domingo, julho 31, 2011

A mancada de Einstein



Quando Albert Einstein propôs pela primeira vez a sua Teoria Geral da Relatividade em 1916, ele descobriu um fato de certa forma irritante. Por séculos os cientistas viam o universo como eterno e não causado, no entanto a teoria de Einstein insistia em discordar. De acordo com a sua teoria, todo o universo – incluindo todo o espaço, tempo, matéria e energia – não era eterno mas teve um início real no passado finito. Essa implicação foi um tapa na cara em sua crença em um universo estático e abalou Einstein profundamente, tanto que ele na verdade introduziu um “fator lorota” (conhecido como constante cosmológica) a sua equação para que, ao invés de implicar um universo finito, sua teoria iria mostrar um universo estático. No entanto, sua insistência em evitar um início absoluto não duraria muito tempo. Apenas alguns anos mais tarde, em 1919, foi confirmado pelo cosmologista britânico Arthur Eddington (também para seu desânimo) que a teoria de Einstein era na verdade correta, que o universo teve na verdade um início. E, adicionando injúria ao insulto, em 1922, o matemático russo Alexander Friedman oficialmente expôs o fator lorota de Einstein como um erro (bem óbvio para se dizer a verdade). Muitas e muitas evidências foram descobertas que confirmariam a teoria de Einstein pelos próximos anos, alcançando o pináculo em 1929 quando Einstein finalmente observou a verdade (em seu caso, o efeito “red shift”) quando olhou com seus próprios olhos para o cosmos pelo telescópio de Edwin Hubble no observatório Mount Wilson na Califórnia. Após ver a evidência com seus próprios olhos, Einstein finalmente admitiu a verdadeira implicação de sua teoria, referindo-se à sua constante cosmológica como “a maior mancada da minha vida”. Desde então, a origem do universo em um passado distante mas finito, tem sido universalmente aceito pela maioria dos cientistas e continua servindo como uma das mais poderosas evidências para um Criador pessoal do cosmos.


Homossexualismo e intolerância: o nascer de uma ditadura


Quinta-feira passada (28 de Julho) eu estava assistindo a um jornal no canal Globo News e vi a chamada para a notícia que diz que a maior parte dos brasileiros não aceitam a união entre pessoas do mesmo sexo.
Na linha de texto da chamada estava escrito: Homofobia: brasileiros não aceitam união entre pessoas do mesmo sexo.
Eu já escrevi bastante sobre homofobia aqui no blog. Temos visto muito essa palavra recentemente. Infelizmente, ela tem sido usada como um jargão propagandista e pejorativo, que tem por objetivo silenciar o diálogo sobre mudanças importantes na sociedade, que, para que possam ser implantadas, não podem ser submetidas a um diálogo público. A única opção é aceitar, por imposição.
Por que não aceitar a união entre pessoas do mesmo sexo é homofobia? Pelo o que sei, o intuito dos projetos contra homofobia é colocar atrás das grades aqueles que agridem homossexuais. Deixando o mérito da questão de lado (não temos leis suficientes que lidam com agressão física? Por que agredir um homossexual deve ser legislado de forma diferente da agressão contra um heterossexual?), também queremos incluir dentro da homofobia a discordância nos campos das ideias? Queremos calar o diálogo sobre a validade para a sociedade da união entre pessoas do mesmo sexo? Se assim for, teremos que colocar atrás das grades a maior parte da população brasileiro. E sabe por que? Por que a agenda homossexual não está sendo propagada através do diálogo com a sociedade. Ela está na verdade avançando através de uma estratégica agressiva, que rotula de forma pejorativa todo aquele que tenta raciocinar sobre o assunto. A nós só resta uma opção: ficar quieto e deixar que a ditadura homossexual se imponha em nossa sociedade. Quem pensa o contrário é um criminoso homofóbico agressor de pessoas, fanático que merece a cadeia. É essa a sociedade que queremos?
Não existe nenhum motivo plausível para que o nosso país venha a reconhecer legalmente a união entre pessoas do mesmo sexo no mesmo patamar que a união heterossexual. Elas não possuem a mesma natureza. Não são a mesma coisa. O casamento como o conhecemos, entre um homem e uma mulher, é garantido pela nossa legislação porque ele possui um papel único na formação e continuação de nossa sociedade. A união homossexual não tem como desempenhar esse papel em sua natureza. Por sua própria natureza, o casamento é anterior à própria sociedade e portanto, já existia quando essa veio a existir. Assim, não é possível que o casamento seja uma criação da sociedade. E sendo anterior à própria sociedade, o casamento não é definido por essa, mas sim protegido. E se, o casamento fosse uma definição da nossa sociedade, então, pela própria pesquisa, nossa sociedade não quer que a união entre pessoas do mesmo sexo seja reconhecido legalmente. De um jeito ou de outro, não existe razão para isso.
Como é sempre necessário dizer em todos os textos que falam sobre esse assunto, eu não sou contra homossexuais. Trabalho diretamente com muitos e alguns são amigos próximos. Eu acredito que cada um pode fazer o que quiser da sua vida. O que eu não acho é que as pessoas têm p direito de, por causa da vontade de uma minoria, alterar valores fundamentais da nossa sociedade para uma maioria. E principalmente, sou contra a imposição e a mordaça por parte de um grupo em sua busca pela aceitação de seu estilo de vida.
Tolerância não é ficar calado. Tolerância é dizer que alguém está errado, mas ainda assim continuar o diálogo. Quando eu não posso dizer que alguém está errado, estou sofrendo de intolerância. E o movimento homossexual tem sido o mais intolerante de todos os movimentos que já vi por aí.
Eles negam à sociedade a exata coisa que pedem de volta.

