ribeiro, presidente nacional da Jocum. Até onde me lembro não tive oportunidade de conhecê-la pessoalmente, mas depois de mais de dez anos na Jocum como voluntário, sua presença sempre se fez sentida, especialmente nas bases do norte do Brasil. Eu a admiro pelo tempo que ela passou com as comunidades indígenas, por seu pioneirismo, por procurar uma identidade brasileira para Jocum e missões. Eu li o chamado Radical, em uma tarde na verdade, tão cativado fui pelo livro. Mas desde aquela época eu já discordava em muito das atitudes e decisões da Bráulia, especialmente porque um dos meus principais trabalhos na Jocum era com estrangeiros. Portanto existe uma ambigüidade em admirá-la e descordar em vários pontos.
Mas para minha tristeza tenho visto que cada dia mais ela tem se afastado das crenças básicas do cristianismo e dos ensinos da Bíblia para substituí-los por uma visão humanista universalista da redenção. Eu sempre observei essa tendência em seus textos, mas isso tem ficado cada vez mais evidente. E gostaria de analisar algumas afirmações em um texto de Bráulia para a revista Eclésia de fevereiro último.
No artigo intitulado “Uriás à procura de Deus”, Bráulia descreve sobre suas idas às missas com sua mãe quando morava em Belo Horizonte. E na igreja que freqüentava, algo que falava muito com ela era um Cristo que ficava na lateral, um Cristo “mulato... não havia um traço de vitória nele, era pura dor, mas era a dor da cor de todos. Não era o Cristo louro, distante, sorridente e vitorioso do capitalismo protestante de Calvino”. E “a pretura de Cristo da Igreja da Vera Cruz fez muita diferença na maneira em que eu e o povo do bairro víamos a Deus”.
Desconsiderando o comentário sobre o calvinismo, que demonstra ou uma ignorância em teologia ou uma negação em entendê-la (fico pensando quais das letras do TULIP seria o capitalismo...), já se torna preocupante imaginar que nossa visão de Deus se deriva em quão relevante podemos torná-lo para nossa cultura. Isso aponta para uma visão pequena das Escrituras, que perdem seu papel de revelação de Deus para a humanidade e passamos a nos informar sobre quem Deus é do ponto de vista de nossa cultura. Jesus é negro, é loiro, é ruivo, é asiático, é indígena. Não importa o que realmente tenha sido, mas sim o quanto podemos alterá-lo para se encaixar em nossa cultura. Essa visão emergente está se propagando no meio cristão, graças a Brian McLare, Rob Bell e companhia, mas ela já é antiga na cosmovisão da Bráulia, apesar de se apresentar de uma forma mais sutil.
Mas a frase que mais me preocupou no artigo vem a seguir. Falando sobre a canonização de um santo indígena no México, ela diz que as manifestações de preces e adoração prestadas a esse índio são na verdade uma manifestação da alma dos povos pré-colombianos, que foi machucada e “essa alma histórica precisa ser lavada socialmente antes de poder ser tocada por Cristo”.
Eu tentei de todas as formas dar a melhor interpretação possível para essa frase. Tentei imaginar um outro cenário, para que não parecesse que Bráulia disse o que disse. Mas infelizmente cheguei à inevitável conclusão que ela disse o que disse.
Eu sei que teologia nunca foi o forte na Jocum. Sei por experiência, por mais de dez anos trabalhando com a missão. Mas algumas coisas são básicas.
Por mais machucada que alguma sociedade ou cultura tenha sido, ela não precisa ser primeiro lavado socialmente para que possa depois ser tocada por Cristo. Nada tem primazia sobre Cristo, nem mesmo culturas. Achar que precisamos primeiro curar as culturas e restabelecê-las para que após isso Cristo possa agir é elevar a importância das culturas e diminuir a figura de Cristo e seu poder.
Em lugar nenhum nas Escrituras encontramos qualquer afirmação do tipo. Muito pelo contrário. Cristo vai de encontro ao pecador, ele salva, ele cura, ele faz do pecador uma nova criatura. Não existe um único versículo que de a menor idéia que algo deva proceder a ação de Cristo sobre o homem, ou mesmo a humanidade como um todo.
Esse é o grande problema de ter uma visão errada do objetivo da obra de Cristo. Ele veio para buscar e salvar o perdido. Veio para remissão dos pecados. Para nos salvar da ira de Deus e nos tornar filhos de Deus por adoção. Ele é Deus e nada precisa vir à frente de Cristo para que possa agir.
Infelizmente, Bráulia compromete sua visão sobre a obra de Cristo por causa de sua cosmovisão humanista, que eleva o homem e passa a aceitar todos os caminhos como possíveis, desde que leva à lavagem da alma. E diminui a Cristo e sua verdadeira redenção para a humanidade.