Natal em Julho?

quinta-feira, julho 28, 2011

segunda-feira, julho 25, 2011

Segundas terminológicas: apologética

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Apologética:



Às vezes denominada erística, apologética é a defesa formal da fé cristã. Ao longo da história, os teólogos cristãos têm divergido quanto à adequação da apologética para a apresentação do evangelho, e, quando a consideram adequada, nutrem diferentes opiniões quanto ao modo de empregá-la. Dependendo da opinião adotada, os apologistas recorrem à argumentação racional, à evidência empírica, às profecias cumpridas, às autoridades da igreja ou à experiência mística para defender crenças como a existência de Deus, a autoridade das Escrituras, a divindade de Cristo e a veracidade histórica da sua ressurreição.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

domingo, julho 24, 2011

sábado, julho 23, 2011

Amy Winehouse morreu


Pelo jeito, Amy Winehouse morreu. Muita gente está falando sobre isso (até a gente aqui). Todo mundo fala sobre como ela possuía um estilo de vida suicida. Não sabemos se foi por overdose, algum outro tipo de suicídio ou qualquer outra coisa que causou a sua morte. Na verdade, ainda nem temos a confirmação que ela morreu. Mas seja como for, se realmente ela morreu e por consequência de seu estilo de vida, era tudo uma questão de tempo até isso acontecer. E se não aconteceu, será uma realidade em breve.
Tentei fazer uma busca sobre as convicções religiosas (ou falta delas) de Winehouse mas não encontrei nada., Uma e outra notícia meio que sem fundamento. Ela não era testemunha de Jeová, já vou avisando. Michael Jackson era. Falando nele, parece que ela teve alguma experiência espírita com um médium (segundo uma amiga dela), onde Michael Jackson falava do túmulo que, se ela não saísse dessa vida de drogas, ela perderia tudo. Até o Gasparzinho podia ter vindo falar isso pra ela, mas enfim...
A única coisa que parece certa é que ela vinha de uma família de judeus, mas não ortodoxos. Não existe nenhum menção sobre nenhuma atividade típica da sinagoga. Talvez tenham sido como muitas famílias judias, que se identificam mais com a etnia do que com a religião.
É uma pena sempre ver alguém morrer tão cedo, especialmente de suicídio. Eu sei disso por causa do desastre que o suicídio e a depressão causaram e continua causando na minha família. Meu pai se matou aos 30 anos. Meu avô se matou aos 68. Meu tio aos 55. E outros tanto que não sei direito as datas. Eu tampouco estaria aqui se não tivesse sido livre da depressão através da obra salvadora de Cristo na minha vida. Gostaria muito que meus parentes tivessem experimentado essa salvação. Gostaria muito que Amy Winehouse também a tivesse experimentado.