Espero que ela perceba o perigo dessa posição e se arrependa. Sua influência é muito grande na Jocum Brasil, especialmente no norte e por experiência própria sei que o que as pessoas mais precisam naquela região é de Cristo como ele se revelou nas Escrituras, pronto a nos perdoar de nossos pecados.
Ps: Eu sei que muita gente vai ficar brava com essa postagem, especialmente por respeito à Braulia e seu trabalho. Não estou escrevendo esse post simplesmente por escrever, mas sim por uma verdadeira preocupação com as crenças de um grupo que tem estado na frente de batalha do cristianismo e um grupo influente. Ficarei feliz se perceber que exagerei nas minhas afirmações e pubicarei alegremente um post sobre isso, se for verdade. Mas infelizmente, não é isso que tenho visto.
Paul Washer e uma grande mensagem para os jovens
quinta-feira, março 19, 2009
Curso Evangelismo Biblico
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domingo, março 01, 2009
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Quantos.... sao necessarios para trocar uma lampada?

Espero não ter esquecido de ninguém...
1 – Quantos carismáticos são necessários para trocar uma lâmpada?
Três. Um para expulsar a lâmpada e dois para segurar quando ela cair.
2 – Quantos calvinistas são necessários para trocar uma lâmpada?
Nenhum. Se Deus predestinou a troca, ela vai acontecer.
3 – Quantos arminianos são necessários para trocar uma lâmpada?
Um, mas antes disso a lâmpada precisar desejar ser trocada.
4 – Quantos luteranos são necessários para trocar uma lâmpada?
Trocar? Por que trocar? Não está bom assim?
5 – Quantos neo-ortodoxos são necessários para trocar uma lâmpada?
Nenhum. Eles não sabem a diferença entre luz e escuridão mesmo...
6 – Quantos tele-evangelistas são necessários para trocar uma lâmpada?
Apenas um. Mas para que essa mensagem de luz possa continuar envie sua contribuição para...
7 – Quantos liberais são necessários para trocar uma lâmpada?
Pelo menos dez, já que eles precisam ter um debate sobre a existência ou não da lâmpada. Mesmo que eles venham a concordar com a existência da lâmpada, eles podem não querer trocá-la com medo de alienar aqueles que preferem outras formas de iluminação.
8 – Quantos católicos são necessários para trocar uma lâmpada?
Nenhum. Eles ainda usam velas.
9 – Quantos metodistas unidos são necessários para trocar uma lâmpada?
.Eles emitiram o seguinte comunicado: “Decidimos não fazer uma declaração nem a favor nem contra a necessidade de se ter uma lâmpada. No entanto, se você, em sua jornada pela vida, perceber que a lâmpada funciona para você, está tudo muito bem. Você está convidado a escrever um poema ou uma canção sobre seu relacionamento com a lâmpada (ou fonte de luz, ou fonte de não-escuridão) e apresentar no próximo culto da lâmpada, no qual vamos explorar outras formas também válidas de luminescência”.
10 – Quantos Amishs são necessários para trocar uma lâmpada?
Lâmpada? O que é uma lâmpada?
11 – Quantos Batistas do Sul são necessários para trocar uma lâmpada?
Cento e nove!!! Sete no sub-comitê para a Força Tarefa da Lâmpada, que reportam para os doze da Força Tarefa da Lâmpada (FTL), recomendados pelos 15 da junta organizadora. Sua recomendação é revista pelos cinco do comitê financeiro executivo, que colocam a solicitação na agenda dos 18 membros do comitê financeiro. Se for aprovado, eles solicitam uma monção para os 27 membros da junta da igreja, que apontam outros 12 membros para o comitê de revisão. Se eles recomendarem para a junta da igreja continue, uma resolução é levada para a reunião executiva da congregação. Eles apontam outros oito para o comitê de revisão. Se eles recomendarem na próxima reunião executiva congregacional a aprovação e a congregação votar a favor, a responsabilidade é entregue a junta organizadora, que aponta um comitê de sete membros para achar o melhor preço para a lâmpada. Sua indicação de qual loja possui o preço deve ser aprovado pelos 23 membros da comissão de ética, para garantir que essa loja não possui qualquer ligação com a Disney. Eles então reportam para a junta organizadora, que comunica o zelador, solicitando a troca. Nesse momento, o zelador descobre que mais uma lâmpada acaba de queimar...
12 – Quantos nazarenos são necessários para trocar uma lâmpada?
Seis. Uma mulher para trocar e cinco homens para discutir as políticas de iluminação da igreja.
13 – Quantas testemunhas de Jeová são necessários para trocar uma lâmpada?
Duas. Mas eles nunca conseguem chegar à sala, já que sempre que batem na porta ninguém está.
14 - Quantos mórmons são necessários para trocar uma lâmpada?
Cinco. Um homem para trocar e quatro esposas para dizer como fazê-lo.
15 - Quantos ateus são necessários para trocar uma lâmpada?