“A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma”.
Provérbios 18:7

O que garante a nossa salvação?


Minha esposa estava conversando com uma amiga cristã sobre ir em uma entrevista de trabalho e ter que mentir sobre isso para a chefe. Aí essa amiga comentou “e se eu mentir e Jesus voltar logo em seguida? ” Quando a Vivian me contou essa conversa, eu fiquei pensando sobre o significado dessa pergunta.
Uma vez, um irmão em Cristo me chamou a parte para fazer a mesma pergunta de uma forma diferente. Sua pergunta era: “se eu cometo um pecado e morro logo em seguida, eu perco a minha salvação?”
Esse tipo de questionamento nos revela um grande desentendimento sobre a fundamentação de nossa salvação. Isso é normal dado o desprezo que as igrejas evangélicas tem por Teologia. A falta de ensino do povo sobre o que é o cristianismo e os ensinos bíblicos sobre o mesmo faz com que muitos passam a compartilhar as mesmas crenças ensinadas por seitas. É o resultado do evangelho da prosperidade somado ao evangelho do “eu, eu, eu”. Enfim, chega de momento revolta e vamos ver o que está errado nesse pensamento.
Qual é a fundamentação da nossa salvação? Nós mesmos? Nossas boas obras?
A nossa salvação não é pelas obras, como lemos em Efésios 2:8-9, um texto bem conhecido pelos protestantes. Somos salvos pela graça de Deus, através da fé em Jesus Cristo. Leia todo o capítulo 2 de Efésios. Nós fomos vivificados em Cristo. Fomos ressuscitados com Ele. Criados em Cristo para as boas obras. Estamos perto de Deus, por causa de Cristo.
Qual é o foco de Efésios 2? Cristo. É por Ele, através Dele que somos salvos. Nossa salvação está fundamentada Nele. Outros muitos textos nos mostram isso, mas eu quero focar nesse momento em Efésios 2 por causa da riqueza desse texto em nos mostrar o papal fundamental de Cristo em nossa salvação.*
Cristo é o fundamento da nossa fé. Nossas obras são reflexo de nossa salvação. O versículo 10 desse mesmo capítulo nos diz que “fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras”. Não fomos criados em Cristo por causa das boas obras, mas criados Nele PARA as boas obras. É por isso que Tiago 2:17 diz que “a fé sem obras é morta”. As obras são reflexos da nossa salvação. Os frutos mostram que uma árvore está viva. Não são os frutos que dão vida à árvore. Mas são eles que nos mostram que a árvore está viva.
Se a nossa salvação está fundamentada em Cristo, quão seguros podemos estar em relação a isso? Hebreus 13:8 diz que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Ele não muda. Quem garantia a sua salvação quando você foi salvo ainda o garante hoje, pois Ele não muda.
Um outro ponto importante é nos lembrarmos que, apesar da nossa nova natureza em Cristo, ainda temos nossa carne, com a qual lutamos e combatemos. Todos nós pecamos. Paulo relata em Romanos 7 a luta entre sua nova natureza em Cristo e sua carne. Paulo sabia (como todo cristão que é honesto consigo mesmo) que continuamos pecando. A diferença é hoje nós lutamos contra isso, na busca da mortificação de nossa carne. Antes vivíamos no pecado e isso não era incomodo. Paulo dá graças a Deus por Jesus Cristo, pois é por causa Dele que não existe nenhuma condenação para nós. Mesmo quando pecamos.
Assim, podemos responder ao questionamento dos meus amigos: se eu for encontrado pecando na hora da morte/volta de Cristo, o que acontecerá comigo?
Se você é salvo em Cristo, vai acontecer com você o mesmo que aconteceria se você fosse encontrado não pecando naquele momento, porque a sua salvação não está fundamenta em você mesmo, mas sim em Cristo. Se você é cristão, se realmente foi salvo pela graça maravilhosa de Deus, você tem a garantia Daquele que nunca muda (Hebreus 13:8). Se você é cristão, você não vai viver um estilo de vida pecaminoso (1 João 3:4; não estou sendo licencioso com o pecado aqui, se você vive um estilo de vida pecaminoso, você não cristão. O cristão verdadeiro luta contra o pecado mortificando a sua carne. Mas a motivação é diferente. Ele faz isso não para ser salvo, mas porque ele é salvo), mas vai eventualmente pecar. Se nossa salvação dependesse de nossa boa conduta, mesmo depois de salvos, estaríamos irremediavelmente perdidos.
Por isso, se você realmente é salvo (faça o teste aqui), você pode ter certeza que a fundamentação da sua salvação é inabalável. E mesmo que, na infelicidade de no momento da sua morte ou da volta de Cristo, você tenha pecado, estará coberto pela graça maravilhosa de um Deus mais do que amoroso, que o trouxe para perto de Si mesmo em Jesus Cristo.
Como disse Paulo “Graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor!”

*Essa história toda me lembrou a conversa que eu tive uma vez com uns missionários mórmons que está gravado em vídeo. Você pode assisti-lo aqui. Em um dado momento da conversa, falando sobre salvação, eu perguntei para o missionário qual era o papel de Cristo na salvação do ser humano e ele me respondeu com uma pergunta que me deixou perplexo: “como assim?” Esse foi uma das comprovações que mormonismo infelizmente não é o mesmo que cristianismo.

quarta-feira, julho 20, 2011

segunda-feira, julho 11, 2011

Perguntas filosóficas 33


Perguntas para refletir. Uma por dia.

A comida pode ser arte?

Por Critical Thinking

Segundas terminológicas: apolinarismo

segundas com termos da teologia hoje agostinho



apolinarismo, Apolinário:



Ensino de Apolinário (310-391), bispo de Laodicéia no século IV, segundo quem Cristo, em sua encarnação, assumiu corpo e alma humanos, mas não mente ou espírito humano (grego nous). Apolinário sustentava que ter espírito humano significa ter livre-arbítrio. Quando, porém, há liberdade de escolha, há também pecado. Portanto, ele concluiu que Cristo operava exclusivamente com base na mente ou nous divino. A igreja rejeitou oficialmente o apolinarismo no Segundo Concílio Ecumênico de Constantinopla, em 381 d.C.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

domingo, julho 10, 2011

As dez principais razões pelas quais sabemos que os autores do Novo Testamento disseram a verdade


Os registros do Novo Testamento são documentos históricos de incrível validade pois, diferente da maioria dos documentos da antiguidade, são documentos em sua maioria escritos por testemunhas oculares e por aqueles que participaram dos eventos. Ou no caso do Evangelho de Lucas, de alguém que fez uma pesquisa profunda com essas testemunhas. Além disso, existe uma linha de custódia que foi garantindo a guarda e autenticidade de tais documentos. Podemos ter certeza que aquilo que os autores do Novo Testamento escreveram aconteceram conforme eles testemunharam.
Mas afirmação é diferente de argumentos. E por isso, resolvemos postar abaixo um dos ótimos capítulos do livro Não Tenho Fé Suficiente para Ser Ateu, de Norman Geisler e Frank Turek, sobre esse exato assunto.
Leia abaixo as dez principais razões pelas quais podemos saber que os autores do Novo Testamento disseram a verdade. Você pode também baixar esse texto para seu computador.