Cinco. Um para escrever um livro sobre a não existência da lâmpada, um para levantar recursos para uma pesquisa sobre como a lâmpada levou bilhões de anos para evoluir e outros três para negar a existência da eletricidade como fonte original da luz.
16 – Quantos adventistas são necessários para trocar uma lâmpada?
Apenas um, desde que não seja no sábado.
17 - Quantos episcopais são necessários para trocar uma lâmpada?
Dez. Um para trocar e nove para dizer que sentem saudade da antiga lâmpada.
E em homenagem a terra dos favoritos para ganhar o Six Nations:
18 - Quantos irlandeses são necessários para trocar uma lâmpada?
Dez. Um para trocar a lâmpada e nove para beber até a sala começar a girar.
domingo, fevereiro 22, 2009
Falando sobre evolução!
E o que deu origem a essa célula...
domingo, fevereiro 15, 2009
O Ouro de Spurgeon
Após algumas semanas sem tempo para atualizar o blog (devido viagem a trabalho), pretendo voltar mais minha atenção a algumas coisas interessantes que não tenho visto muito por aqui no Brasil. Voltei com alguns bons livros na mala (o que sempre acontece e me traz problemas com peso...) entre eles Spurgeon's Gold (LivingWaters).
Charles H. Spurgeon é de longe meu pregador favorito e do muita gente também. Ele era famoso por muitas qualidades. Além de expirar Bíblia, ele possuía uma eloqüência notável, um vocabulário de mais de 23 mil palavras, quando a média é de 13 mil.
Eu tenho o enorme prazer de possuir a coleção completa dos serões de Spurgeon, mais de 60 volumes. E por conta disso, pretendo gastar mais tempo em seus escritos, traduzindo o máximo possível deles. É uma fonte inestimável para todo cristão, especialmente aquele que deseja cumprir a Grande Comissão, ser um ganhador de almas, o que na verdade, era considerado pelo próprio Spurgeon seu principal trabalho.
Alguns fatos notáveis sobre Spurgeon:
- CHS leu o Progresso do Peregrino aos seis anos de idade e o releu 100 vezes após isso.
- Uma mulher foi convertida lendo uma simples página de um sermão de Spurgeon que ela encontrou enrolada ao redor da manteiga que ela tinha comprado.
- CHS certa vez se dirigiu a uma audiência de 23.654 pessoas sem, é claro, um microfone ou uma amplificação mecânica.
- Um dia, para testar a acústica de um salão onde ele iria falar, ele falou em alta voz — “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Um trabalhador nas vigas ouviu e foi convertido.
- CHS certa vez pregou uma mensagem sonhando, a qual sua esposa, que estava acordada, registrou em papel. Ele a pregou na manhã seguinte.
- Num culto em 1879, a congregação regular de 4.850 membros deixou o tabernáculo para permitir que novas pessoas, que estavam esperando do lado de fora, tivessem uma chance de vir e ouvir. O edifício imediatamente se encheu de novo.
Nasceu o “salvador”! Bicentenário de Darwin!
Essa semana comemorou-se o bicentenário do nascimento de Charles Darwin, autor da livro “As Origem das Espécies”, publicado pela primeira vez em novembro de 1859.
Esse esta sendo considerado o ano de Darwin e muitas comemorações estão programadas. É um bom ano para estudar o evolucionismo, pois muito material está disponível.
Por que é importante estudar sobre evolução? Assim como outra religião qualquer, o evolucionismo é a religião do momento, que tem atendido as necessidades do homem moderno de negar a verdade em injustiça.
Muitos cristãos têm medo de falar sobre evolução e muitos mesmo acreditam que é um fato científico, já que assim a evolução é apresentada. Mas não existe motivo para o medo ou mesmo para comprometer nossas crenças, tentando encontrar um terreno comum entre o que a Bíblia diz e o que Darwin disse. E por dois motivos:
- A teoria toda é uma bagunça, sem confirmação pelas descobertas geológicas, pela bioquímica, vai contra todas as leis da física e não faz sentido ao senso comum, além de ir contra todos os dados estatísticos. A teoria da evolução foi postulada em uma época em que o DNA não era conhecido, o RNA era desconhecido, toda a mecânica celular estava para ser descoberta. Se fosse apresentada hoje, seria facilmente descartada como uma bobagem conceitual.
- A Bíblia apresenta um relato feito por uma testemunha ocular do evento, já que Deus criou todo o universo. Ele estava lá e pode dizer como o fez. Além disso, os achados da ciência e as leis da física fazem muito mais sentido dentro de uma abordagem criacionista do que evolucionista.
Pretendo dentro desse ano, em comemoração ao nascimento de Darwin, postar várias informações sobre evolução e criacionismo. Uma boa fonte de informação para o cristão é o site Answer in Genesis, em inglês. Mas existem muitos outros.
Felicitações ao meus amigos evolucionistas pela comemoração do nascimento de Darwin, o autor de um conto de fadas para adultos.
E tem gente que ridiculariza cristãos por causa do Natal...