As dez principais razões pelas quais sabemos que os autores do Novo Testamento disseram a verdade

Comentário contrário não é necessário


No dia 15 de Junho de 2011, lendo uma texto da Igreja Contemporânea sobre homofobia, resolvi deixar o seguinte comentário:

Eu acredito que exista uma grande descaracterização do debate, especialmente quando uma das partes inicia o diálogo já rotulando a outra pejorativamente. É o que acontece com a palavra homofobia. Fobia é uma condição clínica, denota um medo descomunal de algo. Eu nunca conheci ninguém homofóbico, nunca conheci uma pessoa que fica patologicamente doente perto de um homossexual. Eu conheço gente que odeia outras pessoas, mas tal ódio poderia ser bem dirigido a qualquer outra pessoa, judeu, nordestino ou mesmo o torcedor de outro time. Mas não criamos palavras como judeofóbico (existe anti-semita) ou noderstinofóbico para definir tal pessoa. Já existe uma palavra que expressa bem isso: crime. É assim que deveriam ser tratados quem agride uma outra pessoa sem justificativa, seja um homossexual, seja um heterossexual. Já temos leis mais do que o suficientes para cuidar disso.
O que incomoda no final das contas, é que a luta pela “criminalização da homofobia” serve dois propósitos ruins para a sociedade. O primeiro, ele passa a ser usado não para agressores dos homossexuais, mas para todo e qualquer que não concorda com o estilo de vida dos homossexuais. Isso é silenciar o diálogo e criminalizar quem discorda. O segundo, é criar duas classes de cidadãos: homossexuais e heterossexuais. Direitos diferenciados para um e para outro. A lei que protege o heterossexual deve ser a mesma que também protege o homossexual. A divisão de leis diferencia aquilo que deveria ser considerado como igual. E isso terá efeitos danosos no futuro, para ambos os lados.
Infelizmente não podemos ter mais esse diálogo e seremos taxados de homofóbicos. Não podemos mais declarar que a Bíblia condena o estilo de vida homossexual, tanto no VT quanto no NT, pois somos homofóbicos. Equipararam a disputa de ideias a atitudes criminosas. Fica difícil um diálogo honesto sobre o assunto.

Até esse exato momento (00:01 de 10 de Julho de 2011) meu comentário não foi publicado. Lendo os outros comentários no artigo, é fácil perceber que somente aqueles que concordam com a visão da Igreja Contemporânea podem ter seus comentários publicados. Aqueles que discordam, ou pelo menos tentam trazer alguma reflexão a essa discussão (ou melhor monólogo) não têm vez.
É um direito de todo o site publicar os comentários conforme suas próprias políticas. Eu faço isso. Mas é triste saber que tem gente que jamais abriria a porta para um verdadeiro diálogo.
O medo de ter seu castelo de cartas derrubado é muito maior que o desejo pela descoberta da verdade.

sábado, julho 09, 2011

Hillary Clinton e a ditadura gay


Muito gente acha que não existe essa coisa de tentarem forçar a aceitação do estilo de vida homossexual por parte de governos junto a população. Tem gente achando que isso é invenção.
Mas podemos ver a cada dia como governos têm se empenhado de forma muito intensa na propagação e aceitação da agenda homossexual (e especialmente da união civil entre pessoas do mesmo sexo). Uma das várias provas disso é a atuação da secretária de Estado americana, Hillary Clinton que muito se empenhou para que um grande problema mundial fosse resolvido: a participação de Lady Gaga na parada do orgulho gay em Roma. Leia o texto abaixo:

A Secretária de Estado Hillary Clinton fala na celebração do Mês do Orgulho GLBT no Departamento de Estado. (CNSNews.com/Penny Starr)
(CNSNews.com) – A Secretária de Estado Hillary Clinton disse na segunda que o Departamento de Estado teve um papel importante para “fechar o acordo” para a performance da estrela do pop-rock Lady Gaga na parada do orgulho gay em Roma, Itália
Clinton apontou especificamente uma carta que David Thorne, embaixador americano para a Itália, enviou para Lady Gaga persuadindo-a para participar do evento.
“E tem também o trabalho que nossa equipe da embaixada tem feito,” disse Clinton. “Duas semanas atrás eles tiveram um papel importante para trazer Lady Gaga para a Itália para um concerto Euro Pride.”

Uma das principais funções da Secretária de Estado é cuidar dos assuntos relacionados ao governo e aos interesses dos Estados Unidos junto a outros países. O mais interessante é que pelo jeito um dos grandes interesses do governo americano atual é a propagação da ditadura homossexual. Pelo jeito o governo americano não tem mais questões internacionais para se preocupar como terrorismo, crescimento da influência da Irmandade Muçulmana nos países islâmicos, guerras, fome, pobreza, AIDS, crise econômica no mundo que afeta os Estados Unidos...
Não, nada disso existe ou é importante. O mais importante no momento é garantir que o homossexualismo seja aceito por todos e qualquer pessoa que ousar questionar esse estilo de vida seja tratado como um vil criminoso.
Parabéns à Secretária de Estado Hillary Clinton e ao presidente Barack Obama pelo belo trabalho que têm feito ao redor do mundo. E parabéns a todos os cristãos (muitos no Brasil) que achavam que Barack Obama seria o máximo.

Ps: já que falar qualquer coisa que possa parecer contrário à aceitação do homossexualismo já é logo taxado como homofóbico (uma forma muito eficaz de calar o diálogo e impor sua moral), gostaríamos de deixar claro que não odiamos os homossexuais. Eu mesmo trabalho com vários deles e alguns são colegas bem próximos e queridos. Mas isso não quer dizer que eu seja obrigado a achar que o estilo de vida deles é correto, especialmente quando esse estilo de vida é condenado biblicamente. Sou contra a agressão injustificada a qualquer ser humano, seja homossexual, seja heterossexual. Como eu não vejo motivo para que a constituição faça diferenciação entre homossexuais e heterossexuais (o que não faz até o momento) não somos a favor de uma lei específica para defesa a agressões contra homossexuais, até porque com certeza tal lei será usada para calar judicialmente aqueles que pregam que o homossexualismo é pecado. Somos a favor da preservação do casamento da forma como ele realmente é, união entre um homem e uma mulher e protegido pelo Estado porque essa é a única forma viável de se manter a continuidade de uma nação. Todos temos direitos iguais perante a lei. Um heterossexual não tem mais direitos que um homossexual. Mas quando essa história toda chegar ao seu ápice, será verdade que um homossexual terá mais direitos que um heterossexual. Seja Bem vindo a ditadura gay.

quarta-feira, julho 06, 2011

A adoração cristocêntrica

Esse vídeo é para todos os evangélicos que gostam de música e adoração.
Se você acha que o principal foco do louvor é você e as suas necessidades, então é melhor repensar melhor e seguir de acordo com aquilo que é central nas Escrituras: Cristo.
Então, pare de cantar canções sobre "o meu milagre que eu vou receber", "a minha porção", "a arca do não sei o que" (estou a tanto tempo fora do mainstream evangélico que nem exemplos direito eu estou conseguindo dar).
O centro de nossa adoração é Jesus Cristo. As músicas não devem ser sobre nós, mas sobre Ele.

A igreja Wi-Fi

Nas escrituras, tirar os sapatos tem um significado muito especial. Quando Moisés teve seu primeiro confronto com Deus, Ele disse para que ele tirasse seus sapatos porque ele estava em terra santa. Jesus caminhou descalço para o Calvário. Na cultura daquele tempo, estar descalço era o sinal que você era um escravo. Um escravo não tinha direitos. Jesus nos deu o exemplo supremo de renunciar tudo por um grande objetivo.
Loren Cunningham Making Jesus Lord / Marc 8:34,35

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